Arquivo mensais:setembro 2016

30 de setembro

Hora de ir às urnas

Neste domingo (3/10), os brasileiros mais uma vez vão às urnas para escolher os candidatos que representam melhor os seus interesses e os de seu município. É um momento muito importante para os cidadãos, pois nas cidades são aplicadas as políticas públicas que mais influenciam a vivência das pessoas, como programas relacionados à saúde, ao meio ambiente e à educação.

Ou seja, prefeitos e vereadores exercem um papel essencial na implementação desses projetos, por isso, é fundamental que todos façam um voto consciente.

“Acompanhar o desempenho de representantes da coletividade torna-se estratégico na medida em que os valores republicanos tão propalados têm de ser preservados. Isso significa garantir direitos das minorias, mas também e, principalmente, das maiorias”, afirmou o professor doutor do Departamento de História da Ufes, Carlos Vinícius Costa de Mendonça.

Mas qual seria a fórmula para votar consciente? Bom, a primeira dica é acompanhar com mais atenção e critério tudo que ocorre em sua cidade, estado e país.

“Nem todos compreendem a influência que as decisões políticas têm em suas vidas cotidianas, goste-se ou não de política. Nesse sentido, seria importante participar e acompanhar mais o que se passa no cenário político”, disse Vitor de Angelo, professor do mestrado em Sociologia Política da UVV e doutor em Ciências Sociais.

Segundo ele, não há uma receita para se identificar um bom político. “Dizer que alguém é ‘bom’ é um juízo de valor. Portanto, depende muito do que cada um considera ‘bom’. No entanto, sem dúvida alguma, é um bom político aquele que trabalha responsivamente para representar sua base eleitoral”.

“É a oportunidade de melhorar”

Para o presidente da CDL Vitória, Cláudio Sipolatti, o lojista deve estar preparado para votar em candidatos bem preparados e que o representem, pois essa é a oportunidade que ele tem de melhorar a situação do seu município e, consequentemente, do país. “É hora de ser um cidadão que ajuda a decidir o futuro do Brasil”, afirmou.

O professor Carlos Vinícius acredita que a categoria dos lojistas tem que procurar legitimar candidatos que conheçam a complexidade do setor e as suas demandas mais substantivas: redução de impostos, segurança, desburocratização e concorrência desleal.

“Os lojistas também podem orientar os seus colaboradores para não venderem seus votos. Antes de pensar em vantagens pessoais, o eleitor deve pensar na coletividade: o que as pessoas que me rodeiam querem? É esse questionamento que precisa ser feito”, ressaltou Sipolatti.

Eleitor precisa fiscalizar

O trabalho do eleitor não acaba após as eleições. Afinal, o processo eleitoral é apenas uma primeira etapa de um longo ciclo, que se repete a cada quatro anos.

Definidos os eleitos, é importante que cada cidadão acompanhe e fiscalize o trabalho de seus representantes, especialmente aqueles que ajudou a eleger.

“Atualmente, com a revolução tecnológica, ficou mais fácil acompanhar as ações dos políticos e das autoridades que nos representam. A transparência passou a ser uma realidade no imaginário coletivo brasileiro”, afirmou o professor Carlos Vinícius de Mendonça.

O professor Vitor de Angelo concorda que é importante monitorar o poder público, mas disse que é um peso muito grande atribuir ao eleitor, que é um cidadão com outros afazeres, o papel de acompanhar o mandato.

“Esse é um problema a ser enfrentado pelo nosso modelo político. Hoje, essa ‘fiscalização’ fica por conta de ONGs, associações das mais diversas e lideranças isoladas, em vez do eleitor comum. Por isso, poderíamos pensar em que medida as instituições políticas colaboram para que, uma vez eleitos, os políticos fiquem distantes daqueles que os elegeram. Mudar isso seria uma alternativa”, avaliou.

29 de setembro

Empréstimos e cartões de loja são os principais vilões da inadimplência

Uma pesquisa nacional realizada apenas com consumidores inadimplentes pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que as dívidas bancárias continuam sendo as principais causadoras do ‘nome sujo’. De acordo com o levantamento, sete em cada dez (76,1%) entrevistados que contrataram algum empréstimo estão inadimplentes porque não pagaram as parcelas em dia. As compras feitas no cartão de loja aparecem logo em seguida, deixando 73,1% dos seus usuários com o nome no cadastro de devedores. Os percentuais se mantiveram estáveis na comparação com o ano passado (74,5% para empréstimos e 74,6% para cartões de loja), mas apresentaram alta na comparação com 2014, período em que a crise econômica ainda não havia atingido o seu auge.

Pagamentos atrasados no crediário ou carnê (62,5%), as parcelas pendentes no cartão de crédito (62,1%) e o cheque especial (46,9%) vêm em seguida como as modalidades de crédito que mais levaram os entrevistados à inadimplência. Essas duas últimas modalidades mostraram queda significativa frente a 2015, quando as porcentagens haviam sido de 73,6% para o cartão de crédito e de 67,8% para o cheque especial.

“No atual momento de incertezas na economia é importante que os consumidores sejam conservadores com o bolso e tenham alguns cuidados na hora de adquirir novas dívidas. Em especial se as dívidas são no cartão de crédito ou no cheque especial, já que os juros cobrados nestas modalidades são os mais caros do mercado. Em alguns casos, podem ultrapassar até 450% ao ano”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

15% atrasam contas de telefone e 9% mensalidades escolares

O estudo ainda revela que não são apenas as dívidas bancárias levam os consumidores a lista de inadimplentes. Muitos estão com restrição ao crédito porque deixaram de pagar em dia contas com algum tipo de serviço não necessariamente ligado aos bancos. Neste caso, a principal conta responsável por deixar os consumidores com o nome sujo é a de telefone fixo e celular, citada por 14,7% dos entrevistados que possuem esse tipo de compromisso (em 2015 o percentual de atrasos era de 21,7%). Em segundo lugar aparecem as pendências com mensalidades escolares, citadas por 9,1% dos entrevistados (em 2015 eram 16,0%). Atrasos junto às operadoras de TV por assinatura (7,1%), plano de saúde (6,8%), contas de água e luz (6,1%), aluguel (2,2%) e mensalidade do condomínio (2,2%) completam o ranking dos ‘vilões da inadimplência’, quando se tratam das dívidas não bancárias.

Na crise, brasileiro compromete menos o orçamento com dívidas

Embora a inadimplência apresente patamar elevado em alguns tipos de dívidas, o consumidor brasileiro está evitando assumir novos compromissos financeiros. A pesquisa do SPC Brasil mostrou queda no percentual de inadimplentes que admitiram ter contas assumidas frente a 2015, estivessem elas em dia ou em atraso, em praticamente todos os compromissos pesquisados.

Dentre as dívidas bancárias, o maior recuo foi observado no cartão de crédito. Em 2014, 69,9% dos inadimplentes entrevistados tinham essa modalidade de conta como um compromisso fixo do seu orçamento – estivessem elas atrasadas ou não -, percentual que recuou para 57,5% em 2015 e agora caiu ainda mais para 40,4% em 2016. Também houve recuo do cartão de loja: de 61,2% em 2014 para 55,2% em 2015 e finalmente para 47,5% em 2016. A única dívida bancária que aumentou a sua incidência entre os inadimplentes na comparação frente ao ano passado foi o financiamento de automóvel, que passou de 10,0% em 2015 para 12,8%.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior a tendência a assumir menos compromissos financeiros reflete o momento econômico do país em que os bancos e comércio estão mais seletivos para conceder crédito e o consumidor menos confiante para se endividar. “O cenário de incerteza econômica leva o brasileiro a evitar assumir compromissos financeiros desnecessários, além de resultar, muitas vezes, em cortes de gastos como forma de conseguir fechar as contas do mês. Com a inflação em patamares elevados, o aumento dos índices de desemprego, e a redução da massa salarial, a confiança do consumidor acaba sendo afetada”, explica Pellizzaro Junior.

No setor de serviços também foi observada uma redução na quantidade de compromissos assumidos. O percentual de consumidores inadimplentes que destinam parte de seus rendimentos para pagar contas de água e luz caiu de 65,0% em 2015 para 57,6% em 2016. O mesmo aconteceu com os entrevistados que têm despesas fixas com contas de telefone (de 50,7% para 41,9% em um ano), aluguel (de 25,3% para 22,8%), mensalidade de plano de saúde (de 18,2% para 12,1%) e compromissos escolares, como colégio ou faculdade (de 15,7% para 9,1%).

Inadimplente escolhe pagar primeiro as contas de primeira necessidade e financiamento da casa

Um dos grandes dilemas para quem está inadimplente é escolher as contas que devem ter o pagamento priorizado em detrimento de outras, caso não seja possível fechar o mês com todas elas em dia. Dentre os compromissos financeiros que estão quitados assumidos pelos consumidores inadimplentes, o principal destaque são as dívidas não bancárias, em especial aquelas ligadas ao aluguel e plano de saúde. No primeiro caso, 94,9% dos inadimplentes que têm esta pendência estão com os pagamentos em dia; no caso do plano de saúde, a participação dos que têm esta conta em dia chega a 91,8%. Outros compromissos que os inadimplentes costumam pagar majoritariamente em dia são o condomínio (91,3%), TV por assinatura (87,9%) e contas de água e luz (85,6%). Todas essas alternativas mostraram um leve aumento, dentro da margem de erro, na comparação com 2015.

Já no caso das dívidas bancárias, as que os consumidores inadimplentes mais pagam em dia são as parcelas do financiamento da casa própria (75,8% frente a 67,5% verificado em 2015), seguida pelo crédito consignado (50,0% contra 40,8% no ano passado), que é descontado em folha de pagamento, e pelo financiamento do automóvel (48,1% ante 40,0% em 2015). “De modo geral, inadimplentes tendem a priorizar o pagamento de contas básicas e de financiamentos, que implicam na tomada do bem ou no corte de fornecimento caso haja atrasos no pagamento . A dica que fica é que o consumidor avalie toda a sua situação financeira e de dívidas para compreender a real capacidade de pagamento daquilo que está em atraso, buscando uma renegociação.

Caso não seja possível pagar as pendências com o orçamento atual, ele deve buscar um empréstimo com juros menores do que os cobrados na dívida que tem, ou procurar formas de incrementar seu orçamento”, alerta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 602 consumidores inadimplentes de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de 4,0 pontos percentuais com margem de confiança a 95%.

Fonte: CNDL

28 de setembro

Confiança da indústria atinge maior nível desde julho de 2014

A confiança da indústria aumentou e atingiu o maior nível desde julho de 2014. O avanço do indicador foi de 2,1 pontos, para 88,2 pontos, o maior nível desde julho de 2014, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Dos 19 segmentos da indústria pesquisados, 12 registraram alta, influenciada tanto pela melhora das expectativas quanto das avaliações sobre a situação atual.

“Em setembro o ICI retoma a trajetória de alta iniciada em abril, depois de breve interrupção no mês anterior. O setor continua desapontado com a lentidão da recuperação da demanda interna, mas começa a apresentar maior otimismo no horizonte de seis meses”, afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, por meio de nota.

O Índice de Expectativas (IE) avançou 2,5 pontos, para 89,8 pontos, o maior desde junho de 2014 (90,3 pontos). O indicador que mede o grau de otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes exerceu a maior contribuição para a alta do subíndice, atingindo o maior patamar desde dezembro de 2014 (91,0 pontos).

Já o Índice da Situação Atual (ISA) aumentou 1,5 ponto, para 86,7 pontos, o maior desde janeiro de 2015 (88,4 pontos). A melhora nas percepções sobre o momento presente foi influenciada pela evolução favorável dos estoques.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) aumentou 0,9 ponto percentual em setembro em relação ao mês anterior, para 74,7%, o maior desde dezembro de 2015.

Fonte: G1 Economia

27 de setembro

Palestra sobre como organizar a vida financeira

É possível driblar a crise econômica, desde que haja disciplina e mudanças de atitude. A afirmação é da especialista em educação financeira e gestão empresarial Lorena Milaneze, que apresentará a palestra “Como organizar minha vida financeira e realizar sonhos”, no auditório da CDL Vitória, no dia 6 de outubro, a partir das 19 horas.

A palestra é baseada na famosa metodologia DSOP, fundamentada nos seguintes pilares: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar.

A metodologia DSOP desenvolve competências fundamentais para que as pessoas aprendam a lidar com as questões financeiras com segurança e consciência.

O objetivo é mudar hábitos e comportamentos arraigados sobre o dinheiro, substituindo-os por uma nova atitude, mais saudável e sustentável.

Ao assimilar o conhecimento integrado proposto pela metodologia DSOP e empregá-lo nas situações e necessidades impostas pela vida prática, é possível conquistar o equilíbrio financeiro, fundamental para o bem-estar individual e social.

Participe e conquiste a sua sustentabilidade financeira!

Saiba mais
Data: 06/10
Horário: 19h às 20h30
Local: auditório CDL Vitória
Investimento: R$ 50,00
Inscrições e mais informações: 3232-2084 ou cursos@fundacaocdlvitoria.com.br

26 de setembro

Mercado financeiro baixa estimativa de inflação para 2016 e 2017

Os economistas das instituições financeiras baixaram sua expectativa de inflação para 2016 e para 2017, ao mesmo tempo em que também previram uma contração menor do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.

As expectativas foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (26), por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de 100 instituições financeiras foram ouvidas.

A estimativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano recuou de 7,34% para 7,25% na semana passada. Mesmo assim, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para 2016.

Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação passou de 5,12% para 5,07%, informou o BC. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% – fixado para 2017 – mas ainda longe do objetivo central de 4,5% para o IPCA no período.

A revisão para baixo das estimativas de inflação do mercado para 2016 e 2017 aconteceu após a divulgação, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Índice de Preços ao Consumidor – Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, que, em setembro, atingiu o menor patamar para este mês desde 2009.

O BC tem informado que buscará “circunscrever” o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%), e também fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017.

Produto Interno Bruto

Para o PIB de 2016, a previsão do mercado financeiro passou de um encolhimento de 3,15%, na semana retrasada, para um “tombo” menor, de 3,14% na última semana.

Com a previsão de um novo “encolhimento” do PIB neste ano, essa também será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. No ano passado, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos.

Para o comportamento do Produto Interno Bruto em 2017, porém, os economistas das instituições financeiras baixaram sua previsão de uma alta de 1,36% para um crescimento menor, de 1,30%, informou o BC.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Taxa de juros

O mercado financeiro manteve, na última semana, a previsão para a taxa de juros no fim de 2016 em 13,75% ao ano. Atualmente, os juros estão em 14,25% ao ano. Com isso, a estimativa do mercado é de corte dos juros até o fim de 2016.

Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros ficou estável em 11% ao ano – o que pressupõe uma queda maior dos juros no ano que vem.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados.

As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Quando julga que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, o BC pode baixar os juros.

Câmbio, balança e investimentos

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 caiu de R$ 3,30 para R$ 3,29. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar ficou estável em R$ 3,45.

A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 permaneceu inalterado em US$ 50 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit caiu de US$ 47,3 bilhões para US$ 46,8 bilhões.

Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu inalterada em US$ 65 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas continuou também em US$ 65 bilhões.

Fonte: G1 Economia

19 de setembro 250

Domingo é dia do Pedalar para Respirar!

Para estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou à moto, a CDL Jovem Vitória realizará o 8º Pedalar para Respirar, neste domingo (25/09), evento que já faz parte do calendário oficial da cidade.

Centenas de ciclistas sairão da Praça do Papa, na Enseada do Suá, seguirão em direção ao Clube Álvares Cabral, passarão pelo Centro, Vila Rubim e Ponte Seca, darão a volta próximo ao Porto de Vitória e voltarão para a Praça do Papa.

Segundo o presidente da CDL Jovem, Bruno Mazzei, a ideia é incentivar as pessoas a experimentarem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, e também a carona solidária.

“Queremos chamar a atenção para o aumento da poluição provocada pelos veículos motorizados, prejudicando a qualidade de vida da população, e estimular um estilo de vida saudável. Vale lembrar que a Ponte Seca, que faz parte do trajeto, foi reaberta recentemente, após ficar alguns meses em reforma. É importante que o cidadão de Vitória utilize e valorize esse novo espaço que foi restaurado”, afirmou Mazzei.

Como participar

Para participar do 8º Pedalar para Respirar, basta doar dois quilos de alimentos não perecíveis ou R$ 10 na loja Armazém da Bicicleta, na Avenida Leitão da Silva, ou na rede de farmácias Mônica. A pessoa receberá um tíquete para retirar o kit do passeio, contendo camisa e viseira. Os kits serão entregues no dia do evento, na Praça do Papa, a partir das 7h30.

Na concentração do Pedalar, haverá aferição de pressão, distribuição de água e uma mesa de frutas para os participantes. Os ciclistas também farão alongamento auxiliados por um personal trainer.

Para garantir a segurança de todos, batedores da Guarda Municipal vão organizar o trânsito durante o trajeto. Além disso, membros da Federação Capixaba de Ciclismo formarão um cordão de isolamento para manter a unidade do grupo.

Neste ano, na chegada do percurso, haverá foodbikes e um DJ animando as pessoas. “Com esse evento, também esperamos alertar os órgãos competentes para a necessidade de segurança nas ciclovias”, acrescentou Mazzei.

Participe do Pedalar para Respirar

Segundo o presidente da CDL Jovem Vitória, Bruno Mazzei, é importante que as pessoas participem de eventos como esse para que continue havendo uma mudança de cultura na população.

“Eventos como o Pedalar para Respirar têm seu papel social, pois mobilizam a população e os governantes a pensar de forma diferente e a desenvolver novas políticas públicas. No passado, as pessoas se mobilizaram e levantaram a bandeira contra o fumo e o resultado foi muito positivo, pois já não se pode fumar em qualquer lugar. O pedido da população pelas ciclovias também foi atendido pela prefeitura da capital capixaba. Ao diminuirmos a circulação de automóveis e motocicletas nas ruas, estaremos reduzindo os poluentes e, ao mesmo tempo, estimulando meios de transporte limpos e saudáveis, como as bicicletas”.

SERVIÇO

8º Pedalar para Respirar
Data:
neste domingo (25/09)
Horário: a partir das 9 horas
Concentração: na Praça do Papa, a partir das 7h30
Percurso: os ciclistas sairão da Praça do Papa, na Enseada do Suá, seguirão em direção ao Clube Álvares Cabral, passarão pelo Centro, Vila Rubim e Ponte Seca, darão a volta próximo ao Porto de Vitória e voltarão para a Praça do Papa
Como participar: basta doar dois quilos de alimentos não perecíveis ou R$ 10 na loja Armazém da Bicicleta, na Avenida Leitão da Silva, ou na rede de farmácias Mônica (lojas de Jardim da Penha e Jucutuquara, em Vitória; Itapuã, em Vila Velha; Laranjeiras, na Serra; e Campo Grande, em Cariacica). A pessoa receberá um tíquete para retirar o kit do passeio, contendo camisa e viseira
Realização: CDL Jovem Vitória

22 de setembro

Demanda por investimento dos MPES cresce pelo segundo mês seguido

Dados do Indicador de Propensão a Investir do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que a intenção de fazer investimentos por parte dos micro e pequenos empresários de varejo e serviços subiu pelo segundo mês consecutivo, passando de 24,20 pontos em julho para 28,08 pontos em agosto. Apesar da alta mensal de 3,88 pontos, o resultado ainda está abaixo do pico da série histórica (32,06 em maio de 2015). Quanto mais próximo de 100, maior a propensão de investir; quanto mais próximo de zero, menor a propensão.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a retomada da economia poderá aumentar o apetite dos micro e pequenos empresários por investimento, mas o cenário ainda é de receio. “Por ora, o quadro é de arrefecimento da piora das condições econômicas”, alerta Pinheiro. “Alguns indicadores macroeconômicos já dão mostras de que a pior fase da crise pode ter ficado para trás, mas a plena recuperação das condições ainda será lenta e gradual”, analisa.

Em termos percentuais, 69,9% dos micro e pequenos empresários de varejo e serviços não pretendem investir nos próximos três meses, sendo a principal razão a falta de confiança diante da crise (43,1%). Outros 38,1% dizem não ver necessidade de investir e 14,1% afirmam ter feito investimentos recentes. “Além do impacto da crise econômica, o aumento do custo do capital torna os empresários mais cautelosos para expandir seus negócios com investimentos”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Entre a parcela minoritária que pretende investir nos próximos 90 dias (21,7%), os investimentos prioritários serão a compra de equipamentos, maquinário e computadores (32,2%), o investimento em mídia e propaganda (28,2%), a ampliação de estoques (27,6%) e a reforma da empresa (24,7%). Entre esses empresários, 58,6% relatam que o objetivo dos investimentos é aumentar as vendas e, para 53,4% a principal fonte de recursos será o capital próprio, retirado da poupança e de investimentos financeiros e/ou da venda de algum bem (20,7%).

Principal justificativa para não contratar crédito é conseguir se manter com recursos próprios

O SPC Brasil e a CNDL também investigaram a baixa procura por crédito dos micro e pequenos empresários. Em agosto, o Indicador de Demanda por Crédito MPE de Varejo e Serviços registrou um pequeno avanço na comparação com o mês anterior, passando de 10,78 para 15,47 pontos. Na comparação com agosto de 2015, quando marcara 13,85 pontos, o indicador ficou praticamente estável.

De acordo com o levantamento, apenas 7,6% dos MPEs possuem a intenção de contrair crédito para seus negócios no horizonte de 90 dias. Em sentido inverso, 82,2% declararam não ter essa intenção. Quando indagados sobre a negativa, 36,2% desses empresários disseram que conseguem manter suas empresas com recursos próprios, sendo desnecessário buscar outras fontes e 32,1% alegaram que não pretendem contratar recursos de terceiros agora por estarem inseguros com as condições econômicas do país.

“A busca por crédito ainda não é tão presente no contexto do pequeno empresário quanto no do grande empresário, prova disso é o fato de que a maior parte dos micro e pequenos empresários que não pretendem contratar crédito diz que se mantém sem recursos de terceiros. Nesse sentido, a criação de linhas de crédito específicas, com custo mais baixo, poderá contribuir para uma gestão financeira mais eficiente e para a expansão do negócio”, afirma Pellizzaro.

Para os que avaliam estar difícil tomar crédito no mercado (35,5%), o excesso de burocracia é a razão mais citada para a dificuldade (44,7%), seguida pelas taxas de juros consideradas elevadas (29,6%). Já para os que consideram ser fácil contratar crédito (20,0%), o bom relacionamento com o banco é a principal razão, citada por 30,6%. Estar com a documentação em dia (18,1%) também é um fator que ajuda.

Para mais de um terço dos entrevistados (30,8%), a modalidade de crédito mais difícil de ser contratada é o empréstimo em instituições financeiras. Os financiamentos nessas instituições são citados por 17,0% e o crédito junto a fornecedores foi citado por 13,4%.

Metodologia

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.

Fonte: CNDL

Aprenda a atrair dinheiro

OCDE reduz previsão de queda do PIB do Brasil em 2016 para 3,3%

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) se mostrou menos pessimista sobre a recessão no Brasil e prevê uma queda do PIB de 3,3% em 2016. A estimativa anterior, anunciada em junho, era de um recuo de 4,3%.

Para 2017, a organização passou a projetar uma queda de 0,3%, ante taxa negativa de 1,7% na pesquisa anterior.

Já o PIB mundial crescerá 2,9% em 2016, 0,1% a menos que nas previsões de junho, de acordo com a OCDE, que considera que a economia “permanece atrelada a um crescimento frágil”.

“A forte redução do comércio mundial ressalta as preocupações sobre a solidez da economia e as dificuldades para sair desta armadilha do crescimento frágil”, afirmou a economista chefe da OCDE, Catherine L. Mann.

Na maioria das economias desenvolvidas o crescimento continuará sendo frágil.

Este é o caso dos Estados Unidos, onde a OCDE prevê um crescimento de 1,4% este ano e de 2,1% em 2017. Na Eurozona o avanço será de 1,5% em 2016 e 1,4% em 2017.

Na China, cuja desaceleração econômica pode ter consequências a nível global, a organização mantém as previsões de junho (6,5% em 2016 e de 6,2% em 2017).

Para enfrentar o crescimento fraco, a OCDE voltou a pedir aos governos que aproveitem as taxas de juros reduzidas para aumentar o gasto público.

“As baixas taxas de juros oferecem aos governos mais espaço fiscal para investir em capital humano e infraestruturas”, indica a organização.

Previsões alinhadas

A previsão é similar a dos economistas do mercado financeiro brasileiro. De acordo com a pesquisa Focus, do Banco Central, mais recente, o PIB deve encerrar 2016 com um encolhimento de 3,15%.

Com a previsão de um novo “encolhimento” do PIB neste ano, essa também será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. No ano passado, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos.

Para o comportamento do Produto Interno Bruto em 2017, os economistas das instituições financeiras elevaram sua previsão de uma alta de 1,30% para um crescimento de 1,36%, informou o BC.

Em julho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou pela primeira vez – após cinco revisões para baixo – sua projeção para o PIB do país este ano. A expectativa agora é que a economia brasileira também “encolha” 3,3% em 2016 – ante uma queda de 3,8% estimada em abril.

Para 2017, o FMI agora prevê que a economia brasileira voltará a crescer. O órgão estima um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nulo feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Fonte: G1 Economia

20 de setembro

CDL Jovem Vitória promove o 8º Pedalar para Respirar neste domingo

Para estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou à moto, a CDL Jovem Vitória realizará o 8º Pedalar para Respirar, no próximo domingo (dia 25), evento que já faz parte do calendário oficial da cidade.

Centenas de ciclistas sairão da Praça do Papa, na Enseada do Suá, seguirão em direção ao Clube Álvares Cabral, passarão pelo Centro, Vila Rubim e Ponte Seca, darão a volta próximo ao Porto de Vitória e voltarão para a Praça do Papa.

Segundo o presidente da CDL Jovem, Bruno Mazzei, a ideia é incentivar as pessoas a experimentarem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, e também a carona solidária.

“Queremos chamar a atenção para o aumento da poluição provocada pelos veículos motorizados, prejudicando a qualidade de vida da população, e estimular um estilo de vida saudável. Vale lembrar que a Ponte Seca, que faz parte do trajeto, foi reaberta recentemente, após ficar alguns meses em reforma. É importante que o cidadão de Vitória utilize e valorize esse novo espaço que foi restaurado”, afirmou Mazzei.

Como participar

Para participar do 8º Pedalar para Respirar, basta doar dois quilos de alimentos não perecíveis ou R$ 10 na loja Armazém da Bicicleta, na Avenida Leitão da Silva, ou na rede de farmácias Mônica. A pessoa receberá um tíquete para retirar o kit do passeio, contendo camisa e viseira. Os kits serão entregues no dia do evento, na Praça do Papa, a partir das 7h30.

Na concentração do Pedalar, haverá aferição de pressão, distribuição de água e uma mesa de frutas para os participantes. Os ciclistas também farão alongamento auxiliados por um personal trainer.

Para garantir a segurança de todos, batedores da Guarda Municipal vão organizar o trânsito durante o trajeto. Além disso, membros da Federação Capixaba de Ciclismo formarão um cordão de isolamento para manter a unidade do grupo.

Neste ano, na chegada do percurso, haverá foodbikes e um DJ animando as pessoas. “Com esse evento, também esperamos alertar os órgãos competentes para a necessidade de segurança nas ciclovias”, acrescentou Mazzei.

Participe do Pedalar para Respirar

Segundo o presidente da CDL Jovem Vitória, Bruno Mazzei, é importante que as pessoas participem de eventos como esse para que continue havendo uma mudança de cultura na população.

“Eventos como o Pedalar para Respirar têm seu papel social, pois mobilizam a população e os governantes a pensar de forma diferente e a desenvolver novas políticas públicas. No passado, as pessoas se mobilizaram e levantaram a bandeira contra o fumo e o resultado foi muito positivo, pois já não se pode fumar em qualquer lugar. O pedido da população pelas ciclovias também foi atendido pela prefeitura da capital capixaba. Ao diminuirmos a circulação de automóveis e motocicletas nas ruas, estaremos reduzindo os poluentes e, ao mesmo tempo, estimulando meios de transporte limpos e saudáveis, como as bicicletas”.

SERVIÇO

8º Pedalar para Respirar
Data: próximo domingo (25)
Horário: a partir das 9 horas
Concentração: na Praça do Papa, a partir das 7h30
Percurso: os ciclistas sairão da Praça do Papa, na Enseada do Suá, seguirão em direção ao Clube Álvares Cabral, passarão pelo Centro, Vila Rubim e Ponte Seca, darão a volta próximo ao Porto de Vitória e voltarão para a Praça do Papa
Como participar: basta doar dois quilos de alimentos não perecíveis ou R$ 10 na loja Armazém da Bicicleta, na Avenida Leitão da Silva, ou na rede de farmácias Mônica (lojas de Jardim da Penha e Jucutuquara, em Vitória; Itapuã, em Vila Velha; Laranjeiras, na Serra; e Campo Grande, em Cariacica). A pessoa receberá um tíquete para retirar o kit do passeio, contendo camisa e viseira
Realização: CDL Jovem Vitória