Arquivo mensais:abril 2015

30 DE ABRIL

Termina hoje prazo para entrega da declaração do IRPF 2015

Termina hoje (30) às 23h59 o prazo para o envio da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2015. Até as 17h de ontem, 84,4% do total de 27,5 milhões de declarações esperadas haviam sido entregues.

Este ano, os contribuintes com certificação digital podem fazer a declaração pré-preenchida na página da Receita na internet, na área do e-CAC. Isso também poderá ser feito por um representante do contribuinte com certificação digital e procuração eletrônica registrada no órgão.

No ano passado, 26.883.633 contribuintes enviaram a declaração do IRPF até o fim do prazo. O número ficou aquém dos 27 milhões esperados pela Receita em 2014. Em 2013, 26,1 milhões de pessoas físicas entregaram o documento.

A multa por atraso na entrega do documento é estipulada em 1% ao mês- calendário, até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74. Um passo a passo da entrega está disponível na página da Receita. Basta o usuário clicar em cada ponto da figura para obter mais detalhes.

Quanto antes o contribuinte entregar a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo receberá o valor correspondente à restituição. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos de idade, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

As restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 começam a ser pagas no dia 15 de junho. Os recursos são programados para o dia 15 de cada mês, até dezembro. Nos meses em que a data cair em um fim de semana ou feriado, o pagamento será feito no primeiro dia útil subsequente. É o caso de agosto, quando o dinheiro será liberado no dia 17, de setembro e novembro, no dia 16.

No mês passado, a Receita Federal lançou uma série de 11 vídeos no site Youtube para tirar dúvidas sobre o preenchimento e a entrega do Imposto de Renda. Chamada de TV Receita Responde, a série tem por objetivo explicar, de forma simples, os principais assuntos relacionados à declaração do IRPF.

Fonte: Jornal do Brasil

29 DE ABRIL

Varejo melhora previsão de vendas e eleva confiança do setor em abril, diz a FGV

Apesar de discreta, a melhora na confiança do comércio em abril foi impulsionada pela retomada do otimismo com as vendas nos próximos meses. Além disso, a alta espalhou-se pela maioria dos segmentos monitorados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Dos 17 setores investigados, 11 registraram alta no Índice de Confiança do Comércio (Icom) neste mês. Por outro lado, a intenção de contratar segue diminuindo.

A confiança do comércio avançou 0,4% em abril ante março, já descontados os efeitos sazonais. No varejo restrito, que inclui os setores mais tradicionais do varejo exceto veículos e materiais de construção, o avanço foi de 3,7% neste mês, em movimento generalizado que atingiu oito das nove atividades.

Em geral, a alta do Icom foi determinada pela evolução favorável das expectativas, sob influência principalmente do indicador que mede o otimismo com as vendas nos três meses seguintes, que subiu 2,6% em abril ante março. As perspectivas sobre o ambiente de negócios no futuro também melhoraram, segundo a FGV, mas o ímpeto de contratações segue minguando.

A intenção de empregar mais trabalhadores caiu pelo quinto mês consecutivo, agora com recuo de 2,5%, e atingiu o menor patamar da série histórica (91,4 pontos), iniciada em 2010. Na prática, o fato de este indicador estar abaixo de 100 pontos significa que mais empresas pretendem demitir nos próximos meses do que contratar.

No presente, o Índice de Situação Atual (ISA-COM), que retrata a percepção sobre a demanda corrente, recuou pelo terceiro mês seguido. Diante da queda de 2,0% neste mês, o indicador atingiu o mínimo histórico de 67,5 pontos.

Fonte: Varejista

28 DE ABRIL

O varejo do futuro é móvel e conectado

Além do engajamento e experiência de compra, o uso da mobilidade já é outro fator chave para o varejo do futuro

Estima-se que 65% da população mundial tenha um celular na mão; 83% do uso da internet acontecem por meio de dispositivo móvel; e mais da metade das vendas globais do varejo é influenciada por tecnologia. A internet trouxe a conveniência para o varejo e um ambiente de compra atrativo passou a ser o elemento chave para a fidelização do cliente. Combinar tecnologia e interatividade, transformando toda interação em oportunidade de compra é a fórmula do varejo do futuro.

Existe um novo perfil de consumidor que não quer só comprar, ele quer aprender, ver, tocar, interagir, avaliar, criticar, elogiar e recomendar. E o varejista do futuro enfrentará o desafio de aumentar a qualidade de seus produtos, aumentar a segurança de compra de sua plataforma online, explorar de forma inteligente a “hiper-conveniência” – facilidade de compra, entrega eficaz e pagamento digital. E, sobretudo, ampliar interação personalizada com seus clientes.

Novas tecnologias transformarão o cliente fã em embaixador das marca e é neste momento que os e os varejistas deixarão de conversar com seus consumidores isoladamente e passarão a falar também com as redes com as quais esses consumidores se relacionam.

O futuro dos varejistas terá seus movimentos ainda mais pautados na experiência de compra de seus clientes, dependerá cada vez mais do comprador. Neste contexto, o varejista terá que estar focado em nutrir boas experiências utilizando tecnologia. CRM inteligente e plataformas integradas, por exemplo, auxiliarão a varejista a conhecer a fundo seu comprador, a ofertar de maneira assertiva e a dialogar com ele.

Além do engajamento e experiência de compra, o uso da mobilidade já é outro fator chave para o varejo do futuro. Soluções de mobilidade criam uma experiência única de compra para o consumidor e são diferenciais extremamente competitivos para o varejista. Clientes querem ser atendidos de forma rápida e personalizada, seja no universo online ou offline.

Mapear seus clientes e utilizar esses dados para criar serviços digitais usando a tecnologia para proporcionar contato humano e promover serviços personalizados é o caminho para o varejo do futuro – e ele é móvel e conectado.

Fonte: Administradores

27 DE ABRIL

Apenas 66,5% dos contribuintes entregaram declaração do IRPF

Os contribuintes têm prazo até quinta-feira (30), às 23h59, horário de Brasília, para enviar a Declaração do Imposto de Renda Pessoas Física 2015. Até o útlimo dia 27, mais de 18,302 milhões de declarações foram recebidas pela Receita Federal. O número corresponde a 66,55% do total estimado de 27,5 milhões de declarações para este ano.

A Receita alerta para o risco de as pessoas deixarem para enviar a declaração nas últimas horas, pois podem encontrar dificuldades devido ao aumento no número de acessos à página da Receita na internet. Os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 ou do equivalente a 20% do imposto devido.

A declaração poderá ser preenchida no próprio computador, com a utilização do programa gerador, ou em dispositivos móveis, como tablets ou smartphones. Para isso, é necessário usar o aplicativo m-IRPF ou acessar diretamente o site da Receita Federal, por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Para acessar o e-CAC, é necessário ter certificação digital. Para entender melhor todo o processo, existe um passo a passo na página da Receita para o contribuinte preencher e enviar com agilidade a declaração.

A Receita Federal disponibilizou também vídeos no site YouTube para tirar dúvidas sobre o preenchimento e a entrega do Imposto de Renda. Chamada de TV Receita Responde, o site explica de forma simples os principais assuntos relacionados à declaração do IRPF.

Fonte: Jornal do Brasil

24 DE ABRIL

SPC Brasil lança teste para avaliar se o consumidor sabe negociar o pagamento de dívidas

Taxa de desconto chega a 69% para quem propõe pagamento à vista da dívida.

Organizar as contas e ter controle é essencial para limpar o nome de vez.

É muito comum as pessoas se preocuparem quando percebem que há dívidas em
atraso e o nome pode ficar sujo na praça. Apesar de a situação parecer sem
saída, ter calma ajuda muito neste momento. Nessa hora, é importante
colocar todas as contas no papel e ver qual a melhor maneira para acabar
com as dívidas.

Segundo o índice de inadimplência do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao
Crédito) e CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e uma
pesquisa de recuperação de crédito do portal Meu Bolso Feliz, estima-se que
em março deste ano havia 54,7 milhões de consumidores negativados, número
equivalente a 37,50% da população entre 18 e 95 anos. De acordo com os
dados, 48% dos consumidores apontam a falta de planejamento das finanças
pessoais como o principal motivo que impossibilitou o pagamento de dívidas
que os deixaram com nome sujo.

“Se organizar para pagar todas as contas em atraso é o primeiro passo para
sair da inadimplência”, explica José Vignoli, educador financeiro do Meu
Bolso Feliz. “Com dívidas atrasadas, o consumidor fica sem crédito no
mercado e impossibilitado de uma série de transações, como tomar
empréstimos para comprar uma casa, por exemplo. Para começar, tenha
consciência do valor atual de sua dívida e entenda como ela cresceu e saiu
do seu controle.”

Outro ponto importante é que apenas 23% dos consumidores foram procurados
pelo credor, então é importante não ter receio e ir atrás para uma possível
negociação da dívida”, aponta o educador. Segundo a pesquisa, 19% dos
consumidores desejam negociar suas dividas, mas não sabem como fazer.

Segundo Vignoli, encarando o problema de frente, você descobre qual sua
real condição e negocia seu débito da melhor maneira possível. “Dívidas em
aberto viram uma bola de neve e quando você resolver enfrentar a questão, o
problema já será muito maior”, conclui.

Fonte: CNDL

23 DE ABRIL

O cliente reclamou? Ainda bem!

Por Erik Penna

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua maior fonte de aprendizado.” (Bill Gates)

Quase ninguém gosta de ouvir reclamação. Mesmo quando a crítica é construtiva, é difícil encará-la como algo proveitoso e positivo. No mundo corporativo, quando se fala em atendimento ao cliente e prestação de serviços, ouvir reclamações é algo relativamente comum, mas a forma de receber e dar tratamento às queixas é que pode fazer toda a diferença para a organização.

Pense bem: o que você tem a ganhar enfrentando um cliente insatisfeito ou sendo indiferente à sua queixa? Há pelo menos três aspectos altamente benéficos em uma reclamação:

1) Quando um cliente diz para a empresa com a qual mantém uma relação comercial que está insatisfeito com um determinado produto ou serviço prestado, significa simplesmente que ele deseja fazer alguns ajustes nesse relacionamento. É como um casamento: quando um reclama do outro é porque existe sentimento suficiente para se resgatar e manter a relação.

Muito pior seria se o cliente tratasse a empresa com indiferença. Quando um cliente está incomodado, mas não fala nada, no momento em que menos se espera ele migra, espontaneamente e quietinho, para a concorrência. Ainda fazendo analogia ao casamento, uma reclamação é um sinal de alerta importante para ambos repensarem o relacionamento. Portanto, na maioria das vezes, não há motivo para se ofender com uma crítica. Ela pode ser um instrumento excelente para aperfeiçoamento pessoal e profissional.

2) Outro aspecto positivo é que a reclamação de um cliente pode servir como consultoria, ainda que involuntária, para a empresa. Na maioria das vezes, ele mostra, de maneira inequívoca, sincera e gratuita, uma série de erros que ela vem cometendo, sem ao menos se dar conta. Uma consultoria, aliás, cobra caro para dar os mesmos conselhos que o cliente pode dar.

3) Caso a empresa não possa atender ao pedido do cliente, que pelo menos lhe dê atenção, garantindo que ele seja ouvido. Tanto quanto obter soluções, as pessoas desejam ser ouvidas e seus pontos de vista respeitados. Saber ouvir é algo que não implica custo financeiro para a organização, mas ainda assim é uma qualidade muito desejada num profissional, independentemente do setor em que atua.

Portanto, ao ouvir uma crítica, procure todos os aspectos positivos que ela pode trazer. Se você conseguir focar apenas neles, evitando a tendência natural de confrontar o cliente ou esquivar-se do problema, todos saem ganhando – o cliente é ouvido, a empresa consegue retê-lo e o profissional aprende que, com flexibilidade e jogo de cintura, pode transformar um problema em aprendizado, fidelização e melhores resultados.

Muito longe de ser um inimigo, um cliente insatisfeito pode ser fonte de informações valiosas para a melhoria no atendimento e na gestão da empresa.

Fonte: Artigos – Varejista

22 DE ABRIL

Como identificar os vendedores ideais para o seu negócio

Por Marcos Biaggio

“Onde estão os melhores vendedores para o meu negócio?”

Esse é o questionamento que virou rotina para empresários, independente do tamanho da empresa. Encontrar e contratar a elite do mundo das vendas virou um sonho quase impossível. Afinal, há muito se perderam as referências e as características ideais dos grandes vendedores para cada tipo de produto ou serviço.

É certo que existem características natas, mas é fato também que é possível aprender, aplicar o conhecimento e tornar-se um grande vendedor – até mesmo no segmento de serviços intangíveis (como seguros, por exemplo). A repetição da rotina de vendas devidamente orientada por líderes e a atenção aos profissionais mais experientes à volta tem produzido grandes profissionais, disputados a peso de ouro no mercado.

80% das vendas são geradas por 20% dos vendedores. Tirando a habilidade natural para vender, quem quer grandes resultados em vendas deverá buscar conhecimento e competências em seu trabalho, passando pelo domínio dos produtos e serviços, do mercado, da concorrência e acima de tudo das técnicas de vendas que podem decidir o fechamento de um negócio ou a assinatura de um contrato.

Quem são os vendedores bem-sucedidos? O que os fazem diferentes e geradores de excelentes resultados na atividade comercial?

Veja a seguir as características comuns aos grandes vendedores e observe como elas se apresentam em cada profissional que compõe a sua equipe de vendas.

“O salário não me importa muito.”

Uma chave para descobrir o bom vendedor é atentar para aquele que pergunta pelo esquema de comissões. Aquele que não fizer essa pergunta, provavelmente está mudando de profissão e lhe fazendo perder tempo.

“Amo o que faço.”

Vendedor de alto desempenho desfruta das suas habilidades transmitindo seus conhecimentos para o benefício daqueles que os consultam. Em cada contato é perceptível a sua alegria, são cordiais e simpáticos, sempre disponíveis.

“Eu sou o consultor do meu cliente.”

O bom vendedor sabe que o processo de venda não consiste em pressionar um potencial comprador que está indeciso, senão descobrir problemas e adequar soluções efetivas para atender necessidades por meio de seus produtos e serviços.

“Vendo a todo instante.”

O vendedor consagrado não vende apenas enquanto está no escritório ou em visita a clientes. Ele preocupa-se em vender a todo instante, seja no ambiente familiar, clube, faculdade etc, em todo tipo de evento onde possa gerar alguma oportunidade. Está sempre exercitando as suas habilidades e orgulhando-se de si mesmo.

“Quero falar das necessidades do meu cliente.”

Vendedor de elevado desempenho não fala demais nem argumenta nada sem antes conhecer o problema ou a “dor” do entrevistado ou as necessidades do cliente que permitirão a apresentação da sua oferta. É mestre na arte de perguntar, transmitindo um sincero interesse em escutar e entender seus clientes potenciais.

“Meu papel é propor soluções.”

Cada argumentação representa um fechamento parcial que conduz o entrevistado a um intenso desejo de propriedade. Suas declarações vão aportando ao cliente potencial soluções ou satisfações por meio de expressões que consolidam benefícios para o cliente.

“Há mais alguma dúvida?”

O vendedor hábil sabe converter fácil e rapidamente uma objeção em oportunidades de fechamento. Cada questionamento ou objeção apresentada pelo cliente potencial é um desafio que ele quer encarar, contornar e devolver na forma de vantagem ou solução.

“Está satisfeito com a compra realizada?”

O vendedor campeão entende que o valor da satisfação de um cliente é maior que uma venda ou uma comissão que ele venha receber. Procura criar uma relação de longo prazo onde a sua empresa e os clientes possam interagir na forma de um “ganha-ganha”.

No passado achava-se que os grandes vendedores já nasciam com dom para vender. Hoje, sabe-se que é possível treinar e capacitar profissionais nas áreas ou habilidades que concentram os resultados em vendas. A meta é ser um solucionador de problemas para os clientes. A partir daí, o resto é entusiasmo e atitude mental positiva para comemorar os resultados.

O autor é coach empresarial e consultor de vendas.

Fonte: Artigos – Varejista

20 DE ABRIL

Nova metodologia de vendas transforma clientes em fãs

Como transformar clientes em fãs? Como marcar aquela reunião com quem toma as decisões de compra de uma empresa? O escritor e palestrante Ricardo Jordão estará em Vitória no próximo dia 5 de maio para responder a essas e outras perguntas no curso: “De vendedor a gerente de clientes”. O treinamento é um sucesso e já foi feito por mais de 10 mil pessoas em todo o Brasil.

Escritor e autor do livro “Quebra tudo. Foi para isso que eu vim. E você?”, Ricardo Jordão ensina uma nova metodologia de vendas e usa ferramentas de tecnologia que levam ao sucesso do negócio. Não perca! O curso tem nove horas de duração. Inscrições e mais informações: www.wiseducacao.com.br.

17 DE ABRIL

Estado poderá arrecadar até R$ 200 milhões com comércio eletrônico

A mudança nas regras de arrecadação do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) no comércio eletrônico, o chamado e-commerce, vai favorecer o Espírito Santo.

Segundo o subsecretário da Receita Estadual, Bruno Negris, a alteração pode gerar uma arrecadação de R$ 200 milhões para o Estado.

Segundo ele, há uma projeção de que a cada ano serão acrescidos 20% da alíquota. “Esperamos arrecadar em torno de R$ 200 milhões ao longo de cinco anos”, projetou Negris.

De acordo com a nova regra do ICMS, para compras feitas à distância, o estado de origem do produto ou do serviço, assim como o estado de destino vão arrecadar uma parte do imposto. Antes dessa lei ser aprovada, o tributo ficava apenas no estado de origem.

Está prevista na lei a adoção de uma alíquota interestadual nas operações que destinem bens e serviços ao consumidor que se encontra em outro estado. O texto explica que caberá ao estado de destino o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do ICMS desse estado e a alíquota interestadual do estado de origem. A alíquota interestadual é de 7% para estados das regiões Sul e Sudeste e de 12% nas demais regiões. A alíquota interna varia conforme o estado, de 17% a 19%.

Contudo, a diferença só deverá ser integralmente paga ao estado de destino a partir de 2019. A divisão desse imposto entre o estado de origem e o estado de destino será escalonado.

Fonte: Varejista

16 DE ABRIL

5 tendências digitais que sua empresa não pode ignorar

Estar na internet é regra básica para quem tem um negócio. A partir do momento que sua empresa faz parte da rede, é preciso estar sempre se atualizando para não perder o ritmo. A tecnologia avança rapidamente e as pequenas empresas não podem ficar de fora.

A empresa de análise ComScore fez um estudo no mercado americano, o 2015 U.S. Digital Future in Focus, mostrando quais são as principais tendências digitais para 2015. Veja os principais pontos abaixo:

1. Seja multiplataforma

Nos últimos quatro anos, o uso de smartphones cresceu 394% e o de tablets, 1721%. Apesar da ampla adesão destes dispositivos, o estudo mostrou que os usuários continuam usando desktop, ou seja, não está acontecendo uma substituição de um tipo de aparelho por outro. A dica é: seja multiplataforma. Sua empresa precisa funcionar em todos os tipos de dispositivos para não perder os clientes.

2. Fique de olho nas redes

O Facebook continua sendo a rede social mais relevante do mundo, atingindo 81% da população digital e com cerca de 230 bilhões de minutos de engajamento dos usuários. Instagram, Twitter, Linkedin e Google+ continuam sendo redes importantes no mercado também. Destaque para o crescimento do Pinterest e do Tumblr.

Se o seu público-alvo é mais jovem, entre 18 e 34 anos, Snapchat, Vine, Tumblr e Instagram devem ser prioridades. Trace uma estratégia e esteja pronto para conversar com os clientes nas redes.

3. Pense mobile

O Google anunciou recentemente que, a partir deste mês, os sites que não forem amigáveis para as telas de smartphones serão penalizados nas buscas. As pequenas empresas precisam estar prontas para serem encontradas no celular. O estudo mostrou que, atualmente, os sistemas iOS e Android dominam o mercado com 95% dos aparelhos. Priorize estas plataformas se estiver estudando criar um app, por exemplo.

4. Vídeo importa

Sete em cada oito americanos assistem vídeos online. Metade faz isso todos os dias. O total de visualizações em vídeos continua crescendo todos os meses. O estudo indica que cada usuário vê até dez vídeos por dia. O YouTube continua sendo o destino mais relevante para vídeos. Se a sua empresa pensa em começar a investir, é preciso produzir conteúdo relevante e profissional.

5. Venda online

Segundo o estudo, as vendas online nos Estados Unidos cresceram 14% no ano passado. Os celulares já representam um meio importante de engajamento, mas poucos consumidores compram através dos smartphones. Músicas, filmes e livros foram os itens mais vendidos pela internet no ano passado, de acordo com o levantamento. A internet pode ser um canal importante de receita para o seu negócio.

Fonte: O Varejista