Arquivo mensais:maio 2015

29 DE MAIO

Indicadores de desempenho são fundamentais

A preferência do consumidor por uma determinada loja pode ser definida por inúmeros fatores. Detalhes como localização, atendimento, qualidade, preço e sortimento de produtos podem ser determinantes entre escolher a sua loja ou a do concorrente.

Geralmente, o grupo estratégico (composto por presidentes e CEOs) acompanham alguns indicadores e fazem avaliações de longo prazo, enquanto o grupo tático (composto por diretores, gerentes e supervisores), acompanham os resultados diariamente e precisam agir com mais recorrência diante dos problemas cotidianos do negócio.Por isso, acompanhar os indicadores de desempenho é fundamental para garantir a fidelização e satisfação do consumidor. Porém, é preciso entender a principal diferença entre métricas e indicadores: métricas tratam de dados brutos, que quando analisadas isoladamente não geram informação, enquanto os indicadores são medidas calculadas de duas ou mais métricas, geralmente apresentadas nos formatos de percentuais (%), valor per capita, entre outros.

Transformar um cliente satisfeito em um cliente fiel não é uma tarefa das mais simples. Conhecer o seu comportamento e segmentar as campanhas e ações de marketing de forma assertiva são, sem dúvida, um diferencial. Para isso, gerir alguns indicadores é fundamental, como, por exemplo, uma rede lojista, que precisa levar em consideração dois grupos principais de indicadores: Perfil de Compra e Qualidade de Atendimento. Dentro desses grupos, é possível conhecer o comportamento do cliente e ainda agir rapidamente quando algo estiver fora do controle.

1) Perfil de Compra

– Ciclo de vida: tempo que o cliente compra na loja.

– Frequência de compra: regularidade em que o cliente fazcompra na loja.

– Tíquete médio: quanto o cliente gasta na loja?

2) Qualidade de Atendimento

– Índice de evolução de reclamações: quantidade dequeixas que a loja tem na internet.

– Índice de satisfação global de clientes: nota que oconsumidor dá ao atendimento.

– Índice de resoluções: duração média de resolução de problemas / reclamações (dias).

Apesar do uso dos indicadores corretos, é preciso automatizar o processo de análise de cada um deles, evitando intervenções manuais. Existem ferramentas que auxiliam nessa ação, permitindo que o grupo tático receba, analise e envie informações consistentes e coerentesao grupoestratégico.

Atribuir indicadores, métricas operacionais e de desempenho para acompanhar a evolução do negócio pode contribuir em um incremento de 3% a 4% na rentabilidade da empresa. Além disso, acompanhando os indicadores de desempenho de maneira correta, a gestão da loja se tornará mais ágil e assertiva, facilitando a tomada de decisão e levando para o consumidor qualidade, preço e produtos do mix ideal para cada região.

Fonte: CNDL

28 DE MAIO

Saiba como fazer uma empresa ter sucesso em cidades pequenas

Para fugir da concorrência comercial em metrópoles e capitais, muitos empreendedores começam a espreitar oportunidades para estabelecer seu negócio em cidades menores.

Faz sentido: no Brasil, os municípios que têm de 50 mil a 100 mil habitantes registraram um crescimento médio de 43% de seu PIB (Produto Interno Bruto) per capita entre 1999 a 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ainda assim, muitos se perguntam se é possível faturar bem quando a empresa está sediada em um mercado menor. Para a consultora americana Rhonda Abrams, a resposta é positiva, desde que o negócio tenha a perspectiva de crescer para outras praças.

Em um artigo publicado no site do USA Today Small Business, ela lista os cinco passos essenciais para prosperar em cidades pequenas. “É um desafio duro, mas não insuperável”, afirma a colunista.

1. Pense grande

Por que pensar em servir apenas a vizinhança? Se o produto ou serviço pode ser entregue também em cidades próximas, aumenta-se o raio do público que potencialmente será atendido pela empresa.

Se o negócio não for facilmente transportável – como no caso de um salão de cabeleireiros –, dá para fazer parcerias com empresários de outras cidades para atender a clientes mais distantes uma vez por semana, por exemplo.

2. Especialize-se

Parece um paradoxo, mas muitas vezes a receita para crescer é fechar o foco. Mirar uma indústria ou grupo demográfico específico pode ajudar a servir a uma área geograficamente maior.

“Uma vez encontrei uma empresa de contabilidade especializada em práticas optometristas que tinha clientes de costa a costa”, diz Abrams.

Para ela, outra boa razão para explorar nichos é ter mais controle sobre preços e, assim, poder cobrar mais que a concorrência não especializada.

3. Apareça na internet

Quem se expande para outras cidades geralmente vende bastante pela internet. Só que não basta ter um site e um perfil nas redes sociais. É preciso ter habilidade com comércio eletrônico, um bom atendimento ao consumidor, incentivar a colaboração e ter boas ferramentas para compartilhar documentos.

4. Estruture-se

Servir uma área maior requer mudanças operacionais, como ter licenças para operar em outros estados e baratear o frete. “Não é complicado, mas o empresário terá de providenciar algumas melhorias estruturais”, afirma.

5. Viaje

Mesmo quem vende muito pela internet precisa, de vez em quando, conhecer consumidores e fornecedores pessoalmente. Por isso, é importante ir a feiras e outros eventos de negócios – e entrar no avião para conhecer importantes clientes.

Fonte: Varejista

Close up of analog stopwatch on a laptop keyboard with copy spac

Crise econômica reacende discussão sobre a redução da jornada de trabalho

Medidas provisórias e permanentes ganham força para voltar ao debate
nacional.

O projeto de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas completou 20 anos na Câmara dos Deputados mas, em tempos de crise econômica, medidas mais “radicais” passam a ser cogitados pelo governo com o propósito de cessar o aumento do número de desempregados no país. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, divulgadas nesta segunda-feira (25), uma proposta de redução de até 30% da carga horária semanal e 15% dos

salários está sendo estudada pelo governo, com o objetivo de conter demissões principalmente na indústria automobilística.

A diferença entre os dois projetos é que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 231 do ano de 1995 que “reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais e aumenta para setenta e cinco por cento a remuneração de serviço extraordinário” tem como argumento principal ajudar a criar empregos no país, que possui alta carga horária quando comparado a nações industrializadas. Os empregadores rebatem dizendo que a contratação de novos funcionários aumentaria os custos para a empresa.

Em relação ao projeto estudado pelo governo, o objetivo é impedir demissões, na indústria em geral e no setor automobilístico em específico.

A medida é uma alternativa às demissões e aos programas que suspendem temporariamente contratos de trabalho, chamados de “lay-off” e férias coletivas, que têm sido adotados por montadoras nos últimos meses.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), até abril o setor já havia demitido cerca de 4,9 mil funcionários em 2015, apresentando redução de 9,5% no número de postos de trabalho na comparação com o mesmo mês do ano anterior. A indústria automobilística encabeça uma crise que atinge diversos setores em diferentes níveis e ameaças de mais demissões estão sendo feitas.

Montadoras instaladas na região do Gande ABC, em São Paulo, têm intenção de demitir pelo menos outros 1,5 mil funcionários nas próximas semanas.

“Tendo em vista a crise da indústria automobilística, com demissões e sem perspectiva de recuperação no curto prazo, acordos de redução na jornada de trabalho podem ser positivos para evitar demissões, na medida em que sejam negociados entre as empresas e os sindicatos”, comentou o professor de Economia da UFRJ, João Saboia, em entrevista ao Jornal do Brasil.

Em relação à taxa de desemprego, o especialista lembra que o número ainda não está nem próximo do praticado na década passada, quando variou de 11% a 13% nos anos de 2002 e 2004. No mês de abril o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 6,4%, mas encara série de quatro aumentos seguidos. “A taxa atual, comparada com o histórico da economia, é relativamente baixa, mas a tendência no momento é de crescimento do desemprego. Até o ano passado, o setor de serviços estava absorvendo parte da mão-de-obra, mas agora não está conseguindo mais”, destaca Saboia.

Com a crise econômica, centrais sindicais voltam a se manifestar a respeito da redução da jornada de trabalho, manifestando apoio às duas medidas. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) , a Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) enviaram cartas à presidente Dilma Rousseff manifestando apoio ao projeto provisório.

Fonte: Jornal do Brasil

26 DE MAIO

Mercado eleva previsão para inflação em 2015

Após a forte elevação vista no primeiro trimestre, os preços administrados - controlados pelo governo – estão embarcando em uma nova onda de pressão que não estava na conta de muitos economistas do mercado financeiro, com alguns deles revendo suas projeções de inflação.

Após os aumentos de preços de energia, combustível, tarifa de água e esgoto
em São Paulo e de transporte urbano em várias capitais terem provocado um
salto na inflação até março, o mercado contava com uma certa acomodação nos
meses seguintes. Mas tem havido surpresas, como a alta extraordinária nas
tarifas de água e esgoto em algumas capitais e o reajuste nas apostas de
loterias.

“Tem diversos reajustes que estão vindo acima do esperado, que, somados,
devem gerar revisão (na projeção de inflação). Mas não tem nenhum grande
choque, está bastante pulverizado”, disse a economista Adriana Molinari, da
consultoria Tendências. Adriana se refere, por exemplo, aos reajustes da
Sabesp, da Eletropaulo, dos jogos lotéricos e ainda aos aguardados para
planos de saúde, que normalmente são autorizados para o começo do segundo
semestre e devem ficar acima de 9%. “Devem vir um pouco em linha com a
inflação de saúde.”

A Agência Reguladora de Saneamento e Energia (Arsesp) autorizou um novo
aumento, de 15,24%, a partir de junho, para as tarifas da Sabesp, que alega
aumento de custos por causa da energia mais cara e falta de chuvas. E, a
Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae)
autorizou a Caixa a aplicar, a partir de maio, um aumento médio de nada
menos do que 38,91% no preço das apostas das loterias, que também pesam na
inflação.

Aumento dobra

Já as tarifas da Eletropaulo devem subir, em média, 15,16% a partir de 4 de
julho, segundo proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
para o aumento ordinário da companhia.

Os aumentos nas contas de luz e água na capital paulista foram praticamente
o dobro do esperado pela economista da Tendências. Ela estimava algo em
torno de 8% nos dois casos. “Só essa diferença acrescenta 0,10 ponto
porcentual na previsão do IPCA deste ano”, disse, lembrando, ainda, dos
aumentos de água e esgoto promovidos em Belo Horizonte (15%) e em Salvador
(10%).

“Alguns reajustes são indexados, mas este ano as distribuidoras alegam que
têm um custo adicional por causa da crise hídrica, em alguns casos, e de
desequilíbrio financeiro, além de gastos com energia”, disse Adriana.

No caso das loterias, a economista estima um impacto de um terço na
inflação, como foi no ano passado, ou 0,08 ponto porcentual a mais no IPCA.

Com todos os aumentos, a expectativa da Tendências para a inflação em 2015
deve passar de 8,1% para 8,3%.

Viés de alta

Carlos Kawall, economista-chefe do Banco Safra, também colocou um viés de
alta para sua expectativa de IPCA de 8,70% para 2015, citando que há uma
série de novas pressões de preços administrados, como o reajuste maior do
que o previsto nas loterias.

“Temos agora também o risco vindo da telefonia com o possível reajuste do
fundo das telecomunicações”, afirmou. A Fazenda estuda reajustar as
cobranças do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) para
ajudar a cumprir a meta fiscal de 2015, o que pode deixar as contas de
telefone e internet mais caras este ano.

Marcel Caparoz, economista da RC Consultores, esperava que as novas altas
de preços administrados a partir do segundo trimestre fossem menores. Desde
o começo do ano, fez algumas revisões nas suas expectativas para o IPCA de
2015, que começou com uma previsão de cerca de 7%.

Com os reajustes expressivos e inesperados nas tarifas de energia, a
projeção logo atingiu 7,5% e, atualmente, está em 8,1%. “Foi um período que
concentrou diversos reajustes de monitorados. Foi uma tempestade perfeita.
Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Alguns de magnitude muito forte,
principalmente energia elétrica. Os combustíveis também subiram e ainda
tiveram aumento de impostos. Foram reajustes que vieram muito acima”,
afirmou.

Economia fraca

Apesar das incertezas que permeiam principalmente a inflação dos preços
administrados nos próximos meses, o economista da RC Consultores não
descarta a possibilidade de o IPCA fechar um pouco abaixo de 8%, por causa
dos preços livres. Para ele, a atividade econômica mais fraca deve começar
a refletir sobre os preços, especialmente de alguns serviços considerados
não essenciais.

Fonte: Varejista

Large furniture warehouse

7 erros que podem ser evitados no varejo

“É neste momento em que ocorrem erros graves, que geram prejuízo para as marcas, e que poderiam ser evitados”, afirma especialista

Gerenciar estoques, controlar a fabricação de produtos, liberar caminhões, traçar rotas, incluir lojistas e distribuidores em sua rede de vendas. Todas essas ações fazem parte do dia a dia das empresas, que precisam controlar todo o caminho de seus produtos até os pontos de venda.

“Uma vez nas prateleiras, os produtos estão à disposição do consumidor e passa a gerar receita de vendas”, diz Rogério Lima, diretor de marketing da IPDV, empresa de tecnologia para gestão das marcas no ponto de venda. “É neste momento em que ocorrem erros graves, que geram prejuízo para as marcas, e que poderiam ser evitados – principalmente em tempos de crise, onde cada venda não revertida conta muito”.

Confira os 7 erros mais comuns cometidos no varejo:

1) Estoque virtual

O sistema diz que tem uma determinada quantidade de produtos no estoque da loja, quando na verdade tem menos. Essa falha de atualização de informação no estoque gera a falta de reposição de produtos. A grave consequência: falta do produto no ponto de venda. “É simples: o consumidor que não encontra, não compra”, diz Rogerio. “Vai escolher outra marca, vai desistir e pode desvincular um interesse perene naquele produto só por ele ter faltado uma vez, já que a oferta é grande”.

2) Preços errados

Muitas vezes, uma promoção relâmpago – que só acontece em um fim de semana, por exemplo – termina na 2ª feira, mas os representantes de vendas não atualizam o preço, que permanece abaixo do padrão. Com isso, o produto acaba rapidamente e a industria não tem tempo hábil de repor as prateleiras, chegando novamente, na grave consequencia da falta do produto.

3) Falta de cumprimento de roteiro

Os representantes de vendas são profissionais que vivem em trânsito, de loja em loja, com roteiros previamente estabelecidos e que precisam ser cumpridos. Esses vendedores, quando não são controlados via sistemas de check-in, por exemplo, podem deixar de comparecer a alguns pontos de venda estratégicos para as marcas. “Os promotores negociam espaços, checam o merchandising, verificam estoque, apresentação, entre outras funções”, explica Rogério. “Essas visitas são fundamentais para as marcas que, ao não terem esse processo feito corretamente, perdem espaços em pontos de venda chave”.

4) Implementação ruim de material no PDV

A forma como um produto e suas propagandas são colocadas no PDV pode ser determinante para o sucesso das vendas. É preciso ter informação nas mãos dos promotores que saberão quais são as melhores zonas de cada loja, e portanto, colocarão os produtos nas prateleiras da melhor forma possível. “Quando essas informações não chegam ao promotor, ele fará a disposição do material sem critérios pré-definidos e portanto coloca em risco a eficácia da exposição”, diz Rogério.

5) Apresentação desatualizada do produto para o varejista

A relação da marca com o varejista precisa ser constantemente renovada, sempre colocando a loja a par das novidades e dos produtos das marcas. Essa apresentação é feita pelos representantes de vendas, que precisam ter em mãos materiais atualizados. “Se um vendedor vai mostrar os produtos para o varejista e possui materiais ultrapassados, ele não conquista o PDV e não mostra a vantagem que o varejista vai ter em obter os seus produtos”, conta Rogério. “O ideal, é ter catálogos digitais, em dispositivos móveis, de fácil e instantânea atualização”. Esse erro gera falta de exposição do produto no PDV.

6) Falta de controle do merchandising

De nada adianta fazer merchandising no ponto de venda se não controlar a efetividade das ações. “É um investimento alto que a marca faz no PDV para não saber se foi feito corretamente, no tempo combinado, e principalmente, se deu resultado”. Sem saber se o investimento valeu a pena, o investimento foi jogado fora.

7) Informações erradas de sell-out

Quantos produtos foram vendidos, em quanto tempo, preços a que foram vendidos. Todas essas informações do sell-out (ou seja, das vendas), são fundamentais para reposição de estoque e precificação correta. Um erro facilmente corrigido com uma coleta organizada de informações do PDV. A ocorrência desse problema gera falta de produto na loja.

Fonte: Administradores

22 DE MAIO

Ação contra impostos altos revela os reais preços de diferentes produtos

O brasileiro vai ter de trabalhar até o dia 31 de maio somente para pagar os impostos exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. Cerca de 40% do rendimento bruto anual do trabalhador será para pagamentos de impostos. Para conscientizar a população sobre a grande carga tributária no Brasil, uma loja-conceito foi montada no Shopping Vitória.

Neste estabelecimento, os consumidores podem comparar os preços de diversos produtos com e sem os impostos. Uma bermuda masculina, por exemplo, custaria R$ 90,94 se não existisse a carga tributária, entretanto, o preço real da bermuda é R$ 139,90.

Um pacote de arroz de 2kg custa R$ 4,20 com impostos e R$ 3,48 sem. Um micro-ondas de 30 litros poderia custar R$ 122,59 se não fosse os impostos, entretanto, ele custa R$ 299. Um videogame no valor de R$ 1.190 poderia custar R$ 333,20 se não fosse os tributos.

Quem for ao local nesta sexta-feira (22), poderá comparar como os impostos influenciam nos seus rendimentos, consumo e patrimônio. A ação é realizada pela CDL Jovem Vitória e faz parte do Dia da Liberdade de Impostos. O evento é realizado de forma simultânea em outros 14 estados.

Recolhimento de impostos

O presidente da CDL Jovem Vitória, Bruno Mazzei, explica que é importante o papel do poder público no recolhimento de impostos, entretanto, é necessário que esse recolhimento se reverta, efetivamente, em benefícios e serviços básicos prestados à população, o que na opinião de Mazzei não acontece.

“Não somos contra o imposto, mas somos contra qualquer tipo de aumento, acho que deveria diminuir um pouco e os recursos devem ser melhor aplicados. Hoje não temos segurança de qualidade, educação de qualidade e saúde de qualidade, que são os itens básicos”, afirmou à Rádio CBN.

O estudante Ricardo Frizera, 19 anos, conta que é assustador olhar para uma televisão que custa R$ 2 mil e constatar que ela poderia custar R$ 1.200 sem a carga tributária. O jovem reclama que também não vê retorno dos impostos pagos.

“Tá nítido que muito do que é recolhido não é para oferecer serviços para a população, mas para fornecer a estrutura para a máquina do governo. O governo usa o nosso dinheiro para se manter enquanto estrutura”, reclamou.

A “Loja sem Imposto” está montada no segundo piso do Shopping Vitória, na Capital. O Dia da Liberdade de Impostos sempre é celebrado em maio porque o mês marca a época do ano em que o contribuinte consegue quitar o pagamento de tributos e taxas do governo.

21 DEMAIO

Ação do Dia da Liberdade de Impostos termina nesta sexta-feira

Para conscientizar a população sobre a grande carga tributária que incide, direta ou indiretamente, sobre a sua renda, a CDL Jovem Vitória promove até esta sexta-feira (22) o Dia da Liberdade de Impostos.

Uma loja-conceito foi montada no Shopping Vitória, onde os consumidores são orientados sobre como os tributos incidem sobre os seus rendimentos, consumo, patrimônio e outros.

O estabelecimento, que se chama “Casas Brasília”, funciona no segundo piso do shopping, ao lado da Sabrina Acessórios. Não há venda de produtos no local.

“Estamos interagindo com o público e mostrando os preços de alguns produtos com e sem imposto, e também como o sistema tributário brasileiro é o mais complexo e caro do mundo, em virtude da quantidade de taxas, normas e burocracia, entre outras orientações”, explicou o presidente da CDL Jovem Vitória, Bruno Mazzei.

De acordo com ele, o Dia da Liberdade de Impostos ocorre em maio porque marca a época do ano em que o contribuinte consegue quitar o pagamento de tributos, taxas e contribuições ao governo, podendo assim usufruir dos seus rendimentos na sua integralidade.

“Os impostos são importantes. Mas o governo precisa reinvestir o que pagamos em serviços públicos. Com a população mais consciente dos impostos que paga, ela começará a exigir uma maior contrapartida do governo em saúde, segurança, educação e bem-estar”, afirmou Mazzei.

A CDL Jovem Vitória espera a sua visita na “Casas Brasília”!

20 DE MAIO

Quase 70% dos consumidores do Estado pretendem comprar menos

Com o dinheiro mais curto em casa, 69,20% dos consumidores do Espírito Santo pretendem comprar menos ou muito menos até o final deste ano. É o que mostra uma pesquisa encomendada pela CDL Vitória à Flex Consult. De acordo com o estudo, apenas 7,70% dos entrevistados devem comprar mais ou muito mais, enquanto 21,40% afirmam que vão comprar o mesmo que no ano passado.

No entanto, se o comércio aumentasse o número de promoções, a maioria das pessoas (55,20%) se sentiria estimulada a comprar mais. Os dados foram divulgados durante coletiva de imprensa realizada pela CDL Vitória nesta terça-feira (19 de maio), na sede da entidade.

Quando questionados sobre o que pretendem comprar nos próximos três meses, 58,20% dos consumidores indicam produtos alimentícios; 13,60% devem gastar com vestuário, tecidos e calçados; 9,40% com móveis e eletrodomésticos e 6,30% com material de construção.

Para o presidente da CDL Vitória, Carlo Fornazier, a restrição ao consumo é uma das consequências do fraco desempenho da economia brasileira. “A população tem consumido com bastante cautela. Muitos reduziram os gastos para economizar e iniciar uma reserva financeira”, afirmou o dirigente.

Segundo a pesquisa da CDL Vitória/Flex Consult, mais da metade dos consumidores espera um ano difícil na economia em 2015. Ao todo, 60,90% acreditam que a economia do país vai crescer um pouco menos ou muito menos que em 2014. Com relação ao desempenho econômico do Estado, 56,30% também têm uma avaliação pessimista.

Além de informações sobre a economia brasileira e capixaba, o levantamento apresenta uma análise dos 100 primeiros dias dos governos federal e estadual, entre outros dados políticos. No total, 79,90% reprovam a atuação da presidente Dilma Rousseff (PT) nesse período e 8,40% aprovam. Já o governador Paulo Hartung (PMDB) é aprovado por 49,10% dos entrevistados e reprovado por 18,70%.

Metodologia

O levantamento foi realizado pela Flex Consult entre os dias 17 e 22 de abril, na Grande Vitória e em mais 15 municípios capixabas. Foram feitas mil entrevistas domiciliares e nos pontos de afluência das residências. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais com nível de confiança de 95%.

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20 DE MAIO

Quase 70% dos consumidores do Estado pretendem comprar menos

Com o dinheiro mais curto em casa, 69,20% dos consumidores do Espírito Santo pretendem comprar menos ou muito menos até o final deste ano. É o que mostra uma pesquisa encomendada pela CDL Vitória à Flex Consult. De acordo com o estudo, apenas 7,70% dos entrevistados devem comprar mais ou muito mais, enquanto 21,40% afirmam que vão comprar o mesmo que no ano passado.

No entanto, se o comércio aumentasse o número de promoções, a maioria das pessoas (55,20%) se sentiria estimulada a comprar mais. Os dados foram divulgados durante coletiva de imprensa realizada pela CDL Vitória nesta terça-feira (19 de maio), na sede da entidade.

Quando questionados sobre o que pretendem comprar nos próximos três meses, 58,20% dos consumidores indicam produtos alimentícios; 13,60% devem gastar com vestuário, tecidos e calçados; 9,40% com móveis e eletrodomésticos e 6,30% com material de construção.

Para o presidente da CDL Vitória, Carlo Fornazier, a restrição ao consumo é uma das consequências do fraco desempenho da economia brasileira. “A população tem consumido com bastante cautela. Muitos reduziram os gastos para economizar e iniciar uma reserva financeira”, afirmou o dirigente.

Segundo a pesquisa da CDL Vitória/Flex Consult, mais da metade dos consumidores espera um ano difícil na economia em 2015. Ao todo, 60,90% acreditam que a economia do país vai crescer um pouco menos ou muito menos que em 2014. Com relação ao desempenho econômico do Estado, 56,30% também têm uma avaliação pessimista.

Além de informações sobre a economia brasileira e capixaba, o levantamento apresenta uma análise dos 100 primeiros dias dos governos federal e estadual, entre outros dados políticos. No total, 79,90% reprovam a atuação da presidente Dilma Rousseff (PT) nesse período e 8,40% aprovam. Já o governador Paulo Hartung (PMDB) é aprovado por 49,10% dos entrevistados e reprovado por 18,70%.

Metodologia

O levantamento foi realizado pela Flex Consult entre os dias 17 e 22 de abril, na Grande Vitória e em mais 15 municípios capixabas. Foram feitas mil entrevistas domiciliares e nos pontos de afluência das residências. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais com nível de confiança de 95%.

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Brasileiro destina mais de 40% do seu rendimento para pagar impostos

O contribuinte brasileiro vai trabalhar até o dia 31 de maio somente para pagar os impostos exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. A previsão é de que, neste ano, ele tenha de destinar 41,37% do seu rendimento bruto anual para o pagamento de tributos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Para conscientizar a população sobre a grande carga tributária que incide, direta ou indiretamente, sobre a sua renda, a CDL Jovem Vitória vai promover, na próxima quinta-feira (21), o Dia da Liberdade de Impostos.

Uma loja-conceito será montada no Shopping Vitória, onde os consumidores percorrerão o caminho do imposto, ou seja, vão vivenciar diversas situações e entender como os tributos incidem sobre os seus rendimentos, consumo, patrimônio e outros.

O estabelecimento, que vai se chamar Loja sem Imposto, será montado no segundo piso do shopping, em cima da entrada principal. Não haverá venda de produtos no local.
“Vamos fazer uma interação com o público e mostrar os preços de alguns produtos com e sem imposto, e também como o sistema tributário brasileiro é o mais complexo e caro do mundo, em virtude da quantidade de taxas, normas e burocracia, entre outras orientações”, explicou o presidente da CDL Jovem Vitória, Bruno Mazzei.

De acordo com ele, o Dia da Liberdade de Impostos ocorre em maio porque marca a época do ano em que o contribuinte consegue quitar o pagamento de tributos, taxas e contribuições ao governo, podendo assim usufruir dos seus rendimentos na sua integralidade.

“Os impostos são importantes. Mas o governo precisa reinvestir o que pagamos em serviços públicos. Com a população mais consciente dos impostos que paga, ela começará a exigir uma maior contrapartida do governo em saúde, segurança, educação e bem-estar”, afirmou Mazzei.

Crescimento

De 2004 a 2014, a carga tributária brasileira cresceu 2,23 pontos percentuais, subindo de 33,19% para 35,42%, o que representa mais de R$ 200 bilhões de arrecadação extra.

Para o advogado tributarista Marcelo Altoé, os altos impostos não inibem apenas grandes projetos empresariais, mas também a formação e o crescimento de pequenos e médios negócios, tradicionais geradores de emprego formal.

“O ajuste fiscal proposto pelo governo federal deve ser pautado por mudanças concretas da legislação com o intuito de promover uma queda gradual da relação gasto público/PIB ao longo do tempo, e não pelo aumento dos impostos. Isso ajudaria a restabelecer a confiança, sem impor grandes sacrifícios a uma já debilitada economia”, avaliou Altoé.

Pesquisa

No Espírito Santo, 94,50% dos contribuintes avaliam que a carga tributária do País é alta ou muito alta, enquanto apenas 0,80% a consideram baixa ou muito baixa, e 2,90% dizem que é justa. Os dados são de uma pesquisa encomendada pela CDL Vitória à Flex Consult.

Com relação aos tributos pagos ao governo do Estado, como ICMS e IPVA, 90,50% afirmam que são altos ou muito altos; 0,60% que são baixos ou muito baixos e 3,50% que são justos.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 22 de abril, na Grande Vitória e em mais 15 municípios capixabas. Foram feitas mil entrevistas domiciliares e nos pontos de afluência das residências. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais com nível de confiança de 95%.

Saiba mais

Arrecadação: o Espírito Santo já arrecadou, este ano, cerca de R$ 2,3 bilhões em impostos. No Brasil, esse número chega a R$ 782 bilhões.

Investimentos: com os impostos arrecadados até agora no Estado, seria possível:

– Contratar mais de 142.735 policiais por ano;
– Contratar mais de 172.266 professores do ensino fundamental por ano;
– Comprar mais de 28.547 ambulâncias equipadas.
– Construir mais de 65.658 casas populares de 40 m2.
– Comprar mais de 85.112 carros populares;
– Comprar mais de 2.089.120 geladeiras simples;
– Construir mais de 7.979 postos de saúde equipados;
– Construir mais de 24.979 km de redes de esgoto.

Fonte: www.impostometro.com.br

Pesquisa sobre tributação

1. Como você avalia o total de impostos que você paga no Brasil?

Alto ou muito alto: 94,50%
Baixo ou muito baixo: 0,80%
Justo: 2,90%
Não responderam ou não souberam: 1,80%

2. A qualidade dos serviços prestados pelo governo federal compensa a quantidade de impostos que você paga?

Sim: 1,50%
Não: 94,40%
Não responderam ou não souberam: 4,10%

3. Como você avalia o total de impostos estaduais (ICMS, IPVA etc) que você paga ao governo do Estado?
Alto ou muito alto: 90,50%
Baixo ou muito baixo: 0,60%
Justo: 3,50%
Não responderam ou não souberam: 5,40%

4. A qualidade dos serviços prestados pelo governo estadual compensa a quantidade de impostos que você paga?
Sim: 2,90%
Não: 93,50%
Não responderam ou não souberam: 3,60%

Fonte da pesquisa: CDL Vitória/Flex Consult