Arquivo mensais:junho 2015

30 DE JUNHO

Cresce número de dívidas em atraso no Estado

A desaceleração da atividade econômica do País, em conjunto com a piora dos indicadores macroeconômicos, tem refletido na capacidade de pagamento dos consumidores, segundo o presidente da CDL Vitória, Carlo Fornazier.

No mês de maio último, o número de dívidas em atraso no Espírito Santo cresceu 10,61% em relação ao mesmo período de 2014. O dado ficou acima da média nacional, de 6,70%. O Espírito Santo foi, ainda, o estado com o quinto maior aumento anual da quantidade de contas atrasadas.

Já o número de inadimplentes cresceu 8,44% em maio de 2015, diante de maio de 2014. A média nacional foi de 4,79%.No mês passado, cada consumidor inadimplente no Espírito Santo tinha cerca de 2,251 dívidas em atraso, um pouco mais do que a média de 2,231 débitos verificados no Estado em abril.

29 DE JUNHO

4% dos consumidores que não possuem conta corrente fazem compras parceladas

Cartão e crediário são as principais modalidades para o consumidor. Fácil acesso ao crédito pode gerar descontrole financeiro e transtornos no orçamento Nem sempre possuir conta em banco é um requisito para os brasileiros consumirem e também parcelarem suas compras.

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz sobre o uso do crédito pelas pessoas que não possuem conta corrente mostra que oito em cada dez consumidores (84%) nesta categoria realizam compras parceladas. As alternativas mais comuns encontradas entre essas pessoas para o consumo são o parcelamento por meio do crediário (42%), o cartão de crédito (40%) e o financiamento (15%).

De acordo com o estudo, os produtos mais comprados de forma parcelada são os eletrônicos (34%), celulares (32%) e roupas (30%) são os itens mais citados e, para driblar a ausência do crédito bancário os entrevistados recorrem, principalmente, ao crediário (42%) e ao cartão de crédito (40%). Para os entrevistados, o uso do crédito mesmo sem ter uma conta corrente representa uma necessidade para fechar as contas e comprar o necessário no mês, já que muitas vezes a renda não é suficiente para comprar à vista. Além de também ser uma ajuda para momentos difíceis. Ainda assim, 17% afirmaram ter o acesso ao crédito negado nos últimos três meses.

“A situação da economia com inflação elevada e juros cada vez mais altos está bloqueando o acesso ao crédito dos consumidores, com ou sem conta bancária”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “É importante estar atento ao orçamento e ver o que cabe nas contas e o que pode e deve ser cortado”, diz. Mais da metade dos entrevistados parece compreender a dificuldade de administrar o crédito: 52% evitam ouvir propostas de novos cartões e/ou aumento de limite, para não comprometerem o orçamento ou para evitarem compras desnecessárias; e 61% escolhem a opção de crédito levando em conta as menores taxas de juros cobradas.

Quase metade utiliza o crediário como forma de pagamento A principal opção de crédito para as pessoas que não possuem conta em bancos é o crediário – 42% dos entrevistados utilizam essa modalidade, nem que seja raramente (menos de três vezes ao ano). Entre eles, 35% têm alguma compra no crediário no momento, 8% compram ao menos uma vez ao mês. Cerca de 12% dos consumidores ouvidos pedem a outras pessoas que façam crediário para uso próprio. Para os entrevistados, as principais vantagens dessa modalidade de crédito são o parcelamento das compras e a opção de poder parcelar mesmo sem ter cartão ou cheque.

Os itens mais adquiridos através do crediário são eletrodomésticos (31%) e calçados (29%). 58% dos entrevistados não sabem qual o limite do cartão de crédito De acordo com os dados analisados na pesquisa, dos 40% de entrevistados sem conta bancária que possuem cartão de crédito, 58% não sabem qual o limite para compras e 40% possuem entre uma e duas compras parceladas no cartão. Dois em dez consumidores (21%) afirmaram que têm o hábito de pedir um cartão de crédito a terceiros para realizarem suas compras. CDL Vitória realiza Encontro Empresarial nas Montanhas Carlo Fornazier, presidente da CDL Vitória, será o anfitrião do Encontro Empresarial nas Montanhas, que reunirá representantes do setor varejista no Aroso Paço Hotel, em Domingos Martins, de sexta-feira a domingo (26 a 28 de junho).

Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), e Roque Pellizzaro Junior, presidente do Conselho de Administração do SPC Brasil, estarão presentes no evento. Na ocasião, serão homenageados os ex-presidentes da CDL Vitória Ilson Xavier Bozi, Hélcio Rezende Dias, Marcelo Salles Barbosa e Estanislau Ventorim, que receberão a Comenda do Mérito Lojista. Quando perguntadas sobre a principal vantagem percebida no uso dessa modalidade, a segurança foi a mais indicada, uma vez que não é necessário andar com dinheiro e poder fazer compras mesmo sem a quantia no momento. Também foi analisada na pesquisa a taxa de uso dos financiamentos de pessoas que não possuem conta bancária: 15% possuem alguma pendência no momento. A modalidade tem como principais finalidades a compra de automóveis (37%) e motos (45%).

47% compraram por impulso nos últimos 3 meses Para a economista do SPC Brasil, as compras por impulso são um dos principais problemas da falta de orçamento ou do descontrole das finanças. “Quase a metade dos entrevistados sem conta corrente afirmaram que nos últimos três meses compraram por impulso. Assim, os consumidores devem ficar sempre atentos às facilidades que as lojas dão para o consumo e não acreditar em cada sinal de desconto dado”, diz. De acordo com os entrevistados, as lojas que mais facilitam o crédito são as de departamento (31%) e as virtuais (21%); e que os itens mais comprados sem necessidade foram as roupas, calçados e celulares. E a principal justificativa para as compras por impulso é uma velha conhecida dos consumidores: a promoção (55%).

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a pesquisa mostra que o crédito acaba sendo uma saída viável para que muitos consumidores consigam entrar no mercado de consumo, ainda que não tenham conta em bancos. “Há muitas alternativas de crédito disponíveis que permitem o pagamento de compras em parcelas, e elas podem ser importantes em um momento em que os bancos restringem o crédito concedido e exigem mais garantias”, explica. “Porém, ao mesmo tempo, o fácil acesso pode gerar descontrole financeiro e transtornos no orçamento. Neste sentido, recomendo que o consumidor reflita antes de recorrer ao crediário, ao cartão de crédito, ao financiamento e outras modalidades.

É necessário e importante saber se ele terá condições de honrar os compromissos financeiros assumidos sem desequilibrar seu orçamento”, conclui Pellizzaro.

Fonte: SPC

26 DE JUNHO

CDL Vitória realiza Encontro Empresarial nas Montanhas

Carlo Fornazier, presidente da CDL Vitória, será o anfitrião do Encontro Empresarial nas Montanhas, que reunirá representantes do setor varejista no Aroso Paço Hotel, em Domingos Martins, de sexta-feira a domingo (26 a 28 de junho).

Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), e Roque Pellizzaro Junior, presidente do Conselho de Administração do SPC Brasil, estarão presentes no evento.

Na ocasião, serão homenageados os ex-presidentes da CDL Vitória Ilson Xavier Bozi, Hélcio Rezende Dias, Marcelo Salles Barbosa e Estanislau Ventorim, que receberão a Comenda do Mérito Lojista.

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25 DE JUNHO

Dívidas em atrasos crescem em todas as regiões brasileiras

No último mês de maio, o indicador regional de inadimplência do consumidor calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) registrou crescimento na quantidade de dívidas atrasadas em todas as regiões brasileiras.

As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste apresentaram crescimentos mais expressivos – de 7,81%, 7,03% e 6,86% respectivamente – se comparados à média nacional (6,70%), na base anual de comparação, ou seja, frente à maio do ano passado. Já as regiões Sudeste (6,09%) e Sul (6,06%) registraram percentuais menos elevados no crescimento de dividas não pagas.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, explica que o fato de as cinco regiões apresentarem crescimento no volume de dívidas não pagas corrobora a desaceleração da atividade econômica do país em conjunto com a piora dos indicadores macroeconômicos, o que reflete na capacidade de pagamento dos consumidores. “Fatores como a alta dos preços, o aumento do desemprego e as taxas de juros em patamares elevados devem apertar ainda mais o orçamento dos consumidores e manter as variações da inadimplência positivas até o fim do ano”, afirma a economista.

Dívidas por setor

Na comparação com maio do ano passado, o segmento de Água e Luz foi o setor que apresentou as variações mais acentuadas de dividas em atraso em duas das cinco regiões avaliadas pelo SPC Brasil: Centro Oeste, com alta de 29,18% e Sudeste, com crescimento de 17,49%. “O crescimento da inadimplência observado no segmento de serviços básicos em algumas regiões se explica pelo fato de que mais companhias de água e luz passaram a utilizar a negativação de CPFs como forma de recuperar pendências financeiras de seus consumidores, antes mesmo de realizar os cortes no fornecimento do serviço”, analisa Marcela.

Já no Norte e Nordeste, destacaram-se as variações das pendências de serviços de comunicação, como telefonia móvel e fixa, TV por assinatura e internet, com crescimento de 37,35% e 19,38%, respectivamente. “Os chamados ‘combos’, que unem internet, telefone e TV por assinatura, têm se popularizado no Brasil, mas muitos consumidores ainda não se planejam financeiramente para lidar com essas despesas e a quantidade de atrasos tem sido cada vez maior em várias partes do país”, explica a economista.

O crescimento das dívidas bancárias, que englobam cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros, foi mais expressivo na região Sul (11,39%), enquanto a alta dos atrasos no comércio se destaca no Centro-Oeste (2,70%).

Sudeste concentra mais inadimplentes

De acordo com os economistas do SPC Brasil, a participação de cada região no total de dívidas no país tem relação direta com a representatividade da região junto a população brasileira como um todo. A região sudeste, que responde pela maior parte do PIB e se destaca pela alta concentração populacional, é quem detém a maior fatia do número total de consumidores inadimplentes no país: 39,95%. Em seguida surgem as regiões Nordeste (25.94%), Sul (12,95%), Norte (8,84%) e Centro-Oeste (7,78%) no ranking de participação.

Metodologia

O indicador de inadimplência regional do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). A abrangência é nacional, com informações de capitais e interior de todos os 26 estados da federação, além do Distrito Federal.

Fonte: CNDL

24 DE JUNHO

Consumo online desafia e-commerce

Com a expansão do e-commerce, oferecer descontos, variedade de produtos e facilidades como frete grátis já não bastam para se destacar no mercado. Para avaliar a experiência do brasileiro nas compras online, foi realizada a pesquisa “Experiência no Ecommerce”. O realizador do levantamento é João Leão, com mais de dez anos de atuação no setor e à frente da consultoria PGeC.

Durante trinta dias ele fez aquisições de baixo valor em cada uma das lojas e testou a experiência do cliente, devolvendo os produtos após recebê-los. Com isso, analisou o setor em três aspectos: facilidade na compra, relacionamento com o usuário e logística.

Entre os resultados da pesquisa está a falta de inovação dos layouts, que seguem os mesmos padrões, e a ausência de ferramentas que simplificam a realização do pedido: apenas 16% das lojas apresentam login social (acesso com o perfil de redes sociais), 14% o one-click checkout (compra em uma única página), e somente 4% têm guest checkout (compra sem cadastro). “Entre os destaques negativos estão sites com cadastros extensos que exigem informações supérfluas, como FAX ou órgão emissor do RG”, afirma Leão.

Quanto ao relacionamento com os consumidores, o levantamento indica que 55% dos e commerces possuem chat online e, entre esses, 84% ofereceram atendimento rápido. No entanto, em um caso o pesquisador caiu em uma fila de 307 pessoas. Com relação ao e-mail o prognóstico é um pouco mais negativo: 30% dos avaliados não responderam às mensagens e 48% das respostas não resolveram o problema.

Na logística, o resultado é melhor: 86% dos pedidos chegaram dentro do prazo de entrega, a maioria deles, inclusive, com antecedência. Também não há o que reclamar quanto aos produtos, todos vieram intactos e corretos. Porém, a maioria chegou em embalagens comuns. Apenas duas lojas mandaram caixas coloridas, que se destacam. “Isso exemplifica como é fácil cativar o cliente com um esforço pequeno, basta querer se diferenciar”, diz Leão.

As lojas que participaram do Experiência no Ecommerce foram selecionadas a partir do ranking Internet Retailer – Top 500 Latin America 2014. Na metodologia foram excluídos e-commerces de setores como flores e alimentos, assim como os que não trabalham com produtos abaixo de R$ 100. “A média do desempenho das lojas não é muito boa. Mas, por outro lado, isso mostra que há um espaço grande para melhorar, com mudanças simples”, explica.

Fonte: Varejista

23 DE JUNHO

Como identificar os vendedores ideais para o seu negócio

Por Marcos Biaggio

“Onde estão os melhores vendedores para o meu negócio?”

Esse é o questionamento que virou rotina para empresários, independente do tamanho da empresa. Encontrar e contratar a elite do mundo das vendas virou um sonho quase impossível.

Afinal, há muito se perderam as referências e as características ideais dos grandes vendedores para cada tipo de produto ou serviço.

É certo que existem características natas, mas é fato também que é possível aprender, aplicar o conhecimento e tornar-se um grande vendedor – até mesmo no segmento de serviços intangíveis (como seguros, por exemplo). A repetição da rotina de vendas devidamente orientada por líderes e a atenção aos profissionais mais experientes à volta tem produzido grandes profissionais, disputados a peso de ouro no mercado.

80% das vendas são geradas por 20% dos vendedores. Tirando a habilidade natural para vender, quem quer grandes resultados em vendas deverá buscar conhecimento e competências em seu trabalho, passando pelo domínio dos produtos e serviços, do mercado, da concorrência e acima de tudo das técnicas de vendas que podem decidir o fechamento de um negócio ou a assinatura de um contrato.

Quem são os vendedores bem-sucedidos? O que os fazem diferentes e geradores de
excelentes resultados na atividade comercial?

Veja a seguir as características comuns aos grandes vendedores e observe como elas se apresentam em cada profissional que compõe a sua equipe de vendas.

“O salário não me importa muito.”

Uma chave para descobrir o bom vendedor é atentar para aquele que pergunta pelo esquema de comissões. Aquele que não fizer essa pergunta, provavelmente está mudando de profissão e lhe fazendo perder tempo.

“Amo o que faço.”

Vendedor de alto desempenho desfruta das suas habilidades transmitindo seus conhecimentos para o benefício daqueles que os consultam. Em cada contato é perceptível a sua alegria, são cordiais e simpáticos, sempre disponíveis.

“Eu sou o consultor do meu cliente.”

O bom vendedor sabe que o processo de venda não consiste em pressionar um potencial comprador que está indeciso, senão descobrir problemas e adequar soluções efetivas para atender necessidades por meio de seus produtos e serviços.

“Vendo a todo instante.”

O vendedor consagrado não vende apenas enquanto está no escritório ou em visita a clientes. Ele preocupa-se em vender a todo instante, seja no ambiente familiar, clube, faculdade etc, em todo tipo de evento onde possa gerar alguma oportunidade. Está sempre exercitando as suas habilidades e orgulhando-se de si mesmo.

“Quero falar das necessidades do meu cliente.”

Vendedor de elevado desempenho não fala demais nem argumenta nada sem antes conhecer o problema ou a “dor” do entrevistado ou as necessidades do cliente que permitirão a apresentação da sua oferta. É mestre na arte de perguntar,  transmitindo um sincero interesse em escutar e entender seus clientes potenciais.

“Meu papel é propor soluções.”

Cada argumentação representa um fechamento parcial que conduz o entrevistado a um intenso desejo de propriedade. Suas declarações vão aportando ao cliente potencial soluções ou satisfações por meio de expressões que consolidam benefícios para o cliente.

“Há mais alguma dúvida?”

O vendedor hábil sabe converter fácil e rapidamente uma objeção em oportunidades de fechamento. Cada questionamento ou objeção apresentada pelo cliente potencial é um desafio que ele quer encarar, contornar e devolver na forma de vantagem ou solução.

“Está satisfeito com a compra realizada?”

O vendedor campeão entende que o valor da satisfação de um cliente é maior que uma venda ou uma comissão que ele venha receber. Procura criar uma relação de longo prazo onde a sua empresa e os clientes possam interagir na forma de um

“ganha-ganha”.

No passado achava-se que os grandes vendedores já nasciam com dom para vender. Hoje, sabe-se que é possível treinar e capacitar profissionais nas áreas ou habilidades que concentram os resultados em vendas. A meta é ser um solucionador de problemas para os clientes. A partir daí, o resto é entusiasmo e atitude mental positiva para comemorar os resultados.

Fonte: Artigos – Varejista

22 DE JUNHO

Sete passos para fazer o cliente comprar novamente na sua loja

“Não suma”. Você com certeza já ouviu essa frase bastante hospitaleira. Porém, para pequenas empresas, clientes que sempre voltam são fundamentais. Para o empresário, é importante entender como manter os clientes. Aqui temos sete ideias e estratégias:

1. Clientes fiéis custam menos do que clientes novos

Estudos mostram que é mais barato trazer um cliente de volta do que atrair novos clientes. Isso faz sentido se pensarmos no custo da propaganda, da mídia e de outras ferramentas para chamar a atenção de clientes novos. Além disso, conquistar um novo cliente pode depender do “momento certo”.

“Os futuros clientes só vão prestar atenção em você quando estiverem prontos para comprar ou trocar de marca”, diz Ed Brennan, diretor de uma empresa de marketing e relações públicas. “Isso significa que você deve tentar atraí-los o tempo todo, para atingir aqueles poucos que estão prontos para escolher a sua empresa”, conclui Ed.

2. Clientes fiéis são propagandas ambulantes

Se um cliente volta, provavelmente é porque gostou do que viu. E, assim, há grandes chances de ele espalhar a notícia e o público virá de graça até você. Estimativas recentes dizem que cada pessoa influencia de 50 a 300 outras pessoas. Imagine quanto tempo um representante de vendas gastaria para atrair 300 clientes. No entanto, ter um cliente cativo e descobrir maneiras para que ele fale da sua empresa aos amigos faz com que você aumente a sua ‘equipe de vendas’ sem ter que gastar mais.

3. Para conquistar clientes, seja consistente

Pode parecer que, para cativar os clientes, basta oferecer bons serviços e produtos. É verdade, mas a qualidade do serviço não pode variar. Os clientes voltam porque são bem tratados todas as vezes.

4. Contrate as pessoas certas

Como os funcionários são a cara da empresa, o comportamento deles e o relacionamento com os clientes podem cativar os clientes e fazer com que eles voltem. Pessoas positivas, amigáveis e que realmente se importam com um bom trabalho são o primeiro passo nessa direção. Qualquer funcionário que vá ter contato com os clientes (desde uma recepcionista até o departamento de cobrança) tem que entender a importância de tratá-los bem.

5. Conheça bem os seus clientes

É difícil criar fidelidade se você não sabe o que os clientes valorizam. Uma maneira de fazer isso é usar um software para ajudar a organizar o relacionamento com os clientes. Mesmo uma empresa pequena, que funcione na casa do seu dono, pode aproveitar um programa como esse.

6. Seja simples

Um cliente fiel é aquele que você conhece. Cultive esse relacionamento da maneira mais pessoal possível. Por exemplo, saiba o nome dos clientes. Para isso, os programas como o BCM ajudam bastante, pois você pode ver as informações dos clientes e tudo o que já compraram quando quiser. Tratar os clientes de maneira pessoal é a melhor vantagem sobre a concorrência. Todo mundo adora entrar em uma cafeteria e ver que o garçom lembrou o seu nome e a sua bebida favorita.

7. Mantenha contato

Mantenha contato com os seus clientes para incentivá-los a voltar. Use um blog na internet, um informativo ou outro veículo para nunca interromper a comunicação. “Enviamos uma carta escrita à mão para agradecer aos nossos clientes quando eles fazem pedidos acima de um determinado valor e incluímos um desconto para a próxima compra”, diz Heather Ledeboer, dona de uma loja de artigos para pais e filhos. “Também temos um blog que oferece informações e damos brindes semanais usando vídeos na internet. Os clientes acabam nos conhecendo e se tornam fiéis à nossa loja.”

Fonte: Site Varejista – Jeff Wuorio, especialista norte-americano em gerenciamento, marketing e tecnologia para pequenas empresas.

19 DE JUNHO

Receita de serviços cresceu 1,7% no mês de abril

O setor de serviços teve alta de 1,7% em abril, em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o setor acumula crescimento de 2,6% em 2015. A expansão, em 12 meses, segundo o IBGE, é de 4,3%. O crescimento de abril representa desaceleração em relação a março, quando a alta havia sido 6,1% em relação ao ano anterior.

O setor que teve o maior crescimento na receita em abril foi o de serviços profissionais, administrativos e complementares, com alta de 6,7%. Essa expansão, no entanto, é dois pontos percentuais menor do que a registrada em março, de 8,7%.

O setor é o que acumula a maior alta em 2015, de 6,2%, e também tem o melhor resultado em 12 meses, com crescimento de 7,9%. A atividade outros serviços teve queda de 2,2%, e a de serviços de informação e comunicação,  de 0,1%.

Fonte: Varejista

18 DE JUNHO

Com efeito calendário, varejo ampliado cresce 0,4% em maio

Após crescer 1,1% em abril ante abril do ano passado, a receita das vendas do comércio varejista ampliado aumentou 0,4% em maio na comparação com o mesmo mês de 2014, já descontada a inflação, mostra o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

A empresa explicou que o resultado foi “impactado negativamente” por efeitos do calendário, com um domingo a mais e uma quinta-feira a menos no mês passado em relação a 2014. Descontados esses efeitos, a companhia ressalta que o ICVA mostra um uma “melhora” no ritmo de crescimento do varejo brasileiro em maio.

A Cielo destaca que, sem o efeito calendário, o indicador aumentou 0,7% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado – resultado melhor do que a estabilidade registrada em abril. Os dados nominais, com ajustes, também indicam essa melhora do setor.

Segundo a empresa, descontado os efeitos, o porcentual de crescimento nominal do varejo seria de 6,9% em maio, maior do que os 5,9% em abril.

Sem o ajuste, contudo, o ICVA de maio aumentou 6,5% em relação ao mesmo mês do ano passado, ante alta de 7,1% registrada em abril, na mesma base de comparação.

A companhia ressalta que o Dia das Mães impactou positivamente o desempenho do comércio varejista, como sempre acontece nos meses de maio. De acordo com a Cielo, a semana que antecedeu a data, comemorada em 10 de maio neste ano, registrou crescimento nominal de 8,6% em receita de vendas, na comparação com a mesma semana que antecedeu o Dia das Mães do ano passado.

No período, o setor de vestuário se destacou, ao liderar a aceleração do comércio. Até então, o segmento vinha apresentando crescimento abaixo da média do varejo nos últimos meses.

IBGE

Na última terça-feira, 16, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados do varejo referentes a abril. No comércio varejista restrito, as vendas em abril, em volume, caíram 0,4% ante março, na série com ajuste sazonal e recuaram 3,5% em relação ao mesmo mês do ano passado, sem ajuste sazonal.

Já as vendas do varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, tombaram 0,3% em abril ante março (com ajuste) e diminuíram 8,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado (sem ajuste).

Fonte: Exame.com

17 DE JUNHO

CNC revisa projeção de vendas do comércio em 2015 para -1,1%

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de -0,4% para -1,1%, a expectativa de vendas do comércio varejista em 2015. Esta é a quarta revisão para baixo realizada pela entidade, “diante da perspectiva de continuidade na tendência de encarecimento dos recursos no mercado de crédito e de novas quedas na confiança do consumidor”.

A nova projeção foi divulgada na última terça, após as vendas do comércio varejista brasileiro registrarem recuo de 0,4% em abril, na comparação com março, e queda 3,5%, em relação a abril de 2014. Este foi o pior resultado para o mês desde 2003, quando o recuo foi de 3,7%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em comparação com março, também foi o pior abril desde 2003, quando a queda também foi de 0,4%. No acumulado do ano, de janeiro a abril, a queda é de 1,5%.

“Claro que o comércio está passando por dificuldade. O comércio vem refletindo a dificuldade da economia, por preços que estão subindo, e a renda que está comprometida. [A queda de] 3,5% [na comparação com abril de 2014] reflete mais o resultado do comércio. Quando coloca ampliado [varejo mais veículos, motos e peças], a queda é maior ainda por causa dos veículos que vêm em queda livre”, analisou Juliana Vasconcellos, gerente de Serviços e Comércio do IBGE.

Pesquisa mensal

A Pesquisa Mensal do Comércio apontou que as maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos, -16%, e livros, jornais, revistas e papelaria, -9,1%.

As vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos apresentaram o melhor desempenho ante os demais setores, cresceu 6,2%), “evitando, assim, uma queda mais expressiva do indicador”.

Varejo ampliado

Para o varejo ampliado – que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, a entidade projetou queda de 6,5% ante 2014, principalmente em decorrência da perda de força do setor automotivo (- 24,6%).

“Entretanto, a perspectiva de perda de força da inflação na segunda metade do ano deverá propiciar alguma recuperação dos setores especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, como alimentos, medicamentos e combustíveis”, afirmou Fabio Bentes, economista da Confederação, em nota.

Fonte: Varejista