Arquivo mensais:outubro 2015

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Serviço de Proteção ao Crédito completa 60 anos no mercado

Uma das instituições mais antigas do setor varejista de bens e serviços, conhecida popularmente como SPC, o Serviço de Proteção ao Crédito completou 60 anos de atividades neste mês de outubro. Dono do maior banco de informações sobre pessoas físicas e jurídicas da América Latina, o SPC Brasil, como viria a ser chamado a partir de 2000, tem acesso a dados de 26 milhões de empresas de todos os segmentos da economia e de 150 milhões de consumidores residentes de todos os estados brasileiros.

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior, aproximadamente um milhão de pontos de vendas usufruem dos serviços oferecidos pela instituição.

“Ajudar no desenvolvimento do comércio é o grande legado do SPC nesses 60 anos”, afirma. “Após o surgimento do SPC foi possível criar um ambiente de negócios mais seguro no país, democratizando o acesso ao crédito e fomentando o consumo e o fortalecimento da economia do Brasil como um todo.”

Sendo uma das instituições de referência no mercado, o SPC Brasil divulga constantemente seus indicadores e pesquisas para a imprensa, com temas ligados à economia, finanças pessoais e negócios. Além de um portfólio de serviços que atendem as necessidades de empresas, também foi lançado, em 2014, o Portal Meu Bolso Feliz, para incentivar a educação financeira entre os consumidores brasileiros.

Como surgiu o SPC Brasil?

O Serviço de Proteção ao Crédito foi criado em 1955, época em que ainda não existia CPF e em que poucos brasileiros tinham acesso a bancos, cartões de crédito e cheque. A iniciativa foi de um grupo de empresários gaúchos, que se reuniu para trocar informações sobre os pagamentos de seus clientes.

As centrais de dados dos primeiros SPCs armazenavam fichários com informações sobre os consumidores que compravam a prazo nas lojas e não pagavam. O telefone ainda era vantagem de poucos e as consultas para vendas a prazo eram feitas presencialmente na central de informações. Por isso, toda vez que uma loja precisava consultar algum cliente para vender a prazo, era necessário que o comerciante mandasse alguém para checar se o nome da pessoa estava no fichário.

Nos anos 70, o investimento em infraestrutura em estradas fez com que as pessoas atravessassem grandes distâncias para fazer compras. Com isso, ocorre o crescente aumento de consultas ao SPC – que exigiu mais agilidade do processo – além da expansão do serviço para outras regiões. Surgiu, então, o Departamento de Atendimento aos SPCs, ligado à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), com a proposta de organizar os serviços em todo o Brasil.

Em outubro de 2000, foi criado o SPC Brasil, ligado ao Sistema CNDL – a mais antiga entidade representativa do comércio lojista, reunindo as federações (representação local nos estados) e as câmaras de dirigentes lojistas (representação local nos municípios).

“Essa foi uma importante conquista para instituir uma base única de informações de entidades de todo o Brasil e automatizar o processo de análise e decisão do crédito, com mais qualidade e eficiência para as empresas terem maior poder de recuperação e evitarem a inadimplência, em sintonia com as evoluções tecnológicas e a difusão da internet”, explica o presidente.

29 DE OUTUBRO

Como inovar no varejo

A palavra inovação faz e fará parte cada vez mais do vocabulário das empresas. Trata-se de um aspecto essencial para a sobrevivência no mercado. É preciso buscar aquele “algo mais”, se diferenciar da concorrência.

Mas o que significa inovar no varejo? Inovar é trazer novas tecnologias para o atendimento ao cliente? É atender o consumidor de forma inusitada? É formatar um novo ambiente de loja? Criar uma nova experiência de compra? Inovar pode ser tudo isso.

O lojista precisa definir a inovação que mais faz sentido para a sua empresa e qual dessas ações, de fato, terão impacto positivo no cliente, resultando em mais satisfação e vendas. O mais importante é descobrir como encantar o consumidor, trazendo uma experiência nova de consumo.

Segundo Professor Gláucio, coordenador do Gestão Super Simples, é um erro pensar que inovação está diretamente ligada à tecnologia.

“Sempre cito o conceito da Associação Nacional de Pesquisas e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei): inovação é a implementação de um produto, bem ou serviço novo ou significativamente melhorado. Ou seja, uma melhoria ou algo novo já pode ser uma inovação. No varejo, os campos de inovação são os mais diversos, como novos layouts de loja, novas formas de crédito, canal de venda e canal de distribuição (entrega), entre outros”, explicou.

Professor Gláucio disse que encontra um erro recorrente na venda que dificulta as ações que podem encantar clientes: lojas que não fazem o cadastro do consumidor. Essa prática não permite a geração de um banco de dados e, portanto, não há como fazer o que mais encanta as pessoas: relacionamento.

“Estamos na era da alta conectividade. As redes sociais permitiram a todos conhecer a vida um do outro, participando ativamente. Queremos estar conectados, queremos saber mais, e o varejo precisa se inserir nesse meio, mas não com práticas simples como cartão de aniversário, ou ligar para oferecer promoções. Isso é só o básico. Precisamos nos relacionar, trocar informações, oferecer conteúdo que interessa ao consumidor, e somente fazer ofertas que fazem sentido”, destacou.

Para isso, o lojista necessita do banco de dados, de práticas e ferramentas para a gestão do relacionamento com o consumidor. “Você só encanta com relacionamento. É assim na vida, é assim na relação comercial”, frisou Professor Gláucio.

Cliente está menos tolerante a erros

O novo consumidor é mais informado, exigente e consciente, mas continua querendo as mesmas coisas, acredita o empresário Leonardo Carraretto, sócio-diretor da WIS Educação.

“Ele quer ter o seu problema resolvido. A diferença é que hoje o consumidor está mais intolerante a erros. Como a informação está acessível a todos, ele não aceita mais ser mal atendido, saber mais que o vendedor, entre outros erros que observamos nas lojas. Para encantá-lo, é preciso investir nas características humanas, como atenção, gentileza, cordialidade e capricho. É simples, mas não é fácil”, afirmou.

Para Carraretto, é importante que, antes de lançar mão de ferramentas tecnológicas, o lojista faça o dever de casa. Caso contrário, as mídias digitais só vão ampliar os erros já cometidos. “Mas isso não deve ser desculpa para não adotar tecnologia. É essencial sair do marasmo e do comodismo e começar a fazer”, orientou.

O empresário ressaltou que, para inovar, o lojista precisa aprender a resolver problemas de uma forma diferente do comum. Hoje, por exemplo, o cliente quer consumir em qualquer lugar. Por isso, encontrar formas de facilitar a vida do consumidor é fundamental.

“Muitas vezes, buscamos resolver as situações difíceis do dia a dia de uma maneira já conhecida para poupar ‘gasto extra de energia’. É assim que muitos negócios no Brasil vão desaparecendo. A inovação garante que o varejo se adapte às novas realidades”.

Os principais desafios no caminho

 E quais os maiores desafios para a inovação? Na opinião do Professor Gláucio, é a capacidade de incluir as pessoas da empresa nesse processo. Para isso, ele sugere a utilização do modelo Canvas BMG, uma das mais recentes ferramentas para auxiliar o empresário a elaborar o plano de negócio da sua organização.

“Para pequenos varejistas, com um número menor de funcionários, seria de grande valia, e até inovador, chamar clientes e fornecedores para participar da construção desse Canvas, que só pode ser aplicado com o envolvimento de profissionais de diversos níveis hierárquicos”, explicou.

Já o empresário Leonardo Carraretto acredita que o principal desafio é se abrir para a necessidade de inovar.

“A inércia faz parte da natureza humana. E não basta qualquer um inovar. Tem que ser o lojista, o dono. Ele tem que estar disposto. O segundo maior desafio é que em 95% das vezes que alguém quer inovar, acaba falhando. Ou seja, nem sempre a pessoa acerta de primeira. E muitas desistem. É preciso persistência para inovar”, ressaltou.

Por mais desafiador que seja, o fato é que, sem inovação, não há sobrevivência no mercado, afirmaram os especialistas.

“O varejista deve entender que, para inovar, não é imprescindível alta tecnologia ou grandes investimentos. Fundamental é ter disposição, técnica e cooperação. As inovações garantirão a sobrevivência nessa e em outras crises, elas são a chave para a perenidade das organizações”, afirmou Professor Gláucio.

Fonte: Revista Perfil Lojista

28-DE-OUTUBRO

Com o Cadastro Positivo, conseguir crédito pode ficar mais fácil, diz SPC Brasil

Você sabia que pagar as contas em dia pode facilitar a sua vida na hora de conseguir crédito ou comprar a prazo? Poucas pessoas sabem, mas desde 2013 o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) vem construindo um banco de dados diferente e que, em breve, deve viabilizar muitas vantagens para os consumidores que parcelam suas compras.

É o Cadastro Positivo. Ao contrário do cadastro de registro negativo, no qual o consumidor tem seu nome inscrito no rol de consumidores que atrasam as contas, o Cadastro Positivo foi criado para que a pessoa física ou jurídica possa ser avaliada pelo seu bom histórico de pagamentos.

Para dar mais visibilidade a este benefício, o Serviço de Proteção ao Crédito e as entidades que compõem o sistema CNDL têm participado, nos últimos meses, de diversos eventos e campanhas de captação de autorizações de pessoas que desejam aderir ao novo sistema.

No último dia 22 de agosto, foi a vez de outras nove entidades (Câmaras de Dirigentes Lojistas) marcarem presença no Dia Nacional da Construção Social, evento realizado pelo Fórum de Ação Social e Cidadania da CBIC em parceria com o Sinduscon (Serviço Social do Sindicato da Indústria da Construção Civil) e o Sesi (Serviço Social da Indústria).

Os participantes do evento puderam conhecer um pouco mais as vantagens do Cadastro Positivo, que poderá facilitar a vida do consumidor no momento da aquisição de um empréstimo ou financiamento, já que essas informações poderão ser utilizadas pelo mercado como ferramenta para análise e reconhecimento do bom pagador.

“Com as informações do Cadastro Positivo, as financeiras, os bancos, as lojas e demais estabelecimentos comerciais contarão com mais informações para conceder o crédito ou realizar a venda a prazo, podendo praticar melhores condições comerciais”, disse o superintendente do SPC Brasil, Nival Martins.

Fonte: SPC Brasil

27 DE OUTUBRO

Conheça o Projeto CDL Jovem Gourmet

A CDL Jovem Vitória criou o projeto CDL Jovem Gourmet, uma oportunidade para os jovens empresários, donos de restaurantes, bares, lanchonetes e bufês, divulgarem seus pratos e sua marca para membros da entidade.

A empresa interessada fica responsável pelo jantar servido durante a reunião plenária da CDL Jovem e tem um espaço para apresentar o seu estabelecimento. A marca também é divulgada no Facebook e no Instagram da entidade do setor lojista.

As empresas Protein House, Los Chicos, Katsumi, Lancheteria e Urbanos Gourmet Burgers já participaram do projeto.

As reuniões plenárias da CDL Jovem Vitória ocorrem toda primeira quarta-feira do mês. Mais informações: 3232-2083.

23 DE OUTUBRO

Confira nova pesquisa do Dia das Crianças

Em recente pesquisa sobre o Dia das Crianças, realizada entre os dias 24 de setembro e 9 de outubro, a CDL Vitória apurou que 75,49% dos consumidores da capital pretendiam comprar presente para as crianças, enquanto 23,53% disseram que não tinham intenção de gastar com a data e 0,98% não respondeu.

A pesquisa de balcão indicou também que a maior parte dos consumidores – 28,43% – presentearia a garotada com roupas; 17,65% comprariam brinquedos; 13,73% comprariam celular e 7,84% tinham a intenção de comprar calçados. Ao todo, 20,59% não responderam.
A maior parcela dos entrevistados (50%) pretendia fazer suas compras no comércio de rua e 25,49% informaram que comprariam o presente em shoppings – 18,63% não responderam.

Conforme o levantamento, 21,57% pretendiam gastar de R$ 101 a R$ 250; 20,59%, entre R$ 51 e R$ 100; 17,65%, até R$ 50; e 14,71%, acima de R$ 501. No total, 19,61% não responderam.
A pesquisa completa está disponível na CDL Vitória. Em breve, a entidade divulgará novos estudos.

22 DE OUTUBRO

Novos insumos para concessão de crédito

Para auxiliar nas estratégias de concessão de crédito a pessoas físicas e jurídicas, o SPC Brasil desenvolveu novos insumos a serem disponibilizados nos produtos do Faturamento Mínimo. As soluções são: Alerta de Identidade PF, Alerta de Óbito Simples, Faturamento Presumido PJ e Limite de Crédito PJ.

O Faturamento Presumido PJ disponibiliza o faturamento líquido anual estimado da empresa nos últimos 12 meses. Baseado em informações cadastrais e comportamentais, é calculado por metodologia estatística, permitindo ao cliente ajustar as oportunidades de negócio de acordo com o potencial da empresa consultada.

O Limite de Crédito PJ possibilita uma sugestão de limite de crédito ajustado ao perfil de risco de cada empresa, de acordo com os seus dados cadastrais e uma análise econômico-financeira, informando sua atividade no mercado para facilitar a estruturação de sua operação de crédito.

O Alerta de Óbito confronta os dados informados na consulta do CPF com as informações presentes na base de óbito do SPC. Se constatado óbito sobre o CPF informado, o sistema emitirá um alerta automaticamente. A solução ajuda a empresa na análise de concessão de crédito em nome de pessoas falecidas, trazendo maior segurança na venda.

Já o Alerta de Identidade PF pode auxiliar o associado a realizar uma transação comercial mais segura ao indicar a necessidade, ou não, de verificação de documentos adicionais de identificação do consumidor, como documentos pessoais, comprovantes de endereço/telefone e/ou referências pessoais.

A CDL Vitória oferece essas e outras soluções do SPC. Confira!

 

21 DE OUTUBRO

Participe da nova campanha de Natal das CDLs

As CDLs da Grande Vitória preparam uma grande campanha de fim de ano, chamada “Natal Premiado”. A ação será realizada em parceria com a Rede Gazeta, no período de 10 de novembro a 28 de dezembro, e poderão participar empresas da região metropolitana e suas filiadas/coligadas.

Ao todo, vão ser sorteados cinco caminhões de prêmios (no valor de R$ 15 mil cada) e uma carreta de prêmios (no valor de R$ 25 mil). A cada R$ 50,00 em compras nos estabelecimentos participantes da promoção, o consumidor já poderá concorrer a esse presentão de Natal.

“A campanha será bem abrangente este ano. O Natal sempre tem apelo, as pessoas fazem questão de se presentear. Então, mesmo nesse momento mais delicado, acreditamos que a ação irá fomentar o comércio”, afirmou o presidente da CDL Vitória, Carlo Fornazier. Lojista, garanta já a sua adesão!

20 DE OUTUBRO

Conheça os benefícios do E-mail Seguro

O projeto E-mail Seguro, desenvolvido pelo Departamento Jurídico da CDL Vitória, se transformou em uma importante ferramenta para facilitar a comunicação da entidade com o Poder Judiciário.

O sistema permite enviar e receber e-mails com segurança jurídica, pois são utilizados mecanismos que possibilitam o rastreamento do envio e do recebimento das informações por meio do Certificado Digital no padrão ICP-Brasil.

“Recebemos, por ano, cerca de 2.500 a 3 mil ofícios do Judiciário determinando baixas de registros de inadimplência. Em vez de responder pelo modo tradicional, via Correios, passamos a nos comunicar pelo E-mail Seguro”, explicou o advogado Wagner Júnior Corrêa, chefe do setor jurídico da CDL Vitória.

Ele destacou que uma das maiores vantagens do projeto é a celeridade processual: o cumprimento da determinação judicial via Correios demorava cerca de seis meses. Com o E-mail Seguro, a resposta está no processo em até 48 horas.

“Agora, quando uma pessoa entra na Justiça alegando que seu nome foi negativado indevidamente e o juiz entende que realmente houve irregularidade e solicita a retirada do nome do banco de dados do SPC, ela não precisa mais aguardar seis meses para isso ocorrer”, disse Wagner. Ele acrescentou que o serviço de comunicação eletrônica também trouxe benefícios ambientais (eliminação de papel) e financeiros (redução de gastos com os Correios).

No dia 16 de outubro, a CDL Vitória fez uma palestra sobre o projeto no Encontro Estadual dos Juizados Especiais, na Associação de Magistrados do Estado (Amages), que contou com a participação de 80 juízes.

Vale destacar que o E-mail Seguro também concorreu ao Prêmio Innovare, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

19 DE OUTUBRO

Cerca de 11 empresas fecharam por dia no Espírito Santo apenas neste ano, diz Fecomércio

No período de oito meses, de janeiro a agosto deste ano, pelo menos 2.700 empresas capixabas fecharam as portas. Isso significa dizer que mais de 11 estabelecimentos encerram suas atividades diariamente no Espírito Santo em 2015. A informação é da Fecomércio-ES, que prevê mais baixas para os próximos meses.

Em apenas três meses, houve um aumento de 72,5% de empresas que fecharam no Estado. O dado é constatado quando comparamos o número atual com os primeiros divulgados pela Junta Comercial – que mostraram: de janeiro a maio deste ano, 1.565 empresas encerram suas atividades.

No comércio varejista, a situação é a mesma. O cenário é retrato da crise econômica e da queda das vendas registradas no setor. Em agosto, as vendas do comércio varejista brasileiro registraram sua 7ª queda consecutiva (-0,9%), de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. No Espírito Santo, a queda registrada no mesmo mês foi de 2,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Pior ano

João Elvécio Faé, vice-presidente da Fecomércio, afirmou que 2015 é o pior ano para o setor varejista desde 2003. “O comércio todo está sentindo de modo geral. A Dadalto fechou diversas lojas, tem a Ponto Frio. Outras estão fechando também. O comércio está em uma dificuldade muito grande de modo geral. A perspectiva de crescimento de vendas para o Natal é perto de zero”, afirmou à Rádio CBN Vitória.

Enquanto no cenário nacional os segmentos mais afetados são os de combustíveis e vestuário, no Espírito Santo não há apenas um em evidência: a crise atinge todos eles, inclusive o de serviços, que sempre consegue ter um desempenho melhor do que os demais, segundo Faé.

“É a falta de dinheiro mesmo. Não é outro motivo. A economia está estagnada, com os juros altos. Inclusive, já tem setores buscando empréstimos para pagar folha”, disse.

Menos temporários

Com os dados da CDL de Vitória, que apontam queda de vendas de 12% em setembro, comparado ao mesmo mês do ano anterior e baixas de 9% também no Dia das Crianças, o futuro das contratações temporárias para o fim do ano fica comprometido.

A Fecomércio aposta em queda de vagas em torno dos 20%. Já para Geraldo Calenzani, gerente operacional da CDL Vitória, “como já existe uma ociosidade de mão de obra nas empresas, devido à diminuição das vendas, os lojistas devem aproveitá-la no final do ano”.

As contratações temporárias devem atrasar. Se antigamente já em setembro começava a procura, agora isso deve ocorrer apenas em meados de novembro. A prioridade, segundo ele, deve ser para pessoas com experiência, já os que os lojistas pretendem economizar nos gastos com treinamento.

Fonte: Rádio CBN Vitória