Arquivo mensais:fevereiro 2017

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Empresários do comércio estão mais confiantes em fevereiro

A confiança dos comerciantes aumentou 18,6% em relação a fevereiro de 2016, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Essa é a oitava taxa positiva consecutiva nesta base de comparação. Em relação ao mês passado, o índice aumentou 1%, com ajuste sazonal, alcançando 95,5 pontos.

O resultado abaixo da zona de indiferença (100 pontos), no entanto, ainda indica atenção por parte dos comerciantes em relação às condições do mercado de trabalho e restrição de renda das famílias.

“As reformas e medidas de ajuste em andamento no Congresso, aliadas à queda dos juros e redução da inflação, propiciam um ambiente mais favorável aos investimentos, estimulando a confiança dos comerciantes. As vendas do comércio em 2017 devem experimentar ritmo menos intenso de queda, com relativa estabilidade”, aponta a economista da CNC Izis Ferreira.

Condições atuais

O subíndice do estudo que mede a percepção dos comerciantes sobre as condições correntes teve aumento de 42,1% na comparação anual, a sétima variação positiva nesta base de comparação ao longo dos últimos 12 meses. Em relação a janeiro, o aumento foi de 6,1% com ajuste sazonal, recuperando a redução registrada no mês passado.

A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia melhorou em fevereiro (+11,5%), assim como em relação ao desempenho do comércio (+6,1%) e ao da própria empresa (+3,3%). A proporção de comerciantes que avaliam as condições econômicas atuais como “piores” caiu, atingindo 79,4% dos varejistas, ante os 81,4% registrados no mês passado.

Perspectivas

Acima da zona de indiferença de 100 pontos, o subíndice que mede as expectativas do empresário do comércio alcançou 141,7 pontos. Na comparação anual, o índice cresceu 18,1%. Na passagem mensal, no entanto, as expectativas apresentaram queda de 0,8%, com ajuste sazonal, marcando a adequação das expectativas dos comerciantes à queda nas vendas.

Na avaliação de 73,8% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos próximos meses, percentual abaixo dos 75,5% assinalados em janeiro e dos 82,2% registrados em dezembro.

“A retração das expectativas mostra que no curto prazo os comerciantes ainda não enxergam retomada das vendas, principalmente por conta das condições do mercado de trabalho e da restrição da renda das famílias”, comenta a economista da CNC Izis Ferreira.

Investimentos e estoques

Em fevereiro, o subíndice que mede as condições de investimentos do comércio registrou aumento de 0,3% com ajuste sazonal, alcançando 83,1 pontos. Apesar de as intenções de investimento nas empresas (+3,5%) e em estoques (+0,8%) terem aumentado, caiu a intenção de contratação de funcionários (-2,3%).

Na comparação anual, porém, as intenções dos comerciantes de contratar funcionários estão maiores (+15,0%). Além disso, o comércio está mais animado com a trajetória de queda dos juros: a intenção de investir no capital das empresas aumentou (+6,1%) em relação a fevereiro do ano passado.

Por outro lado, piorou a percepção dos comerciantes sobre os estoques diante da programação de vendas (-2,2%). Mais de 30% dos comerciantes entrevistados acreditam que os estoques estão acima do adequado em fevereiro.

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) detecta as tendências do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do país, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

Fonte: CNC

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CDL Vitória tem novo presidente

A CDL Vitória está com novo presidente. O empresário Cláudio Sipolatti, diretor-executivo da rede de lojas Sipolatti, pediu a renúncia do cargo devido a questões profissionais. “Neste momento, tenho grande necessidade de focar meus esforços na Sipolatti. Agradeço a todos pelo apoio, carinho, dedicação e atenção”, disse ele, em comunicado enviado à diretoria da entidade.

Com a renúncia, o vice-presidente da CDL Vitória, Adriano Ohnesorge, assume o comando da entidade. Ohnesorge, que também coordena a CDL Jovem no Espírito Santo, afirmou que enfrenta o desafio com bastante otimismo e que dará continuidade ao excelente trabalho já iniciado, com foco no desenvolvimento da classe lojista.

“Um dos nossos projetos é a capacitação dos comerciantes. Eles precisam se aperfeiçoar cada vez mais para ter condições de investir em competitividade, inovação e sustentabilidade, diminuindo custos e aumentando as vendas e o lucro. A entidade vai intensificar o seu papel de orientadora, ajudando os lojistas a gerir o seu negócio”, informou o novo presidente.

Ohnesorge destacou que também dará atenção especial à implantação de ferramentas de inovação que otimizem os processos e facilitem o dia a dia das organizações, especialmente das micro e pequenas empresas, que representam 90% dos associados da CDL Vitória.

Sobre Adriano Ohnesorge

Adriano Ohnesorge é proprietário da Promoalge, empresa de brindes corporativos fundada em 2005; e sócio da loja virtual Beleza Capixaba, especializada em produtos com ilustrações de pontos turísticos do Espírito Santo.

Graduado em Administração com ênfase em Marketing e pós-graduado em Gestão Empresarial, atualmente cursa MBA em Liderança e Desenvolvimento Humano pela Fucape.

O empresário ingressou no movimento lojista em 2006, como membro da CDL Jovem Vitória. Foi presidente da mesma entidade no biênio 2013/2014 e participa da coordenação nacional da CDL Jovem, ajudando a formar novas lideranças no segmento lojista.

INDICADORES DE SPC 2017

Indicadores JANEIRO 2017                      Indicadores FEVEREIRO 2017

Indicadores MARÇO 2017                       Indicadores ABRIL 2017

Indicadores MAIO 2017                           Indicadores JUNHO 2017

Indicadores JULHO 2017                         Indicadores AGOSTO 2017

Indicadores SETEMBRO 2017                 Indicadores OUTUBRO 2017

Indicadores NOVEMBRO 2017

 

 

 

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Novo indicador mostra que 62% dos brasileiros não guardam dinheiro

Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, falar sobre a formação de reservas financeiras torna-se ainda mais urgente. Assim, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) passam a divulgar, mensalmente, os resultados do Indicador de Reserva Financeira.

O índice reunirá dados sobre a quantidade de brasileiros que conseguiram guardar ao menos parte dos seus rendimentos e acompanhará a evolução desse hábito.

Em janeiro, 62% dos consumidores afirmam não guardar dinheiro e nem possuir uma reserva. Já cerca de 29% guardam apenas o que sobra do orçamento e apenas 7% reservam um valor fixo mês a mês – somando-se os dois percentuais, 36% têm o costume de guardar alguma quantia.

O indicador mostra que há diferenças entre classes sociais, como esperado: nas classes A e B, os poupadores habituais, independentemente de o valor ser fixo ou não, somaram 58% dos entrevistados; já nas classes C, D e E somaram 30%.

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o brasileiro não tem o hábito de poupar e, quando poupa, na maioria das vezes a poupança é o que sobra do orçamento, e não algo planejado.

“A formação de uma reserva de dinheiro é um tópico fundamental para o equilíbrio das finanças pessoais, mas tende a ser negligenciada por boa parte dos consumidores. A consequência disso é que, se deparados com um acontecimento imprevisto, muitos acabam inadimplentes”, afirma Pellizzaro.

Os entrevistados também foram questionados sobre a poupança que fizeram no mês anterior à pesquisa. O indicador mostra que, em dezembro, expressivos 75% não conseguiram reservar nada de sua renda, contra 23% que conseguiram.

A diferença entre as classes também aparece aqui: nas classes A e B, o percentual de poupadores foi de 36%, enquanto nas classes C, D e E foi de 19%. Entre os poupadores, guardou-se, em média, a quantia de R$ 480,85 no mês.

“É notável que a maioria dos brasileiros não reservou parte de seu dinheiro em dezembro, inclusive quem pertence a classes de alta renda. A crise econômica certamente tem seu papel no resultado da baixa poupança. Com o crescimento do desemprego, o orçamento familiar tornou-se mais apertado e, em alguns casos, insuficiente até para honrar compromissos já assumidos”, explica Pellizzaro. “Também pesa o fato de a renda média do brasileiro que manteve seu emprego ainda ser baixa, independentemente da crise.”

Aperto no orçamento

Segundo o presidente, as menções ao pagamento de contas são claro sintoma do aperto orçamentário das famílias. De acordo com os dados, mesmo entre os poupadores habituais, 46% precisaram dispor de sua reserva financeira em dezembro. Os principais motivos foram o pagamento de dívidas (13%), despesas extras (11%), de contas da casa (12%), imprevistos (4%) e também o consumo (8%).

O levantamento ainda mostra que a maior parte dos poupadores busca, ao fazer uma reserva, proteger-se contra imprevistos como doenças, morte de entes (43%) ou mesmo o desemprego (31%). Há também 27% que poupam pensando em garantir um futuro melhor para a família e 24% que poupam com vistas à realização de um sonho de consumo – 23% citam os planos de viajar e 18% mencionam a compra ou quitação da casa.

A reserva financeira com foco na aposentadoria foi citada apenas por 17% dos entrevistados. “É um percentual bastante baixo, já que estamos considerando apenas a realidade dos poupadores”, indica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

“A longo prazo, a falta de preparo cobra seu preço. Sem constituir uma reserva ao longo da vida, muitos idosos são obrigados a rever seu padrão de consumo ou acabam na dependência de terceiros. Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, o tema torna-se ainda mais urgente.”

Poupança é o principal destino

O indicador revela que o principal destino do dinheiro reservado ainda é a caderneta de poupança, citada por 62% dos entrevistados que fazem reserva. Também chama a atenção o fato de que 20% dos poupadores guardam dinheiro em casa.

Os fundos de investimento foram mencionados por 10% e a Previdência Privada por 6%. A lista segue com outras opções de investimento em renda fixa e com a Bolsa de Valores, mas todos citados por menos de 5% desses entrevistados.

“Como se nota, a carteira de investimento do poupador brasileiro é bastante conservadora. Cultivar o hábito de reservar dinheiro é um passo importante, mas o consumidor deve considerar o retorno financeiro”, aconselha Kawauti.

“Se o investidor opta por uma aplicação de menor rendimento quando há outros que oferecem retornos maiores, é como se ele estivesse perdendo dinheiro. Nos últimos anos, quem optou pela poupança, teve parte de seu dinheiro corroído pela inflação ou, no máximo, alcançou um rendimento real muito baixo”, segundo a economista. “No caso de quem manteve o dinheiro em casa, as perdas foram ainda maiores”, conclui.

Fonte: CNDL

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Lojistas percebem melhora nas vendas após crise na segurança

Os lojistas da Grande Vitória já percebem melhora nas vendas e muitos tentam recuperar os estragos provocados pelos arrombamentos. Muitos deles contam neste momento com a solidariedade.

O empresário Rafael Mello teve uma das três lojas arrombada e saqueada durante a paralisação da Polícia Militar. Agora, depois do prejuízo, ele colabora com uma ação da CDL Jovem Vitória e ajuda outros lojistas que também tiveram perdas.

“A gente teve a ideia de entrar em contato com a CDL, que já tinha a ação do Recupera ES, que inclusive nos ajudou também com fornecedores, e pensamos que poderíamos repassar parte da verba da venda dessas camisas para ajudar com recursos financeiros essa campanha tão bacana”.

O movimento Recupera ES, da CDL Jovem Vitória, já tem mais de 70 parceiros como o empresário Rafael que estão dispostos a recuperar o comércio capixaba que, segundo a Fecomércio, amargou um prejuízo de mais de R$ 300 milhões durante os dias de portas fechadas por causa da falta de segurança.

De acordo Cláudio Sipolatti, presidente da CDL Vitória, os lojistas começam a sentir melhora na situação do comércio e ações como o Recupera ES só reforçam essa sensação.

Fonte: Folha Vitória

CDL Vitoria

CDL Vitória completa 53 anos de atuação

A CDL Vitória acaba de completar 53 anos de atuação. São mais de cinco décadas de história, conquistando solidez e credibilidade no mercado, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do setor varejista, dos jovens empreendedores e da sociedade em geral.

Atualmente, é a porta-voz de 2 mil empresários, distribuídos em diversos segmentos do mercado, oferecendo soluções de SPC inteligentes para a tomada de decisões de crédito.

A entidade também conta com outros produtos e serviços indispensáveis para a gestão do negócio, como consultorias e assessorias, planos de saúde, cursos e mão de obra qualificada.

Agradecemos a todos os associados, diretores, parceiros e funcionários por confiarem à CDL Vitória a missão de representar a classe que mais gera empregos no país.

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Apesar da queda nas vendas, setor acredita na retomada do crescimento em 2017

Apesar da queda de 6,2% apresentada pelo varejo em 2016, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as expectativas do setor varejista para a retomada do crescimento são otimistas, de acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Um dos fatores positivos é a queda de 0,97% do dólar, que na última quarta-feira (15/02) fechou cotado a R$ 2,06, menor valor desde 18 de junho de 2015, e analistas já estimam que pode cair para R$ 3,00.

Para a entidade que representa mais de 450 mil estabelecimentos em todo país, a redução de cotação da moeda americana ajuda as empresas endividadas a reequilibrarem suas contas, já que diminui a parcela da dívida em moeda estrangeira.

Outros fatores favoráveis ao mercado de ações são a continuidade do ingresso de recursos estrangeiros no país e o aumento da disposição dos investidores globais em investir em ativos de risco. “Isso leva a uma maior demanda de investimentos, nos dando a convicção de que o Brasil vai voltar a crescer ainda em 2017”, destaca o presidente da entidade, Honório Pinheiro.

O resultado também reflete na expectativa de aumento de fluxo de recursos para o Brasil, a melhora do risco país e um ambiente externo favorável a ativos considerados mais arriscados. O rali do câmbio doméstico chama atenção pelo fato de o real vir de um ano já de forte valorização. A moeda brasileira se aprecia 6,09% neste ano, quarto melhor desempenho global no período, após ter valorizado mais de 21% em 2016.

Fonte: com informações do jornal Valor Econômico

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Número de inadimplentes cresce 1,11% em janeiro

O número de inadimplentes do Espírito Santo cresceu 1,11% em janeiro de 2017, em relação a janeiro de 2016. O dado ficou acima da média nacional, que foi de 0,84%. Quanto ao número de dívidas em atraso, a alta anual foi de 0,93%, enquanto a média do país registrou queda de 2,95%.

Segundo informações da CDL Vitória, o fenômeno da desaceleração do crescimento da inadimplência ocorre desde o segundo trimestre de 2016.

“Esse movimento é influenciado pelo próprio cenário recessivo, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, assim como a tomada de crédito por parte dos consumidores e sua propensão a consumir. Ou seja, o consumidor encontra mais dificuldade para se endividar e, sem se endividar, não se torna inadimplente”, explicou o presidente da CDL Vitória, Cláudio Sipolatti.

No Espírito Santo, há atualmente 631 mil pessoas inadimplentes no banco de dados do SPC, totalizando cerca de 1,8 milhão de registros.

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Saque do FGTS alivia o bolso, mas impacto na economia é limitado

O dinheiro do FGTS que mais de 30 milhões de trabalhadores poderão sacar a partir de março poderá ajudar a reduzir a inadimplência, mas terá um impacto limitado para reaquecer o comércio e a economia. Parte desses recursos será usada para quitar dívidas, enquanto o restante deve ir para o consumo e aplicações financeiras, acreditam economistas.

O governo espera que os saques injetem R$ 34 bilhões na economia. O saldo das cerca de 49 milhões de contas do FGTS com direito ao resgate soma hoje R$ 43 bilhões.

“Esse dinheiro não vai entrar necessariamente na economia para consumo. Grande parte dos recursos, até mesmo por se tratar de conta de baixo valor, será usada para o pagamento de dívidas mesmo”, avalia o diretor executivo de Estudos e Pesquisa da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira.

A maior parte dos trabalhadores que podem sacar tem saldo menor que R$ 500, diz o governo. Outros 24% têm saldo entre R$ 500 e R$ 1.500. Os dois grupos representam 80% do total de pessoas com direito a sacar o dinheiro. Os demais têm mais de R$ 1.500 a receber.

Consumo e inadimplência

“Como a economia está numa recessão ‘brava’ há três anos, as pessoas estão muito endividadas, o desemprego muito alto e a inflação corroeu renda, a maioria desses recursos deve realmente ser canalizada para o pagamento e dívidas”, avalia Oliveira, da Anefac.

Já o economista Jason Vieira acredita que cerca de 50% dos recursos sacados pelos trabalhadores devem ir para o consumo e terão um efeito positivo para as vendas do comércio, que fecharam 2016 com a maior queda em 15 anos. “Esses saques podem ter um efeito de curto prazo na economia, como tiveram outras medidas. Mas ele é temporário”, avalia.

O restante dos recursos sacados, acredita o economista, vai para quitar dívidas e investir. Segundo Vieira, isso pode ajudar a reduzir o alto nível de inadimplência, mas não ainda é suficiente para reverter o atual cenário de crédito. “É um atenuador, na verdade”, acrescenta.

Menos de 1/5 do valor do 13º salário

Ainda que uma parcela possa ser motivada a usar o dinheiro para consumo, a avaliação é que o impacto para a economia será limitado. Para que se tenha uma ideia do montante em jogo, a estimativa de R$ 34 bilhões em saques representa menos de um quinto (17%) do valor que foi injetado na economia no ano passado com o pagamento de 13º salário (R$ 196,7 bilhões).

Para o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, apesar de toda a publicidade feita sobre a liberação dos saques, ainda há dúvidas sobre o valor que efetivamente será sacado das contas, o que dificulta qualquer projeção sobre o impacto desse dinheiro na economia.

“É difícil avaliar quanto, mas do que for sacado a maior parte deverá ser usada para o pagamento de dívidas. Pelo menos é o que seria inteligente”, diz. “Acho que para esse ano não tem nenhum efeito na economia. Em algum momento, a pessoa pode querer se endividar de novo ou aumentar a sua dívida. Mas o efeito será defasado”.

A avaliação geral, entretanto, é de que a medida é oportuna e benéfica para os trabalhadores. “Esses recursos são bem-vindos, mesmo porque estão lá parados, rendendo muito pouco e perdendo para a inflação”, destaca Oliveira.

Fonte: G1

CDL Jovem

CDL Jovem Vitória é destaque na imprensa com a ação Recupera ES

A CDL Jovem Vitória foi destaque na imprensa nacional e local devido à ação que criou para ajudar os comerciantes que tiveram suas lojas arrombadas e saqueadas nos últimos dias no Espírito Santo. É o Recupera ES, em que uma rede de empresas parceiras oferece produtos e serviços a preço de custo para o lojista que teve seu negócio afetado pela crise da segurança no Estado. A iniciativa foi tema de reportagem até mesmo no Jornal Nacional, da Rede Globo.

“O lojista interessado deve enviar um e-mail para recuperaes.cdljovem@gmail.com informando a sua necessidade que faremos o direcionamento às organizações parceiras. É importante que o lojista encaminhe também os dados da sua empresa e fotos que comprovem as suas perdas”, explicou Gustavo Oliveira, presidente da CDL Jovem Vitória.

Organizações dos mais variados ramos integram o movimento, como equipamentos comerciais, materiais elétricos e de construção, acabamentos, móveis planejados, segurança eletrônica, vidros e informática, entre outras.

“Com essa iniciativa, vamos atender às demandas mais urgentes dos comerciantes que precisam ver a sua fonte de renda restabelecida”, destacou Gustavo.