Arquivo mensais:julho 2017

24 de novembro

Alunos de escola pública de Vitória aprendem sobre empreendedorismo.

A nova edição do projeto Start Day, criado pela CDL Jovem Vitória, será realizada na Escola Viva de São Pedro

 

A CDL Jovem Vitória está levando a cultura empreendedora para as escolas. É o Start Day, projeto em que profissionais contam as suas trajetórias para alunos de instituições públicas e privadas da Grande Vitória.

“Convidamos pessoas que empreendem em novos negócios ou em suas próprias carreiras. O palestrante fala um pouco das dificuldades que enfrentou, das conquistas, dos desafios para o futuro, e conta como foi o seu ‘start day’, ou seja, o dia em que resolveu ser empreendedor e o que motivou essa decisão”, explicou o presidente da entidade lojista, Gustavo Oliveira.

O projeto teve início em 2016 e foi inspirado no famoso Day 1, o principal evento voltado para empreendedores do país, da Endeavor Brasil.

A nova edição do Start Day será amanhã, dia 25/07, na Escola Viva de São Pedro, em Vitória, a partir das 13 horas, para alunos da 3ª série do Ensino Médio. As palestrantes serão a empresária Marcela Calazans, sócia fundadora da Calazans Coaching & Gestão com Pessoas, e a jornalista e apresentadora Anne Carpe.

“Nosso objetivo é difundir o empreendedorismo entre os jovens. Queremos mostrar que qualquer um pode empreender. Eles podem, por exemplo, pegar algo produzido em sua comunidade ou até mesmo em seu núcleo familiar e transformar em um negócio de grande sucesso, que impactará muito positivamente no meio onde vivem”, afirmou Gustavo.

Ele destacou a reação e o envolvimento dos estudantes quando o projeto vai às escolas. “Os jovens ficam verdadeiramente vidrados com o universo empreendedor”.

 

Serviço

Projeto Start Day

Quando: amanhã, dia 25/07

Local: Escola Viva de São Pedro, na rua Serafim Derenzi, 6442, Vitória

Horário: a partir das 13 horas

Realização: CDL Jovem Vitória

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Empresários criticam alta de imposto e defendem reformas e cortes de gastos

As entidades que representam os empresários criticaram a decisão do governo federal de elevar o imposto sobre os combustíveis. Para elas, a melhor solução é o corte de gastos e a realização das reformas da Previdência e tributária.

A avalião dos empresários contrasta com a visão dos economistas, que elogiaram a decisão e entendem que ela é necessária para equilibrar as contas públicas.

Veja trechos dos comunicados das entidades sobre o anúncio:

Fiesp

“O que é isso ministro? Mais imposto?

Há apenas 3 meses, cobramos publicamente o ministro da Fazenda sobre suas declarações de que pretendia aumentar impostos. Fomos ouvidos.

Nesta semana, ficamos indignados com o anúncio da alta de impostos sobre os combustíveis.

Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho.

Todos sabem que o caminho correto é cortar gastos, aumentar a eficiência e reduzir o desperdício.

A FIESP mantém sua coerência. Desde 2015 empreendemos forte campanha contra o aumento de impostos, que obteve amplo respaldo popular, com 1,2 milhão de assinaturas. Conseguimos evitar a recriação da CPMF e outras tentativas de aumento de impostos.

Mantemos nossas bandeiras e convicções, independentemente de governos. Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre.”

Firjan

“O Sistema FIRJAN reforça sua posição de que a saída para a crise fiscal não passa por mais aumento de impostos, mas na adequação dos gastos públicos ao novo cenário econômico e na urgência da aprovação da reforma da previdência.

O País precisa de reformas, e não de mais impostos. Além de um teto para os gastos, o Brasil necessita de um teto para os impostos. Essa é a proposta do Sistema FIRJAN.

Não é o momento de onerar o custo do transporte e da produção para as indústrias, que tentam sobreviver à pior recessão da história. No Brasil e no Estado do Rio será registrado, em 2017, um novo recorde de fechamento de empresas.

No primeiro semestre foram fechadas 8.151 empresas no Estado do Rio, quase 40% acima do registrado no mesmo período em 2016. Na prática, isso significa que novos aumentos de impostos podem resultar em queda, e não em aumento da arrecadação, simplesmente porque o próprio fisco está expulsando os contribuintes da base de arrecadação tributária.”

CNDL

“A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) defende que a maneira mais eficaz, justa e equitativa para se aumentar a arrecadação é estimular o crescimento econômico. Basta verificar que neste primeiro semestre de 2017 já houve um aumento da arrecadação em decorrência, exclusiva, do aquecimento da economia, ainda que inicial.

Qualquer tipo de medida que traga aumento de impostos acaba concentrando, ainda mais, a arrecadação tributária nas mãos de poucos em detrimento de uma distribuição mais equitativa da carga tributária.

A CNDL é a favor de uma reforma tributária ampla que corrija distorções e que permita o crescimento do setor produtivo para a geração de mais empregos e mais renda. A arrecadação tributária pode ser aumentada com o crescimento econômico, sem a necessidade de criação de impostos e aumento de alíquotas que penalizem setores específicos.

Quando se criam taxas, impostos em cima do setor de combustíveis, isso afeta o custo dos combustíveis, o transporte de matérias primas, de produtos industrializados, o que acaba recaindo sobre o consumidor final. Hoje, a carga tributária é muito concentrada em setores distintos.”

ACSP

“O governo deveria ter repensado, em razão do aumento arrecadatório sobre o ano passado e dos sinais de retomada da economia. Agora é um momento totalmente inoportuno para pensar em elevar tributos.

O governo precisa fazer um controle mais eficiente dos gastos e pensar em primeiro lugar na superação da população frente aos problemas financeiros trazidos pela recessão.

A elevação de preço dos combustíveis desencadeia o encarecimento do transporte de mercadorias e de passageiros. E dificilmente o comerciante não repassará isso para o consumidor, tornando mais lenta a recuperação econômica.

Não podemos esquecer de que a intensificação da queda dos juros vai estimular o consumo, ajudando na retomada da economia e da própria arrecadação tributária.”

Fonte: http://g1.globo.com

SPC Brasil lança plataforma gratuita de emissão de nota fiscal eletrônica.

Com o SPC NFe, o empresário também poderá armazenar o histórico de notas emitidas para evitar multas da Receita Federal, no caso de vistorias e conferências

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) acaba de lançar no mercado uma plataforma tecnológica que ajuda os empresários a evitar problemas com o fisco. Trata-se do SPC NFe, uma rede social corporativa desenvolvida em parceria com a empresa Gosocket, que otimiza, de forma gratuita, os processos de controle de notas fiscais eletrônicas, como emissão e manifesto do destinatário (MDe). Outra funcionalidade da plataforma é o armazenamento dos arquivos das NFe em um sistema seguro e disponível 24 horas por dia para consultas, inclusive com a possibilidade de importação do histórico de dados. Neste último caso, a funcionalidade é gratuita nos seis primeiros meses de uso.

Embora a emissão de notas fiscais eletrônicas seja uma realidade para grande parte do empresariado – segundo a consultoria Billentis neste ano serão mais de 15 bilhões de NFe emitidas apenas na América Latina, região em que o Brasil assume a liderança – muitos empresários não sabem que é obrigatório por lei armazenar esses documentos em formato XML por pelo menos cinco anos, contando ainda o ano corrente da transação. “É imprescindível manter os arquivos organizados para que sejam facilmente encontrados, caso a Secretaria da Fazenda ou os fiscais da Receita Federal queiram fazer uma vistoria no estabelecimento”, afirma o superintendente de Novos Negócios do SPC Brasil, Magno Lima.

Se o arquivo requerido pela Receita Federal – tanto de compra, venda ou serviços não estiver devidamente armazenado no formato XML, o fisco pode aplicar multas. Some-se a esse problema o cruzamento de dados que a Receita Federal costuma fazer nas transações entre empresas. Ou seja, se surgir alguma disparidade nas informações declaradas, é provável que ele procure tanto o fornecedor como o cliente e quem não tiver essas notas armazenadas, provavelmente sofrerá sanções financeiras.

“Alguns empresários acreditam que é papel do contador fazer o armazenamento desses documentos, mas não há obrigação legal alguma do contador para esse tipo de tarefa, recaindo qualquer responsabilidade pela não disponibilidade dos documentos ao empresário”, alerta Magno Lima. Para Mario Fernández, sócio-diretor da Gosocket, a plataforma trará benefícios operacionais em serviços financeiros para os associados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), principalmente após a decisão da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo em descontinuar com a plataforma gratuita SEFAZ. “O mercado brasileiro de Nota Fiscal Eletrônica é muito maduro, uma vez que é um sistema obrigatório há vários anos no país, mas muitas empresas têm dificuldades no processo de emissão e armazenamento. A parceria entre a Gosocket e o SPC Brasil atingirá um número significativo de lojistas com serviços facilitadores como emissão de NFe gratuita para pequenas empresas e recepção das NFe”, explica.

Além de otimizar os processos de controle das notas fiscais, no futuro, o SPC NFe também disponibilizará outros recursos como integração eletrônica de Dados (EDI), ordem de pagamento eletrônica (EPO), antecipação de recebíveis soluções de pagamentos eletrônicos e marketplace. Para adquirir a nova solução o empresário interessado deve associar-se ao SPC Brasil.

Fonte: SPC Brasil

Em quatro meses as novas regras da Reforma Trabalhista estarão regulando o mercado de trabalho brasileiro

Foi sancionada na tarde desta quinta-feira (13), pelo presidente da República, Michel Temer, no Palácio do Planalto, o texto-base da modernização trabalhista.

Segundo o presidente Michel Temer, a sanção representa a atualização das leis. “Nossa consolidação, que foi na época um grande avanço, é de 1943. É claro que o mundo não é mais de 1943, é do século 21. E fizemos a adaptação ao século 21. Hoje há uma igualdade na concepção. As pessoas são capazes de fazer um acordo, de um lado os empregados, de outro, os empregadores”, destacou Temer.

Para o setor varejista, todos os pontos do texto-base sancionado, passaram por um debate consistente e por isso se tornaram tão sólidos para suprir as necessidades do atual mercado de trabalho, atualizando modalidades de contratos e mantendo os direitos dos trabalhadores.

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, ressaltou a importância da sanção da reforma. “A modernização de uma lei arcaica se fazia urgente.  A nova legislação vai permitir a formalização de muitos postos de trabalho, assegurando direitos trabalhistas e reduzindo riscos jurídicos para a classe empreendedora”, frisou Pinheiro.

Segundo o relator da proposta na Câmara dos Deputados e presidente da Frente Parlamentar Mista do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (Frente CSE), Rogério Marinho (PSDB/RN), a vitória da reforma trabalhista é de todo Brasil.

“Esse é um feito coletivo. A modernização atende ao país que quer crescer, empreender e gerar emprego e, de um país que é vibrante e sadio e, que sem dúvida nenhuma, contou com a colaboração dos presidentes da UNECS e da Frente Parlamentar”, afirmou o deputado.

Dentre os destaques da modernização estão a regulamentação do trabalho intermitente e home office, a contribuição sindical que passou a ser facultativa e o parcelamento das férias até três vezes durante o ano.

A sanção será publicada deve ser publicada nesta sexta-feira (14) no Diário Oficial da União e a partir de então passa a ter vigência após 120 dias.

Fonte: site CNDL

Pronta para ser sancionada, a proposta da reforma trabalhista foi aprovada na noite desta terça-feira (11) no plenário do Senado Federal, por 50 votos a favor e 26 contrários. O texto-base do projeto seguirá para sanção presidencial e as novas regras devem entrar em vigor 120 dias após a promulgação pelo presidente da República.

De acordo com o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a modernização trabalhista é um importante pleito do segmento varejista e de todo setor de comércio e serviços, que demandou forte interlocução de todo Sistema CNDL com o Congresso Nacional. As novas regras trazem consigo uma regulação que assegura a geração de novos empregos por meio da flexibilização dos contratos de trabalhos.

“Para o setor terciário, essa é uma vitória de toda a sociedade que só tem a ganhar com a atualização de leis que já não encontravam ressonância no mercado de trabalho moderno. Ganha o trabalhador que terá os seus direitos mantidos e maior flexibilidade em relação a jornada de trabalho e negociação de contratos, e ganha o empresário com a redução da burocracia na contratação do empregado”, destacou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Saiba o que muda com a sanção da Reforma Trabalhista

Depois de sancionada, a lei trabalhista entrará em vigor com alterações em relação às férias, jornada de trabalho, contratos temporários, ações trabalhistas dentre outras mudanças. Acompanhe quais são as principais:

Trabalho Intermitente

Como funciona hoje: A CLT não contempla essa modalidade.

Com a nova legislação: Será permitida a contratação de funcionários com horários flexíveis sendo que o salário do trabalhador vai variar de acordo com o tempo trabalhado. Nessa modalidade, os direitos como férias, FGTS, 13º salário e previdência social são mantidos e pagos proporcionalmente ao tempo trabalhado. O valor do salário não pode ser inferior ao salário mínimo por hora. O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência.

Home Office

Como funciona hoje: A CLT não contempla essa modalidade de trabalho.

Com a nova legislação: Será regulamentado o trabalho feito de casa, sendo que o contrato deverá especificar as atividades que serão desenvolvidas pelo trabalhador. Além disso, todos os instrumentos utilizados com gastos com equipamentos, energia e internet serão acertados entre empregado e empregador.

Participação nos Lucros e Resultados (PLR)

Como funciona hoje: Não há critérios definidos para o pagamento da PLR.

Com a nova legislação: Mediante acordo das empresas com o sindicato, o PLR poderá ser pago em até quatro vezes. O empregado poderá receber logo que a empresa publicar o balanço patrimonial ou o balancete.

Férias

Como funciona hoje: Atualmente as férias podem ser divididas em duas etapas sendo que um dos períodos não pode ser menor que 10 dias.

Com a nova legislação: As férias poderão ser divididas em até três períodos, sendo que um deles deve ser de pelo menos 15 dias corridos. Além disso, o período mínimo é de cinco dias e as férias não podem ser iniciadas dois dias antes de feriados ou fim de semana.

Deslocamento para o trabalho

Como funciona atualmente: O tempo de deslocamento para o trabalho é contabilizado como jornada de trabalho. No caso de acidentes nesse percurso a empresa deve arcar com os custos hospitalares.

Com a nova legislação: O tempo gasto com transporte para o local de trabalho não será mais considerado como jornada de trabalho. No caso de acidentes no trajeto, o ocorrido não será mais tratado como acidente de trabalho.

 

Jornada de Trabalho

Como funciona atualmente: A jornada padrão é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.

Com a nova legislação: Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

Horário de almoço e intervalos

Como funciona atualmente: Para um trabalhador que tem uma jornada padrão de 8 horas diárias é previsto mínimo uma hora e máximo de duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.

Com a nova legislação: O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Caso o empregador não conceda o intervalo mínimo, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho sobre o tempo não concedido.

Contribuição Sindical

Como funciona atualmente: É obrigatória e descontada uma vez por ano diretamente do salário do trabalhador.

Com a nova legislação: A contribuição sindical passa a ser facultativa. O trabalhador terá a liberdade de autorizar ou não o pagamento da contribuição

Remunerações por produtividade

Como funciona atualmente: A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.

Com a nova legislação: Empresas e sindicatos entrarão em acordo para acertar como serão feitos os pagamentos por remuneração. O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção.

 

Fonte: site CNDL