Dia dos Pais deve movimentar R$ 18 bilhões no varejo.

Diante do cenário de Covid-19, intenção de compras cai em comparação ao ano passado. Maioria dos consumidores fará compras pela internet

Embora os efeitos da crise causada pela Covid-19 ainda estejam impactando negativamente na renda da população e no cenário de desemprego elevado, 58% dos brasileiros pretendem presentear no Dia dos Pais este ano, o que significa que 91,2 milhões de consumidores devem ir às compras. É o que aponta pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de dirigentes Lojistas) em parceria com a Offer Wise.

Apesar de representar uma queda de 9 p.p. nas intensões de compra em comparação ao ano passado, a data deve movimentar R$ 17,9 bilhões na economia. O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância da data para o setor varejista, que ainda sofre as consequências do fechamento das lojas como medida de enfrentamento à disseminação da Covid-19.

“Empresas de diversos segmentos considerados não essenciais se viram obrigadas a baixar suas portas em todo o país, impactando não apenas o faturamento das empresas, como ainda o emprego e o nível de renda. O momento é o de reabertura do comércio em diversas cidades do país, e saber que boa parte da população pretende ir às compras traz alívio ao setor e ao processo de retomada econômica”, afirma Costa.

Apesar da boa notícia para o setor, a pesquisa mostra que o consumidor brasileiro está cauteloso na hora de ir às compras. A maioria dos entrevistados garante que espera gastar o mesmo valor que o último ano com os presentes (37%), enquanto o percentual daqueles que esperam gastar mais passou de 26% na pesquisa de 2019 para 18% na pesquisa deste ano, uma queda de 8 pontos percentuais.

Por outro lado, a fatia dos que pretendem gastar menos saltou de 21% para 34%. Os motivos mais citados para a redução dos gastos são o fato de querer economizar (45%), estar com o orçamento apertado (39%), as incertezas com relação ao cenário econômico (34%) e ter tido redução na renda (30%).

Internet será principal local de compra

O fechamento de boa parte do comércio em todo o país, somado à insegurança de grande parte da população em retornar às lojas físicas levaram a um aumento das compras pela internet e também no número de empresas que abriram canais on line de venda e atendimento ao consumidor.

De acordo com a pesquisa, 39% dos consumidores realizará suas compras pela internet, enquanto 24% afirmam que farão em shopping centers e 16% em lojas de departamento. Entre os que pretendem realizar compras pela internet, 79% farão via sites, 58% em aplicativos e 19% no Instagram. 79% pretendem pesquisar preços antes de fazer as compras, seja pela internet (78%) ou em lojas físicas (65%).

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância dos lojistas se adaptarem à nova realidade trazida pela pandemia da Covid-19, principalmente na adoção de protocolos de segurança.

“Estamos passando por um momento de mudança de comportamentos e o varejo tem papel fundamental nessa reconstrução. Os lojistas têm se adaptado para oferecer um ambiente seguro aos consumidores e trabalhadores. A CNDL tem auxiliado os empresários nessa adaptação com campanhas de utilização dos protocolos de segurança. Além disso, o consumo passou por mudanças estruturais que exigirão dos empresários resiliência, adaptabilidade e comprometimento. Mesmo aquele pequeno lojista que não tem e-commerce pode encontrar alternativas para atender aos seus clientes, como divulgar nas redes sociais e fazer atendimento pelo WhatsApp. Ainda dá tempo do empresário buscar novos caminhos na internet, o consumidor quer comodidade e segurança”, afirma Costa.

Roupas e perfumes serão os presentes mais procurados. Gasto médio com presentes é de R$ 196

Os presentes mais procurados por quem vai presentear serão as roupas (48%), os perfumes/cosméticos (33%), calçados (28%) e os acessórios (26%). A maior parte dos entrevistados afirma que pretende fazer as compras na primeira semana de agosto (52%). Por outro lado, 24% pretendiam ir às compras ainda no mês de julho e 8% deixarão para a última hora e comprarão o presente no fim de semana do Dia dos Pais. Em média, os consumidores pretendem gastar R$ 196 ao todo. 79% pretendem pagar o presente à vista, principalmente no dinheiro (46%) e no cartão de débito (28%).

Quando perguntados sobre quais são os fatores que mais influenciam na escolha do local de compra dos presentes, a maior parte dos consumidores (47%) menciona o preço como fator determinante, seguido das promoções e descontos (37%), da qualidade dos produtos oferecidos (35%) e do frete grátis (28%).

“Diante da crise que vivemos, o consumidor está cauteloso para consumir e é importante o lojista oferecer opções de menor custo e conveniência para presentear nas datas comemorativas. O momento é de se adaptar, estar disponível em diversos canais de atendimento, oferecer entregas e alternativas que tornem a compra mais conveniente e segura para o consumidor”, José César da Costa.

Metodologia

Público alvo: Consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem realizar compras para o Dia dos Pais deste ano.

Método de coleta: pesquisa realizada pela web e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.

Tamanho amostral da Pesquisa: 1.006 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes para o Dia dos Pais. Em seguida, continuaram a responder o questionário 610 casos, somente com os que tinham a intenção de compra. Resultando, respectivamente, em margem de erro no geral de 3,1 p. p. e 4,0 p. p. para um intervalo de confiança a 95%.

Período da coleta dos dados: 09 a 15 de Julho de 2020.

Fonte: CNDL

Você é profissional autônomo? Aprenda a organizar seu tempo e suas finanças.

Quem opta por ser um profissional autônomo, escolhe essa modalidade por conta do horário flexível e da maior liberdade para controlar seu próprio fluxo de trabalho. O problema é que esses benefícios podem ser armadilhas para quem não estabelece um sistema de trabalho e controle das finanças.

Se você é autônomo e não tem um salário fixo todo mês já deve ter se perguntado como usar melhor o seu tempo e fazer a tal da organização financeira. Mas organização e planejamento não são qualidades exclusivas de quem é CLT, viu? Os autônomos devem se atentar ainda mais a esses detalhes para não ficarem no vermelho e sem tempo para a vida pessoal.

Quer algumas dicas para ajudar a manter uma rotina produtiva e protegida de armadilhas financeiras? Confira:

Separe o orçamento profissional do pessoal

Um erro muito comum dos profissionais autônomos é misturar as finanças pessoais com as do negócio, o que pode virar um problema gigantesco porque, dessa forma, não há como manter controle dos custos fixos da empresa, dos ganhos e do que realmente pode ser considerado lucro.

Parece óbvio, mas alguns profissionais esquecem que é preciso administrar seu trabalho como uma empresa, não como uma extensão de casa. Ou seja, você deve garantir o fluxo de caixa e ter sempre um dinheiro necessário para reinvestir e manter a empresa funcionando.

Com as finanças da empresa em ordem, é possível definir um salário que você pode retirar e usar para as contas pessoais. Certo?

Organize seu tempo

Mesmo tendo maior flexibilidade de horários, um costume muito comum de quem é profissional autônomo é trabalhar em jornadas muito longas e exaustivas. Para manter uma vida saudável, é preciso respeitar as pausas para se alimentar corretamente, descansar e preparar o corpo para o dia seguinte. Em casa, isso pode ser mais difícil do que num escritório, mas é tão necessário quanto.

Também é muito importante organizar as férias. Não ter um período dedicado ao descanso pode causar cansaço extremo, estresse, queda de produtividade e problemas de saúde muito sérios. Por isso, respeite seu corpo e programe essa pausa pelo menos uma vez por ano. Dessa forma, você volta mais disposto e pronto pra iniciar projetos novos e manter o sucesso na vida profissional.

Prepare-se para os imprevistos

Como a sua renda não é completamente previsível, um profissional autônomo precisa de uma reserva de emergência para estar preparado para essas oscilações no orçamento. Os custos de uma empresa são fixos e os da casa também, por isso é preciso ter essas dívidas cobertas, independente de quanto entra de dinheiro por mês.

Na prática funciona assim: sempre que o faturamento for maior do que o previsto, guarde dinheiro para esse fundo de emergência. Calcule o valor necessário para quitar as contas por 6 meses e, assim, você fica tranquilo mesmo sem saber como serão os meses seguintes.

Invista seu dinheiro

Ainda pensando em poupar para o futuro, você pode aumentar essas reservas colocando seu dinheiro para trabalhar por você. Existem muitos tipos de investimentos, e você pode escolher entre eles de acordo com seus objetivos. Você pode elencar categorias como: aposentadoria, faculdade dos filhos, férias do ano, etc.

Pesquise sobre esse assunto e aprenda a avaliar características como prazo, rendimento e liquidez, assim você consegue definir metas e analisar em qual opção é melhor investir para alcançar cada uma delas.

Com essas dicas, você que é profissional autônomo se protege contra os perigos dessa modalidade de trabalho e aproveita os benefícios, que são muitos e podem ser muito legais pra você.

Fonte: Meu Bolso Feliz

O novo normal num Brasil mais digital.

Certificação Digital diminui burocracias com segurança aos consumidores e empresas

Por meio da Medida Provisória 951/2020 do Governo Federal, a validação das emissões dos certificados digitais passou a ser realizada via videoconferência durante a pandemia da Covid-19. Cidadãos e empresas que desejarem ter o seu certificado digital podem obtê-lo sem a necessidade de sair de casa.

Quando observamos tudo que vem acontecendo, obviamente lamentando a tragédia causada pela pandemia, é perceptível que estamos experimentando novas formas de fazer as coisas que fazíamos antes, apenas de uma forma diferente, é o que chamam de “novo normal”.

Nos últimos quatro meses passamos por enormes avanços e transformações na sociedade, apoiados, principalmente, por tecnologias que já estavam ao nosso alcance. As pessoas e as empresas passaram a se relacionar de forma intensa pelos aplicativos de videoconferência e mensagens; empresas aderiram ao home office e ao comércio eletrônico; passamos a ter acesso à saúde por telemedicina; negócios sendo realizados por contratos eletrônicos, enfim, é provável que muitos anos tenham sido adiantados no que diz respeito ao processo de transformação e inclusão digital.

É compreensível que todas essas mudanças gerem certa insegurança sobre como conviver com esse novo ambiente mais digital, no entanto, no Brasil, a tecnologia da certificação digital, que ficou de certa forma adormecida ou com pouca evidência, agora tem feito cada vez mais parte do nosso dia-a-dia.

Para quem está embarcando nessa tecnologia, cabe esclarecer que se trata de uma forma de realizar transações no mundo digital de forma muito segura e confiável. Toda vez que alguém utiliza seu certificado digital para interagir virtualmente, garante-se saber exatamente quem está do outro lado do computador ou do smartphone graças aos procedimentos utilizados para fornecer a qualquer cidadão ou empresa sua identidade digital.

Com absoluta certeza, o “Brasil mais digital” chegou para ficar e passaremos a experimentar um mundo com menos burocracias e menos filas para consultar uma simples informação, por exemplo. Teremos um país mais produtivo e eficiente certamente.

A certificação digital está prevista nas legislações brasileiras e garante a segurança jurídica para digitalização de uma série de negócios feitos no ambiente físico. Com essa tecnologia, não há necessidade de reconhecer firma em um cartório, as empresas podem assinar documentos, contratos, realizar novos negócios com máxima confiança e segurança. As pessoas podem fazer uma compra com uma identificação segura, pois quem usa um certificado digital está identificado de forma unívoca em tudo aquilo que faz na Internet.

Para conhecer mais esse mundo da certificação digital, fale com o SPC Brasil vinculado a  CNDL, uma das maiores autoridades nesse assunto, e com as Câmeras de Dirigentes Lojistas pelo Brasil.

A certificação digital do Brasil é uma das melhores do mundo e é motivo de muito orgulho para nosso país e todos precisam saber disso!

Renato Pavone – Gerente de Novos Negócios do SPC Brasil

Gastos invisíveis: como evitar que eles destruam seu orçamento.

Pequenas compras podem virar um grande problema no seu orçamento. Aprenda a identificar e evitar os gastos invisíveis para manter as finanças do mês de acordo com o planejado

Se você já se assustou com a fatura do cartão de crédito que veio muito maior do que o esperado e ficou com aquela sensação de “onde foi que gastei esse dinheiro todo?”, provavelmente ainda não percebeu que os gastos invisíveis existem e podem ser grandes vilões na hora de conseguir manter um planejamento financeiro que funcione e que te permita dar um “check” na sua lista de gastos e metas mensais.

Separamos alguns exemplos desses tipos de gastos que são mais comuns para te ajudar a identificar e eliminar esses empecilhos para a saúde da sua vida financeira.

Aplicativos de transporte e delivery

Cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, esses aplicativos são figurinha repetida nas faturas de cartão de crédito de boa parte dos brasileiros. Muitas vezes com o cartão de crédito já cadastrado neles, a comodidade é o maior apelo e aumenta o uso desse tipo de serviço.

Porém, se você fizer o exercício de somar todas as “corridinhas” e “docinhos” que pede com frequência, vai perceber que essa grana representa uma parte muito relevante da sua fatura e que, muitas vezes, esses “luxos” poderiam ter sido usados apenas em ocasiões realmente especiais ou de real necessidade.

Defina um limite para o uso desses aplicativos e você vai ver que a conta virá bem mais leve no fim do mês.

Desperdício

Esse vilão vem do famoso ditado “nada em exagero faz bem”. Desperdiçar comida, recursos como água e energia, contratar pacotes de telefonia que você usa só metade, pacotes de TV que você assiste apenas um terço dos canais disponíveis, etc são exemplos de hábitos que, se adequados para sua real necessidade, podem ser uma boa forma de economia.

Monte um cardápio semanal ou mensal e faça uma lista de compras que atenda a esse plano sem sobras desnecessárias que podem acabar indo para o lixo. Uma dica para deixar essa conta ainda mais exata é pensar no que é consumido por dia.

Mantenha na tomada apenas o que está sendo usado naquele momento e carregue dispositivos apenas quando a carga acabar ou estiver muito perto disso.

Se no fim do mês o aplicativo da sua conta de telefone mostra que você consome uma quantidade muito menor do que a contratada, entre em contato com a operadora e estude mudar para um pacote mais próximo, compatível com seu perfil de consumo.

Repense se os pacotes contratados de TV ou de streaming são realmente compatíveis com o perfil das pessoas da casa. Às vezes, você assinou um serviço que há meses não lança um conteúdo de que você gosta, então por que continuar pagando por ele?

Promoções

Promoção é boa e todo mundo gosta, mas nem sempre você precisa ou vai usar o produto que está em oferta. Sempre que se deparar com uma oferta imperdível no supermercado ou na internet, pense com muita calma se você precisa mesmo daquele produto ou se está comprando apenas por causa do desconto e, no fim, nem vai usar.

Essas armadilhas são muito atraentes, mas podem dobrar o valor planejado para a compra do mês ou estourar o limite que você podia gastar com o cartão de crédito.

Confira dicas para evitar o endividamento durante a quarentena.

Reserve um dinheiro para compras de oportunidade, que são ofertas que você não sabia que estariam disponíveis naquele mês, mas que são itens que você compra regularmente ou que já estava “namorando” e economizando pra comprar há tempos.

No fim, o que fica de dica é que o segredo pra evitar os gastos invisíveis é justamente olhar direito para eles. Você não precisa necessariamente fazer uma mudança drástica ou traumática. Quando mapeamos esses gastos, eles podem ser administrados de forma mais inteligente e condizente com a sua realidade e seus planos.

Fonte: Meu Bolso Feliz.

Crescimento das vendas do comércio demonstram retomada do setor, avalia presidente da CNDL.

Após tombo recorde com pandemia, vendas do comércio crescem 13,9% em maio, diz IBGE

O crescimento de 13,9% nas vendas do comércio varejista, divulgado na última semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o setor iniciou o seu processo de retomada econômica, avalia o presidente da CNDL, José César da Costa.

“Após o tombo recorde causado pelo fechamento do comércio, os números mostram que o setor tem reagido, a recuperação leva tempo, mas a injeção do auxílio emergencial e dos créditos disponibilizados ao setor devem ajudar no aumento das vendas”, avalia Costa.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, na última semana, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a influência do auxílio emergencial sobre a economia deve durar, pelo menos, até o final do ano, uma vez que os saques não têm sido feitos de uma só vez e, com a decisão do governo de estender o pagamento de R$ 600 a informais e vulneráveis por mais dois meses, há um fluxo pela frente que ainda está por vir.

Para o presidente da CNDL, o setor ainda conta com a melhoria do acesso ao crédito, além da aprovação e do anúncio de novas medidas pelo governo federal.

“O crédito demorou a chegar efetivamente ao empresário, percebemos um olhar do governo para que isso fosse corrigido.  O Pronampe finalmente está operando e novas medidas têm sido aprovadas para destravar o crédito, isso vai dar mais fôlego ao setor. A expectativa é de que esse crescimento se mantenha no segundo semestre”, disse Costa.

A reabertura das atividades no país também contribui para as expectativas de retomada do setor. Para o presidente da CNDL, a população está passando por um momento de mudança cultural, onde a segurança será fundamental para que as pessoas voltem a entrar nas lojas para fazer suas compras.

“À medida que a economia vai reabrindo e que as pessoas voltam a circular, a tendência é de que as vendas aumentem. Mas o consumidor precisa se sentir seguro e o varejo tem papel fundamental na construção desse novo modelo de relacionamento entre as pessoas. Os protocolos de segurança precisam ser seguidos por lojistas e pela população para que a retomada seja efetiva. Os desafios continuarão, uma vez que passamos por patamares historicamente baixos, mas a recomposição segura das atividades tem papel fundamental nesse processo de retomada”, afirma José César da Costa.

Fonte: CNDL

Iniciar no e-commerce exige mudança cultural na empresa.

Implementar um e-commerce de loja com base física, ou mesmo num projeto 100% digital, só dará certo se antes de tentar acelerar for feito um passo a passo, como mandam as boas práticas de gestão, com planejamento e envolvimento da equipe.

Fazer negócios reunindo o digital e o físico de forma complementar vem se consolidando como o modelo empresarial ideal.

Há mais de 5 anos, antes do momento atual, de aceleração do e-commerce, acompanho as transformações ocorridas no modo de comercializar produtos no varejo, motivadas pelo avanço tecnológico e pelas facilidades de acesso às ferramentas.

Como aprendizado das dezenas de projetos de e-commerce dos quais acompanhei a implantação, afirmo com certeza que para ingressar neste universo de oportunidades é imprescindível observar alguns pontos importantes. O processo precisa ser bem estruturado para dar certo. É uma maratona. E não é possível obter sucesso em uma maratona se você tiver mind set de 100 metros rasos.

Esteja preparado para estar on-line

Seu negócio não deve estar on-line apenas porque todos os concorrentes estão. Mas é claro que o mercado exige um novo posicionamento. Por isso, avalie sua capacidade de aliar a necessidade de digitalizar sua empresa à viabilidade para operacionalizar o processo sem colocar em risco o próprio negócio.

Caso detecte que sua empresa ainda não tem esta capacidade, trate de adquiri-la capacitando-se e ao seu time de colaboradores, porque não há outro caminho.

Antes de qualquer coisa é preciso envolver toda a equipe para criar a consciência de que o novo canal de vendas é uma ferramenta adicional. Não um concorrente. Loja física e loja web serão pontos de contato com o consumidor se complementando para proporcionar novas experiências.

Também é fundamental ter consciência de que e-commerce não é só plataforma e antes mesmo de criar uma loja é preciso ter definido o seu objetivo. Será para girar estoque? Para expor todos os seus SKU’s? Para focar em um nicho dentro do seu segmento?

Seja qual for a sua estratégia, é necessário pensar que um negócio só dará certo se tiver como foco o que o cliente busca. Ou seja, não se trata de o que você quer vender, mas daquilo que as pessoas precisam e querem comprar.

Conheça sua persona

Após concluir o passo anterior, para otimizar os investimentos em marketing e aumentar as possibilidades de vendas é necessário direcionar sua mensagem ao consumidor com o perfil ideal.

Você sabe o que é persona? Trata-se de uma descrição do público alvo de um negócio, baseado em seu comportamento social e preferências de compra. Lembre-se: o produto certo deve ser ofertado para o público ideal.

Na prática, a persona não representa apenas uma pessoa, mas um grupo com perfil semelhante que é o cliente ideal da sua empresa. Essa identificação servirá como base para direcionar suas ações de maneira correta.

Além de identificar o local onde você encontrará seu cliente ideal, a persona permite definir a melhor maneira de atendê-lo, de acordo com seus hábitos e necessidades.

Ao fazer desta forma, você consegue selecionar o público com maior probabilidade de fazer negócios com a sua empresa, baseando-se no conhecimento das suas necessidades. E ainda cria condições para que suas ações de venda sejam mais assertivas.

Cuidado com a precificação

Uma operação de e-commerce necessita ter como objetivo vender, mas sem nunca perder de vista que se trata de uma relação onde empresa e consumidores precisam ter vantagens. Caso contrário, não prosperará.

Pense nisto e não entre em disputas que podem reduzir sua margem a centavos para fazer uma venda on-line. Se tiver que pagar para vender, não venda.

A internet é um canal que impulsiona vendas e tem custos mais baixos em comparação com seu negócio no mundo físico, mas cuide para que sua loja na web seja um negócio viável.

Tecnologia traz oportunidades

As transformações são uma necessidade imposta pelo comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais conectados e presentes nos diversos canais possíveis.

Estas características resultam da necessidade dos clientes de obter respostas cada vez mais rápidas às suas demandas. E quem não estiver preparado para atendê-los perderá espaço para os concorrentes que se movimentarem melhor neste cenário das possibilidades de uso da tecnologia em favor dos negócios.

A melhor maneira de se adaptar é ter consciência da realidade do mercado e buscar as ferramentas mais adequadas.

As redes sociais estão aí, cada uma com sua política de uso, e devem ser utilizadas da maneira correta para aumentar o número de portas de acesso ao seu negócio.

E-Commerce próprio

Os marketplaces são instrumentos poderosos para a visibilidade dos seus produtos e tê-los como canal deve fazer parte de uma estratégia bem-sucedida de vendas.

Mas um e-commerce próprio, como aliado da loja física, é ferramenta indispensável, por facilitar a efetivação de negócios com autonomia e maior controle da operação.

É importante compreender que se e-commerce parece apenas comércio com “e” na frente, por mais que tenha sido acrescida somente uma letra à palavra que o mercado tanto conhece, há muitas transformações embutidas neste acréscimo.

Esteja pronto para aprender os caminhos que levam ao sucesso neste mundo tão tecnológico e desafiador, que traz demandas por conhecimento, mas entrega oportunidades inacreditáveis para a transformação positiva e a melhoria dos resultados do seu negócio.

E falando em ferramenta, convido você a conhecer a plataforma de e-commerce EMC Loja Web. Acessando www.emclojaweb.com você pode realizar um teste gratuito. E caso se interesse em criar sua loja na web, como empresa associada à CDL, você terá condições especiais para a contratação.

Entre em contato com a CDL e se informe sobre essa parceria com a FCDL e a EMC Sistemas, que tem como objetivo contribuir para a digitalização do varejo mineiro.

Por Emerson Duarte

Diretor de marketing da EMC Sistemas, gestor de marketing digital e consultor de e-commerce

Fonte: FCDL Minas Gerais

Câmara dos Deputados aprova novo Programa Emergencial de Acesso a Crédito.

Programa cria uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para microempresas, pequenas empresas e MEIs. Os empréstimos chegarão por meio de maquininhas de cartão de crédito

A MP 975/2020, que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), foi aprovada nesta quinta-feira (9), pelo plenário da Câmara dos Deputados. O novo parecer do deputado e relator Efraim Filho (DEM-PB) amplia o escopo do Programa, de modo a permitir não apenas o apoio na forma de concessão de garantia, mas também na forma de concessão de operações de crédito através das maquininhas de cartão de crédito. A medida segue agora para apreciação do Senado Federal.

O texto inclui na MP as associações, fundações de direito privado e sociedades cooperativas, excetuadas as sociedades de crédito, além das já previstas pequenas e médias empresas para acesso as operações do Peac-FGI. Para as operações do Peac-Maquinhas inclui os microempreendedores individuais, as microempresas e empresas de pequeno porte.

O presidente da CNDL, José César da Costa, comemora a aprovação da medida que disponibilizará R$ 10 bilhões para microempresas, pequenas empresas e MEIs.

“A aprovação da MP 975 pela Câmara dos Deputados traz alívio aos empresários do setor, que contam com o crédito para a manutenção de suas empresas e dos postos de trabalho. A recuperação da atividade econômica no Brasil depende do acesso ao crédito e do apoio às empresas de pequeno porte”, afirma Costa.

No relatório do deputado Efraim Filho, foi criada mais uma modalidade de operacionalização do Peac, baseada na concessão de créditos garantidos por cessão fiduciária de recebíveis por arranjos de pagamento.

Com isso, o Programa passará a ser operacionalizado sob duas modalidades distintas, a saber:

  • Peac-FGI, baseado na disponibilização de garantias via Fundo Garantidor de Investimentos – FGI; e
  • Peac-Maquininhas, baseado na concessão de empréstimo garantido por cessão fiduciária de recebíveis a constituir em arranjos de pagamento.

No texto aprovado pela Câmara dos deputados, o Peac-FGI é destinado  a empresas de pequeno e médio porte, associações, fundações de direito privado e sociedades cooperativas, excetuadas as sociedades de crédito, que tenham sede ou estabelecimento no País e tenham auferido, no ano-calendário de 2019, receita bruta superior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e inferior ou igual a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais). No qual a MP autoriza a União a aumentar em até R$ 20 bilhões a sua participação no Fundo Garantidor de Investimento – FGI, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES, exclusivamente para a cobertura das operações contratadas no âmbito do Programa.

O empréstimo poderá ser solicitado até 31 de dezembro de 2020 com prazo de carência de, no mínimo, seis meses e, no máximo, doze meses, prazo total da operação de, no mínimo, doze meses e, no máximo, sessenta meses e com taxa de juros nos termos do regulamento a ser publicado.

Já o Peac-Maquininhas é destinado à concessão de empréstimo garantido por cessão fiduciária de recebíveis a constituir em arranjo de pagamento a microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, que possuam volume faturado nos arranjos de pagamento, desde que tenham tido vendas de bens ou prestações de serviços liquidadas em arranjos de pagamento, não limita mais as vendas entre janeiro a março de 2020. Outra exigência é que não tenham na data da formalização do empréstimo, operações de crédito ativas, celebradas fora do âmbito do Peac-Maquininhas, garantidas por recebíveis a constituir de arranjos de pagamento.

O parecer aprovado esclarece ainda, que somente serão elegíveis às operações de crédito do Peac-Maquininhas as pessoas que na data de publicação do Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020 que reconhece a calamidade pública, estejam enquadradas na Lei 123/2006 que trata da Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Microempreendedor Individual; e estavam inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ.

O empréstimo no Peac-Maquininhas será limitado ao dobro da média mensal dos rendimentos com vendas de bens ou prestação de serviços do contratante, limitado ao valor de R$ 50 mil, com taxa de juros de até 6% (seis por cento) ao ano sobre o valor concedido, capitalizada mensalmente. O crédito via maquinha poderá ser concedido até o fim deste ano e terá prazo de 36 meses para pagamento, incluindo os seis meses de carência para início do pagamento. Os contratantes do crédito serão isentos de tarifas encargos ou emolumentos no âmbito do Peac-Maquinhas.

A média mensal para cálculo do valor a ser disponibilizado para cada contratante será apurada a partir do histórico médio mensal de recebíveis de arranjo de pagamento constituídos e liquidados de forma centralizada em sistema de compensação e de liquidação autorizado a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O valor será calculado pela média dos valores mensais apurados entre 1° de março de 2019 e 29 de fevereiro de 2020, sendo excluídos os meses em que o valor mensal for igual a zero.

Para conseguir o empréstimo os contratantes não precisarão de garantia real ou pessoal nas operações de crédito contratadas, sendo facultada a pactuação de obrigação solidária de sócio, de acordo com a política de crédito da instituição participante. Mas deverão ceder fiduciariamente às instituições financeiras participantes 8% de seus direitos creditórios a constituir de transações futuras de arranjos de pagamentos.

Os recursos destinados ao Peac-Maquininhas serão de R$ 10 bilhões. “Tal recurso será proveniente do volume já alocado para o Programa Emergencial de Suporte a Emprego, instituído pela Medida Provisória nº 944, de 3 de abril de 2020, e que, até o momento, ainda está “empoçado” – ou seja, não foi utilizado”, destaca o deputado Efraim Filho em seu relatório.

Em disposições gerais, a MP veda às instituições financeiras participantes condicionar o recebimento, processamento ou deferimento da solicitação de contratação das garantias e operações de crédito ao fornecimento ou à contratação de outro produto ou serviço.

A Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, poderá receber e processar, por meio da plataforma Consumidor.gov.br, as reclamações relativas ao atendimento prestado pelas instituições participantes do Programa.

O relatório estabelece também que para fins de avaliação de risco de crédito no âmbito do Pronampe, as instituições financeiras participantes poderão considerar informações e registros relativos aos seis meses anteriores à contratação que constem de cadastros e sistemas próprios internos, sistemas de proteção ao crédito, bancos de dados com informações de adimplemento (Cadastro Positivo), desde que mantidos por gestores registrados no Banco Central do Brasil, e sistemas e cadastros mantidos pelo Banco Central do Brasil.

Além de, contribuir com a desburocratização no âmbito do Programa, os agentes financeiros ficam dispensados de exigir dos contratantes:

  • certidão de quitação ou comprovante de entrega da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS
  • apresentação de comprovante de votação ou certidão de quitação eleitoral;
  • apresentação de Certidão Negativa de Inscrição em Dívida Ativa da União, emitida pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional;
  • apresentação de Certidão Negativa de Débitos com a Previdência Social;
  • apresentação do Certificado de Regularidade do FGTS – CRF;
  • comprovação do recolhimento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR correspondente aos últimos cinco exercícios; e
  • consulta ao Cadastro Informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais – Cadin.

Por fim, a MP altera o § 4º do art. 6º da Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020 (Pronampe), para definir que as instituições financeiras participantes do Pronampe operarão com recursos próprios e poderão contar com garantia de até 100% do valor de cada operação, a ser prestada pelo Fundo Garantidor de Operações – FGO, antes essa garantia era de 85%.

Fonte: CNDL

Pronampe: Banco do Brasil dá início a empréstimo para pequenas empresas.

O Banco do Brasil começou a ofertar empréstimos através do Pronampelinha de crédito destinada as micro e pequenas empresas. O programa foi lançado há cerca de um mês e sua intenção é atenuar os impactos econômicos causados pela pandemia do coronavírus.

O BB projeta alcançar 180 mil micro e pequenas empresas ofertando R$3,7 bilhões.

Outra boa notícia para o empresário é que a Caixa Econômica Federal não cobra TAC – Tarifa de Abertura de Crédito para o Pronampe. A Caixa informou nesta semana que já concedeu um bilhão de reais em empréstimos por meio do Pronampe. Mais de 16 mil empresas já fecharam negócio com a Caixa desde o dia 16 de junho.

O Pronampe foi criado pelo governo para tentar destravar o acesso ao crédito das micro e pequenas empresas, que têm relatado dificuldades para se financiar no segmento bancário durante a pandemia do novo coronavírus. O programa já vinha sendo operado pela Caixa Econômica Federal (CEF), que disponibilizou inicialmente R$ 3 bilhões para as micro e pequenas empresas, e agora também está disponível no Banco do Brasil.

O grande diferencial do Pronampe em relação às demais linhas de crédito para os negócios de pequeno porte está nos juros, mais baixos que em outros programas. Os empréstimos têm juros máximos iguais à Selic (juros básicos da economia), mais 1,25 ponto percentual por ano. Como atualmente a Selic está em 2,25% ao ano, a taxa pode chegar a até 3,5% ao ano.

Os financiamentos têm prazo de 36 meses (três anos), com oito meses de carência. Dessa forma, o empresário que contratar o empréstimo só começará pagar as parcelas no nono mês.

Cada empresário ou empreendedor individual poderá tomar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2019. Caso a empresa tenha menos de um ano de funcionamento, o limite de empréstimo sobe para 50% do capital social ou até 30% do faturamento médio mensal, prevalecendo o maior valor.

Clique aqui e saiba mais sobre o Pronampe.

Clique aqui e conheças as instituições que estão operando o Pronampe.

Fonte: CNDL e Portal do Empreendedor.

Sebrae cria solução para ajudar pequenos negócios a reduzir custos de serviços financeiros.

Com a plataforma online, EmConta, empresário consegue avaliar melhor custo-benefício de uma conta corrente PJ e tarifas de máquinas de cartão

Disposto a ajudar os donos de pequenos negócios com dificuldades para escolher a melhor opção de serviço financeiro para sua micro ou pequena empresa, o Sebrae criou o EmConta, solução digital de acesso gratuito que facilita a busca e contratação de produtos e serviços financeiros ofertados por instituições do mercado brasileiro presentes na plataforma.

Em sua 1ª versão operacional, o EmConta permite que o empreendedor conheça e compare os serviços oferecidos para ter uma conta corrente de pessoa jurídica em bancos digitais e tradicionais, e uso de diferentes máquinas de cartão.

“Identificamos que sempre houve muito desgaste neste processo. O empresário, de um modo geral, não sabe o que existe disponível no mercado e, mesmo sabendo, é sempre complicado comparar os serviços oferecidos”, explica o analista da Unidade de Gestão de Soluções do Sebrae, Hugo Lumazzini. Ainda de acordo com o analista, o EmConta ajuda os empresários a reduzir custos de forma significativa: “Muitas empresas já têm uma conta bancária há muito tempo, mas acabam pagando por serviços embutidos desnecessários ou por tarifas que nem são cobradas por outros bancos. No caso das tarifas, a redução pode chegar a mais de 50% ”.

Na sua segunda versão, prevista para julho, o cliente do EmConta também terá a sua disposição a busca por serviços contábeis. A plataforma oferece inicialmente simulações de serviços de empresas digitais que realizam todo o atendimento de forma remota, tanto para aqueles que estão abrindo uma nova empresa ou que já tem uma empresa, quanto para microempreendedores individuais (MEI) que ultrapassaram o faturamento anual e que, por isso, são obrigados a migrar para uma nova modalidade empresarial e contratar um contador. Nesse mesmo momento, o EmConta estará aberto para que outros parceiros de contabilidade não digital possam se cadastrar.

A meta do Sebrae é alcançar 100 mil acessos no EmConta até o final de 2020, com a realização de 10 mil simulações. O próximo passo será ampliar o número de parceiros dentro da plataforma online e fortalecer a integração tecnológica com os parceiros para oferecer mais benefícios para os pequenos negócios com condições exclusivas na contratação dos serviços.

Vantagens EmConta

  • Conta corrente para Pessoa Jurídica, contabilidade, e em breve mais serviços financeiros.
  • Melhor custo-benefício, o EmConta facilita a escolha do que é realmente mais adequado ao seu negócio e encaminha a contratação.
  • Uso das máquinas de cartão, que podem aumentar suas vendas, e ser um diferencial para o seu negócio.

Como funciona?

  • Você informa o perfil da sua empresa, conhece e compara as ofertas, e por último solicita a contratação, após escolher o serviço ideal, seu contato vai direto para o fornecedor.

Fonte: CNDL

Presidente da República veta PL 675 que suspendia por 90 dias novas inscrições nos cadastros de proteção ao crédito.

Foi publicado em edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira (1) o veto integral do PL 675/2020, que suspende retroativamente e impede novas inscrições nos cadastros de empresas de análises e informações para decisões de crédito enquanto vigente a calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19.

O veto presidencial atendeu às solicitações do presidente da CNDL, José César da Costa, ao Ministro da Economia Paulo
Guedes.

O PL 675/2020 contrariava o interesse público ante a potencialidade da medida em prejudicar o funcionamento do mercado de crédito e a eficiência dos sistemas de registro e viola os princípios constitucionais da livre iniciativa e o da livre concorrência.

“O veto integral ao PL 675/2020 traz alívio e atende aos pedidos da CNDL junto ao Ministro da Economia, Paulo Guedes. O setor de comércio e serviços já sofre os terríveis impactos da crise causada pela pandemia da COVID-19. O PL trazia insegurança jurídica ao país e consequências negativas como incentivar a inadimplência e o superendividamento da população”, afirma o presidente da CNDL.

Mensagem nº 371, de 30 de junho de 2020: https://bit.ly/31yoxDV

CONFIRA A NOTA DE POSICIONAMENTO DO SPC BRASIL:

Prezada Entidade,

Informamos que, por contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade, foi vetado pela presidência da República o PL 675/2020, que suspendia retroativamente e impedia novas inscrições nos bancos de dados de proteção ao crédito durante a calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19. Esse veto será analisado pelo Congresso Nacional (Senado e Câmara dos Deputados) sem data prevista.

Vale lembrar que o SPC Brasil se uniu aos demais bureaus de crédito associados à ANBC (Associação Nacional dos Bureaux de Crédito) com o objetivo de dar mais tempo para que consumidores e empresas busquem a renegociação ou o adiamento do vencimento de seus débitos junto aos credores. Nesse sentido, a postergação de registros por 45 dias continua valendo até 17 de julho de 2020.

Estamos à disposição e continuamos operando normalmente para mantê-los informados sobre qualquer atualização.

Roque Pellizzaro
Presidente do CA SPC Brasil

Fonte: CNDL