Arquivo mensais:junho 2018

poupanca

Apenas 16% dos brasileiros pouparam dinheiro em abril, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL.

60% dos poupadores ainda recorrem à velha caderneta de poupança e somente 7% aplicam em previdência privada. Imprevistos e necessidade de complementar renda são principais motivos para os 40% que tiveram de sacar recursos em abril

Os indicadores econômicos mostram que a recessão ficou para trás, mas os consumidores ainda sentem dificuldades financeiras no dia a dia. Exemplo disso, é que muitos não estão conseguindo chegar ao fim do mês com sobras de recursos. Dados apurados pelo Indicador de Reserva Financeira do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que no último mês de abril, apenas 16% dos brasileiros conseguiram poupar parte da renda, incluindo salários, pensões, entre outros rendimentos. O dado é numericamente inferior ao observado em março, que estava em 20%. No geral, 72% dos consumidores brasileiros não foram capazes de guardar alguma quantia em abril.

Para os consumidores que não guardaram recursos no período analisado, a principal justificativa é a baixa renda, razão dada por pouco mais de um terço (36%) dos entrevistados. Em seguida, aparecem os imprevistos, lembrados por 20%. A falta de disciplina (17%) e a falta de renda no momento (16%) completam a lista dos principais empecilhos. Quando a análise se restringe às classes sociais, as diferenças são elevadas: entre as classes A e B, o percentual de poupadores chega a 33%, ao passo que cai para apenas 11%, quando considerados os brasileiros das classes C, D e E.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os efeitos da crise impõem restrições a vida financeira do brasileiro, mas isso não explica tudo. “Quem tem mais baixa renda, tem também uma margem menor para manobrar seus recursos, mas a formação de reserva não requer, necessariamente, valores altos. O que faz diferença no fim do mês é frequência e a disciplina em guardar recursos”, analisa a economista.

40% dos poupadores tiveram de sacar parte de seus recursos em abril, principalmente para imprevistos e complementar renda

Segundo o indicador, o principal propósito para aqueles que têm como hábito poupar, é a proteção contra imprevistos, mencionada por metade da amostra (50%). Em seguida, aparece a intenção de garantir um futuro melhor para a família (28%), prevenir-se em caso de desemprego (26%) e a realização de uma viagem (18%). Já a aposentadoria, que deve ser prioridade como um planejamento de longo prazo, foi lembrada por apenas 16% desses poupadores.

Outro dado que o levantamento mostra é que 40% dos brasileiros que possuem reserva financeira tiveram de sacar ao menos parte desses recursos no último mês de abril, sendo que para 12% a necessidade foi lidar com uma situação de imprevisto, 7% para complementar a renda e outros 7% para realizar uma compra. “Os poupadores devem ter distintas reservas. Uma para imprevistos, em que ele consiga resgatar esse montante a qualquer momento. E outras específicas para cada objetivo, como realizar um sonho de consumo e também para a aposentadoria. Nesses dois últimos casos, é necessária disciplina para não desvirtuar a sua finalidade e sacar dinheiro antes de atingir a meta”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

60% ainda recorrem à velha caderneta de poupança; Apenas 7% contam com previdência privada

O levantamento descobriu que mesmo entre os poupadores, há falta de conhecimento sobre opções mais rentáveis de investimento. A maioria (60%) desses entrevistados recorre a velha caderneta de poupança para guardar seus recursos. Outros 19% deixam o dinheiro guardado na própria casa, opção pouco segura e que não gera rendimentos ao poupador. A conta corrente, que também não é uma opção recomendada de investimento, é utilizada por 16% dos entrevistados.

As modalidades mais sofisticadas e que podem proporcionar melhores rendimentos foram lembradas por uma pequena parcela desses consumidores. Os fundos de investimento, por exemplo, foram citados por 10% como opção que eles, efetivamente, utilizam e a previdência privada, por 7%. Em seguida, apareceram os CDBs (6%), o Tesouro Direto (4%), as ações na bolsa de valores (3%), as LCIs e LCAs (3%) e o Dólar (2%).

Para os poupadores que fazem as opções mais conservadoras e menos rentáveis de manter o dinheiro em casa, na conta corrente ou mesmo na poupança, a principal razão foi a preferência por ter o dinheiro disponível em um lugar fácil de retirar (37%). Além desses, um quarto (25%) julgam não ter dinheiro suficiente para investir em outras modalidades e 25% alegam não ter conhecimento suficiente para tentar outras modalidades.

Sobre o conhecimento das modalidades existentes no mercado de investimentos, a poupança lidera com folga como a mais conhecida: 83% dos entrevistados já ouviram falar a seu respeito. Em segundo lugar aparece o título de capitalização, citado por 45% e, logo depois, a previdência privada (42%) e as ações em bolsa (38%). Os fundos de investimentos são conhecidos por apenas 33%.

“Mesmo entre os mais disciplinados que poupam, a inércia pode fazer com que o consumidor fique preso a investimentos menos rentáveis. Para quem tem perfil conservador, existem outras alternativas além da poupança. A dica é que o consumidor entre aos poucos no mundo dos investimentos e investigue outras modalidades que são igualmente seguras como a poupança, mas que rendem taxas de juros um pouco mais elevadas, como títulos do tesouro, fundos de investimentos e CDBs, por exemplo”, explica a economista Marcela Kawauti.

Fonte: CNDL

 

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Copa do Mundo

60 milhões de brasileiros devem ter gastos relacionados à Copa do Mundo, mostra levantamento do SPC Brasil e CNDL.

Jogos do mundial devem movimentar cerca de R$ 20,3 bilhões no comércio e setor de serviços no Brasil. Supermercados, lojas de rua e camelôs serão os principais locais de compra. Para 41% dos torcedores, são altas as chances de o Brasil ser hexa

Faltando poucos dias para a estreia da seleção brasileira nos gramados da Rússia, a Copa do Mundo começa a despertar o interesse dos brasileiros. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) projeta que aproximadamente 60 milhões de consumidores devem realizar gastos com produtos ou serviços relacionados à Copa do Mundo. O dado corresponde a 51% dos consumidores que acompanharão aos jogos do campeonato. Os que não devem consumir produtos ligados à Copa formam 25% dos torcedores entrevistados.

Entre os que devem gastar para acompanhar as partidas, o consumo de alimentos na casa de amigos ou parentes (91%) e de bebidas na comemoração dos jogos (87%) serão os mais comuns. No caso das comidas, os tira-gostos (56%), itens para churrasco (49%), pipocas (37%) e salgados (31%) se posicionam entre os primeiros do ranking. Já para as bebidas, a preferência é por cerveja (74%), refrigerantes (72%) e água (69%).

De acordo com a pesquisa, outros tipos de engajamento que devem fazer o torcedor brasileiro desembolsar durante a Copa do Mundo são idas a bares e restaurantes para assistir as transmissões dos jogos (62%), compras de camisetas, uniformes e itens da seleção (61%), decoração verde e amarela (54%) e compra de acessórios, como bonés, maquiagem, cornetas e vuvuzelas (48%). Há ainda 46% de consumidores que vão participar de bolões, 38% que irão adquirir serviços de dados de internet para smartphone e 21% que compraram ou planejam adquirir uma TV nova para assistir as partidas.

Por outro lado, 50% pretendem evitar fazer algum tipo de compra durante o período em que o mundial será disputado, principalmente para poder acompanhar aos jogos pela TV (38%).

“Para o comércio e o setor de serviços, a Copa do Mundo vai além da competição em campo. O torneio representa um ótimo momento para incrementar as vendas de artigos de vestuário, eletroeletrônicos, alimentos, bebidas, decoração, entre outros itens, sobretudo em um momento de tímida recuperação econômica como o atual. Mesmo quem não acompanha futebol no dia a dia acaba se contagiando com a atmosfera proporcionada pela Copa, que é mais do que um evento esportivo. É um grande acontecimento geopolítico, cultural e também econômico”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Copa deve injetar 20,3 bilhões no comércio e serviços; supermercados e loja de rua são as preferidas para adquirir itens ligados ao mundial

Para os torcedores que vão se reunir na própria casa (81%) ou na casa de amigos e parentes (44%) para assistir aos jogos da Copa, a média de gasto por encontro gira em torno de R$ 119, ao passo que, entre os que pretendem ir a bares ou restaurantes (22%), a média aumenta para pouco mais de R$ 128. De modo geral, o evento esportivo tem um potencial de movimentar aproximadamente R$ 20,3 bilhões na economia brasileira, considerando os setores de comércio e serviços.

Ao escolher um bar ou restaurante para assistir aos jogos da Copa, os torcedores priorizam, principalmente, o preço acessível das bebidas (35%), a qualidade do que é servido (30%), a preferência dos amigos ou familiares (27%) e o tamanho do telão em que os jogos serão exibidos (27%). “Historicamente, sabe-se que há uma tradição, entre os torcedores brasileiros, de acompanhar as partidas em espaços públicos ou privados que favoreçam o encontro e a convivência entre os torcedores, sejam bares, praças ou outros locais. Para os empresários desse segmento, é uma grande oportunidade para oferecer uma experiência diferenciada”, afirma o presidente Roque Pellizzaro Junior.

De acordo com a pesquisa, os locais de compras que mais devem ser frequentados para aquisição dos produtos ligados à Copa são supermercados (68%), lojas de rua (35%) e camelôs (28%). Os preços (58%) e as promoções (51%) serão os fatores mais levados em conta pelos consumidores antes de entrarem no estabelecimento.

Assim como costuma acontecer em outros eventos esportivos, é grande a chance de que produtos falsificados estejam à venda no Brasil durante os jogos. Sobre esse tema, a pesquisa revela que 34% dos potenciais compradores estão propensos a comprar apenas produtos oficiais, enquanto 64% pensam que a escolha depende do tipo de produto e 1% declaram abertamente a intenção de adquirir produtos falsificados. Entre os que cogitam comprar um item pirateado, mais de um terço (34%) argumenta não ter condições financeiras, enquanto 22% não se importam com a origem do produto e 15% compram o que for mais barato. Em contrapartida, dentre os que pretendem comprar produtos oficiais, a maioria (55%) considera que a qualidade é a principal vantagem.

Maioria vai pagar despesas da Copa à vista, mas 37% não farão um planejamento financeiro

De acordo com a pesquisa, a maioria dos torcedores que terão gastos com o mundial vai pagar à vista, seja em dinheiro (68%) ou no cartão de débito (35%). O cartão de crédito também será bastante utilizado, por 25% dos entrevistados em parcela única e por 18% em mais de duas prestações.

Um dado que inspira preocupação é que entre os que terão gastos com o evento, 37% não pretendem analisar as condições do orçamento antes de assumir essas despesas – os que vão estipular um valor fixo para gastar no período somam 63% da amostra. “Embora o ânimo que o evento traz sobre os torcedores os levem a gastar mais com as festividades, é importante que os gastos não fujam ao controle do orçamento, já que o evento passa e ficam as dívidas”, orienta a economista Marcela Kawauti.

17% devem ser liberados durante partidas, enquanto 14% vão acompanhar no local de trabalho; para 41% são altas as chances de o Brasil ser hexa

O interesse natural em acompanhar as partidas do Brasil na Copa do Mundo faz com que em muitas empresas sejam adotados esquemas especiais de bancos de horas, horários alternativos ou dispensas e compensações. De acordo com a pesquisa, em 17% dos casos, a empresa onde o entrevistado trabalha pretende liberar os funcionários durante os jogos da seleção brasileira. Outros 14% garantem ter um horário de trabalho flexível, enquanto o mesmo percentual de 14% informa que os funcionários vão dar uma pausa para assistir aos jogos dentro do próprio ambiente de trabalho. Apenas 6% disseram que os funcionários trabalharão normalmente e sem pausa durante as partidas.

De modo geral, 78% dos consumidores brasileiros pretendem assistir aos jogos da Copa do Mundo e 72% ficam empolgados com a competição, sendo que em alguns casos (10%), esse sentimento atrapalha a concentração em suas tarefas no dia a dia. Apenas 14% dos entrevistados disseram que vão seguir a rotina normalmente durante os jogos da Copa e 7% ainda não sabem. Em cada dez entrevistados, quatro (41%) consideram altas as chances de o Brasil ser hexacampeão, ao passo que 45% classificam a possibilidade como média e apenas 10% avaliam como pequena.

Fonte: CNDL.

fraude identidade

Fique esperto: conheça as principais fraudes de identidade e evite prejuízos em seu bolso!

Você sabia que, ao perder seu documento de identidade, CPF ou cartão de crédito, você pode ficar vulnerável aos golpes financeiros chamados de fraudes de identidade? O mesmo pode ocorrer se você digitar seus dados pessoais em sites inseguros. Criminosos podem usar esses dados para abrir contas, fazer compras ou ainda realizar transações financeiras por você, sem que você se dê conta.

“A prevenção ainda é a melhor solução”, diz o advogado especialista em direito empresarial e do consumidor, Edgard Dolata. Mas, para se prevenir, é preciso conhecer os golpes mais comuns. Confira:

As fraudes de identidade mais comuns:

1- Abertura de conta bancária: com um documento de identidade que você perdeu, o golpista abre uma conta em um banco, utilizando-se de todos os tipos de produtos financeiros a ele disponibilizados, como cartões, cheques e empréstimos pré-aprovados, causando inúmeros prejuízos.

Previna-se: Mantenha-se atento a seus documentos. Em caso de roubo ou perda, faça um boletim de ocorrência na mesma hora.

Existem também dois serviços do SPC Brasil para ajudar o cidadão que perdeu seus documentos a prevenir fraudes. O SPC Alerta de Documentos e o SPC Avisa. Ao contratá-lo, o consumidor recebe informações sempre que seu nome for incluído, excluído ou alterado no banco de dados do SPC Brasil, seja por e-mail ou SMS.

2- Emissão de cartão de crédito: utilizando-se de documentos falsos ou roubados, os golpistas solicitam a emissão de um cartão de crédito aos bancos ou demais operadoras. Com isso, fazem uso dos limites disponíveis, deixando a conta para o CPF da vítima.

Em caso de roubo ou perda de documentos, é necessário registrar um boletim de ocorrência, que pode ser feito online mesmo.

3- Aquisição de bens com cartão de crédito: ao efetuar uma compra em um site inseguro, o consumidor acaba digitando seus dados do cartão de crédito, que são roubados e utilizados por criminosos para realização de novas transações.

Com compras online, todo cuidado é pouco. Não se cadastre em sites que não sejam de confiança e, sempre antes de efetuar uma compra, verifique se ele tem a verificação “https://” na barra de endereço do navegador. Ela indica que o endereço é seguro. Há também certificados que ativam um destaque ou a imagem de um cadeado na barra do navegador. Fique atento!

4- Solicitação de informações por meio de sites falsos, e-mails ou SMS: é comum sermos surpreendidos com solicitações de confirmação de informações por e-mails ou SMS. Jamais informe suas senhas, número de cartões ou dados pessoais por esses meios. Saiba que instituições financeiras não os solicitam.

Também não é indicado clicar em links que cheguem por e-mails de remetentes desconhecidos ou digitar seus dados em sites com erros de digitação, sem o logotipo da empresa ou que pareçam falsos.

Por fim, evite fazer qualquer tipo de transação financeira por meio de computadores públicos ou conectados em redes públicas de internet. Após utilizar esse tipo de conexão, finalize seus acessos no sistema, fazendo logout de suas contas.

5- Falsas financeiras: solicitar um empréstimo oferecido em anúncios de jornal, em panfletos na rua ou por telefone pode ser perigoso. Geralmente, as falsas financeiras oferecem facilidades demais ou pedem depósitos de garantia e, depois, somem, te deixando com o prejuízo ou roubando seus dados.

Por isso, desconfie de facilidades que fogem do padrão do mercado – e cheque no site do Banco Central se a financeira é cadastrada antes de assinar o contrato.

Saiba mais: conheça os principais golpes cibernéticos.

O que fazer se você foi vítima dessas fraudes?

Faça um boletim de ocorrência e, imediatamente, procure a empresa fornecedora do serviço (banco, cartão de crédito). Ela adotará as medidas necessárias para a reversão do problema. “Caso os danos não sejam solucionáveis administrativamente, você poderá solicitar ajuda do PROCON ou procurar o auxílio de um advogado para orientá-lo”, diz Dolata.

Fonte: Meu Bolso Feliz.

namorados

62% dos brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados, projetam SPC Brasil e CNDL.

Pesquisa estima que 93,5 milhões de pessoas devem presentear na data e comércio espera injeção de quase R$ 15,6 bilhões; shopping center será o principal centro de compras, com 36% das citações

Importante data do calendário lojista, o Dia dos Namorados deve levar 62% dos brasileiros às compras. A partir de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais, estima-se que aproximadamente 93,5 milhões de brasileiros devem presentearalguém neste 12 de junho, o que deve injetar aproximadamente 15,6 bilhões de reais na economia.

Dados da sondagem ajudam a derrubar o estigma de que casais deixam de se presentear após o casamento. Quando a pesquisa investiga quem será a pessoa presenteada, o esposo ou a esposa aparecem em primeiro lugar, com mais da metade das respostas (64%) ― sendo a intenção de presentear maior entre os homens (69%). Em segundo lugar no ranking dos mais presenteados, aparecem os namorados (30%) e, na sequência, os noivos (5%).

Assim como acontece em grande parte dos relacionamentos amorosos, o ato de presentear é percebido como uma troca, em que os parceiros presenteiam como demonstração de afeto, mas também esperam ser presenteados. Dessa forma, o estudo mostra que a maioria dos que vão comprar presentes no dia dos namorados (66%) acredita que também vão ganhar presentes, em especial as classes A e B (76%).

Consumidores vão gastar quase R$ 167 por presente; maior parte pretende ter gastos similares ao do ano passado

De modo geral, a pesquisa mostra que a maior parte (36%) dos entrevistados deve gastar a mesma quantia que no ano passado, enquanto 21% projetam desembolsar mais e 17% pretendem diminuir o valor gasto. Em média, o consumidor brasileiro deve desembolsar R$ 166,87 com os presentes do Dia dos Namorados, sendo que esse valor aumenta para R$ 225,18 entre as pessoas das classes A e B. Importante notar que 25% ainda não decidiram o valor que será gasto.

Entre os compradores que planejam gastar menos do em 2017, o que mais tem pesado é o fato de estarem em uma situação financeira difícil ou com o orçamento apertado, com 31% de citações. A necessidade de economizar também é motivo citado por 26% desses entrevistados. Já entre os que planejam gastar mais neste ano, 40% alegam que vão adquirir um presente melhor. De modo geral, a maioria dos consumidores (71%) deve comprar apenas um único presente, mas 23% planejam adquirir dois ou mais itens para agradar o parceiro.

Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria dos entrevistados (58%) tem a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e somente 4% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2017. Como tentativa de economizar, 74% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que devem em ir busca de ofertas mais atrativas, 76% pretendem usar a internet como principal aliada, 62% farão pesquisa de preço em lojas de shopping e 36% em lojas de rua.

De acordo com os entrevistados a principal forma de pagamento será o pagamento à vista com 58% de citações, com destaque para o dinheiro em espécie (39%) e cartão de débito (18%). Outros 37% devem utilizar o cartão de crédito e apenas 2% boleto bancário. Entre os que vão dividir as compras, o número médio de prestações varia entre três e quatro. “Em um momento em que a inadimplência e o desemprego estão elevados, comprar o presente à vista pode ser uma boa alternativa para fugir do endividamento. Para quem vai recorrer ao crédito, o ideal é fugir dos parcelamentos para evitar comprometer a renda com prestações muito alongadas e se programar para o pagamento integral da fatura”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Roupas lideram o ranking dos itens mais procurados para presentear; 36% vão realizar compras em shopping center e 18% na internet

Neste ano, os presentes mais procurados por quem vai presentear devem ser as roupas (41%), perfumes ou cosméticos (34%), calçados (22%) e jantares (18%). Completam o ranking os bombons e chocolates (17%) e acessórios, como bijuterias, cintos, óculos e relógios (17%). Outras opções de presentes que os entrevistados consideram fazer na tentativa de economizar nos gastos são fazer um jantar romântico (49%), um café da manhã (32%)e passeio ao ar livre no final de semana (24%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como o destino para a maioria dos presentes, com 36% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas dos shoppings populares (9%) e das lojas de departamento (8%). Os preços (50%) e as promoções (43%) são o que mais influenciam a escolha do local.

Em cada dez entrevistados, dois (21%) disseram que são eles próprios quem escolhem o que vão ganhar no Dia dos Namorados, ao passo que 78% deixam essa decisão a cargo do companheiro. Para a escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (30%) e o perfil do presenteado (21%). Os locais preferidos para comemoração serão a própria casa do entrevistado (33%), seguido dos restaurantes (30%) e dos hotéis ou motéis (11%).

29% dos que pretendem comprar presentes estão com contas em atraso. Dia dos Namorados do ano passado deixou 9% dos entrevistados com o CPF restrito

Para agradar o parceiro ou a parceira, parcela considerável dos consumidores não darão a devida importância a compromissos financeiros já assumidos: três em cada dez entre os que pretendem comprar presentes (29%) revelam que irão às compras mesmo possuindo contas em atraso atualmente, especialmente respondentes das classes C, D e E (33%). Além disso, 8% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada. Entre os consumidores que estão com contas em atraso, 72% também estão com seus CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito, principalmente respondentes das classes C, D e E (75%).

Os dados revelam que entre os consumidores que compraram presentes para o Dia dos Namorados do ano passado, 9% estão negativados por compras feitas na ocasião. Além disso, 28% dos compradores admitem ter o hábito de gastar mais do que podem para agradar o parceiro. “Para os que têm contas com pagamento em atraso ou estão negativados, existem outras formas de demonstrar e retribuir afeto, que não sejam somente por meio da troca de bens materiais. Nesta hora, é preciso autocontrole e disciplina para conter os gastos e usar a criatividade para surpreender a pessoa amada”, orienta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Fonte: CNDL

festa junina

Como preparar sua loja para as festas de São João.

Entre junho e julho, comemoram-se as festas juninas e julinas no Brasil. Uma tradição que mobiliza milhares de pessoas em todo o país e ainda traz uma grande oportunidade para o varejo de se conectar com seu público e vender mais.

Sua loja já entrou no clima? Não? As dicas que apresentamos a seguir podem ajudá-lo a garantir que o São João não seja apenas divertido, mas também lucrativo para sua loja. Vamos lá?

- ENFEITE A LOJA
O primeiro passo é deixar sua loja com a verdadeira cara de “festa na roça”. Para isso, use decorações típicas, tais como, bandeirolas, balões, confetes e fitas coloridas. Alguns chapéus de palha ou outros objetos do campo espalhados pelo ambiente também ajudarão a deixá-lo com um ar mais rústico.

- PREPARE A EQUIPE
A sua equipe de vendas também precisa estar preparada para as festividades dessa época. Motive os vendedores a entrarem no clima criando alguns tipos de competições internas. Você pode, por exemplo, oferecer um prêmio para quem vender mais entre junho e julho. Além disso, é interessante que os vendedores estejam integrados à decoração da loja. Ou seja, eles podem vestir trajes típicos da época, como camisa xadrez e chapéu de palha.

- DESENVOLVA MATERIAIS DE COMUNICAÇÃO TEMÁTICOS
O clima de São João precisa ir além da loja. Por isso, quando desenvolver materiais de comunicação nessa época – flyers, e-mails ou catálogos – é importante que eles também tragam o tema junino. Saber que a loja está comemorando essa tradição, mostrará ao cliente que ela preparou algo especial – e isso, consequentemente, irá atrair os consumidores até o seu estabelecimento.

- PREPARE AÇÕES ESPECÍFICAS DESSA ÉPOCA

Outra forma de atrair o público nesse período é desenvolvendo promoções temáticas e promovendo ações típicas de São João. Fazer algumas brincadeiras, distribuir comidas tradicionais dessas festas, entre outras atividades, irá chamar a atenção do público para sua loja. E esse é o primeiro passo para vender mais, certo?

Fonte: CNDL

CAMINHAO

Precisamos voltar a produzir

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), maior entidade representativa de livre adesão do varejo no Brasil e instituição que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), entendeu como justa as reivindicações dos caminhoneiros. Após o atendimento das principais pautas levantadas pela categoria, os caminhoneiros precisam liberar as rodovias, extinguindo a paralisação.

Estimamos que, entre os dias 21 e 28 de maio, os setores do comércio e serviços deixaram de faturar, aproximadamente, R$ 27 bilhões devido à interrupção do transporte de carga nas rodovias do país. Com isso, a CNDL e o SPC Brasil avaliam que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) será menor do que o inicialmente esperado em 2018 e poderá ser revisto para algo perto de 2%, inclusive com resultado negativo no consolidado do segundo trimestre.

Precisamos voltar a trabalhar. Os setores produtivos, em geral, vêm sendo duramente atingidos pelo prolongamento da paralisação. O setor de comércio, em especial, que gera 12,7% do PIB e movimentou R$ 715 bilhões por ano, é um dos motores do país. Mas como tirar o sustento de prateleiras vazias, sem receber mercadorias, e com os consumidores sem condições de se deslocarem aos estabelecimentos por falta de combustível?

A contribuição para sairmos dessa situação deve vir de todos: Governo Federal, Poder Legislativo, estados e municípios, assim como de toda a cadeia produtiva. A revisão do ICMS sobre os combustíveis, a melhoria da infraestrutura, o custo dos tributos e o peso da máquina pública precisam ser repensados. Estamos prontos para colaborar, pois entendemos que é urgente criar melhores condições para quem gera empregos e riqueza no país.

Brasília, 30 de maio de 2018

Sobre o Sistema CNDL

Representa cerca 2.000 entidades vinculadas, 450 mil empresas associadas e mais de 1 milhão de pontos de vendas. Essas empresas geram 5% do PIB brasileiro, 4,6 milhões de empregos e faturam R$ 340 bilhões por ano.

Fonte: CNDL

vendas

Palestra – Gestão Estratégica de Vendas

Palestra: Gestão Estratégica de Vendas

Alcançar resultados é um desafio que só pode ser superado com a correta ESTRATÉGIA DE VENDAS.

Muitas pessoas confundem estratégia de venda com técnicas de vendas. A estratégia de vendas é um direcionamento do alto escalão da empresa sobre quais objetivos se quer atingir, quando e de que maneira.

Pensando nisso, a Fundação CDL Vitória realizará uma palestra com foco em gestão e desenvolvimento de estratégias para alcançar os resultados da empresa.

Segue conteúdo programático:

- O profissional de vendas: de atendente a consultor

- Postura profissional e motivação para o trabalho

- O planejamento estratégico das vendas;

- A negociação ganha-ganha

- Estabelecendo metas

- Os P’s do marketing: Produto, Preço, Promoção, Ponto de venda e Pesquisa constante;

- Os motivos de compra do cliente e os diversos fatores que o impulsionam ao consumo;

- As etapas da venda: técnicas e estratégias para otimizá-las

- Abordagem: criar um clima positivo ao abrir uma venda

- Sondar necessidades e interpretar desejos

- Demonstrar, destacar benefícios e despertar o desejo de posse

- Como contornar as objeções dos clientes: através da argumentação empática e da transformação dos aspectos negativos em positivos

- Como usar os adicionais para otimizar as vendas

- Aproveitar os sinais de compra e fechar a venda

- Valorizar a compra, fidelizar o cliente e formar a sua clientela pessoal.

DATA: 18 de Junho (segunda-feira)

HORÁRIO: 19 às 21hs

INVESTIMENTO: R$ 35,00 para Associados e R$ 45,00 para Não Associados

LOCAL: Auditório da CDL Vitória – Av. Governador Bley, 155, Centro – Vitória

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: (27) 3232-2084 / cursos@fundacaocdlvitoria.com.br

CLIQUE AQUI e preencha a ficha de inscrição.

VAGAS LIMITADAS!