E-commerce: como engajar e impulsionar seu negócio.

De acordo com pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) em parceria com o Compre&Confie, o faturamento do comércio eletrônico brasileiro alcançou a marca de R$ 41,92 bilhões, em 2020. Já a 42ª edição do Webshoppers, realizado pela Ebit|Nielsen em agosto de 2020, o e-commerce brasileiro registrou a maior alta dos últimos 20 anos. 

Segundo a consultoria PwC, as vendas no e-commerce global atingirão ﹩4.9 trilhões em 2021, cerca de 265% de crescimento. Já outro levantamento, que reforça o futuro do e-commerce, realizado pela Social Miner, durante a pandemia, cerca de 73% dos consumidores descobriram que comprar online pode ser muito mais prático.

“Não há dúvidas que o isolamento social foi o grande impulsionador para o processo de transformação do varejo digital. Avaliando estudos e, principalmente, a performance do meu negócio, ambos números expressam mais uma vez que o futuro do e-commerce é estável, sem indícios de queda”, menciona o sócio da Dassi Boutique, Danilo Costa.

Com toda essa mudança de cenário, principalmente para o lojista físico, o movimento seguinte, claro, foi a dos comerciantes que estão à margem do comércio eletrônico começarem a se mexer em direção da digitalização.

“O crescimento expressivo do e-commerce levanta pontos como a falta de informações e formação técnica dos novos lojistas no mercado digital. Construir um e-commerce não significa apenas colocar um site no ar e aguardar que o consumidor venha comprar.”, destaca a CEO da marca, Sirlene Costa. 

Abaixo separamos cinco pontos que são considerados fundamentais para os varejistas iniciantes no e-commerce:

1 – Velocidade
Criar uma loja virtual é fácil e barato, mas engana-se quem pensa que é apenas isso, colocar um site no ar e esperar acontecer. Pelo contrário, colocar no ar uma loja virtual funcional, atraente e capaz de engajar um volume significativo de pessoas exige trabalho e investimento.

Um carregamento rápido e uma versão para mobile são os primeiros passos para não perder potenciais clientes logo de cara. A loja deve ter fotos de qualidade e fiéis aos produtos, de modo que o consumidor não se sinta enganado ao receber a compra.

Faça boas fotos e, principalmente, detalhe o produto que está vendendo, caso seja roupas, por exemplo, acrescente o tamanho da peça, comprimento, altura, largura, tecido, detalhes como botões, zíper etc.

2- Bastidores
O bastidor do seu negócio representa tudo o que o cliente não vê, como, por exemplo, gerenciamento de pedidos e de estoque, relatórios financeiros, logística: certifique-se de que tudo esteja funcionando adequadamente.

Se o seu e-commerce acaba de nascer, opte por planilhas de excel, caderninhos e blocos de notas, mas, caso já tenha retorno financeiro, busque profissionalizar sua operação, principalmente se você quer escalar seu negócio.

3 – Segurança é fundamental
Segundo estimativas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), uma em cada 45 tentativas de compra nas lojas virtuais é ilegítima. Para se preservar, recomenda-se o investimento em certificados como o SSL (o cadeado verde) e programas antifraude.

Tenha selos de segurança em sua página para que o consumidor fique mais à vontade e sinta-se mais seguro em escolher seu e-commerce. Vale ressaltar também que é importante manter e preservar uma relação saudável entre comércio e meio de pagamento, veja a possibilidade de ter um gerente de conta, pois caso perceba alguma tentativa de fraude ou golpe, você poderá acioná-lo para auxiliar nas tomadas de decisões, como cancelamento da compra, apuração de endereços, CPFs e afins.

4 – Marketing
O Marketing de Conteúdo é uma das estratégias mais utilizadas na atualidade para ampliar as vendas. Compartilhe textos, posts e vídeos que respondam às dúvidas do público da loja, das mais gerais às mais específicas.

O Marketing de Conteúdo agrega valor ao negócio, estreita o relacionamento com o público e auxilia a empresa a se tornar reconhecida como uma autoridade na sua área de atuação.

Faça conteúdos com dicas, exemplos, promoções, alertas, entre outros temas. Por exemplo, caso tenha uma loja de roupas, você pode montar looks com a mesma peça, pode alertar o cliente de fraude e golpes usando nome da loja ou de outras marcas.

5 – Atendimento
Oferecer um atendimento de qualidade não é uma opção, é uma obrigação. A loja virtual precisa estar preparada para atender às demandas dos clientes preferencialmente em tempo real, ou corre o risco de perder vendas.

Uma boa opção é contar com um chatbot para resolver as questões mais frequentes, tomando o cuidado de repassar o atendimento para um funcionário caso seja necessário.

Finalmente, é necessário que o cliente tenha segurança e a garantia de um acompanhamento após finalizar a compra. Alguns dias após a venda, entre em contato e pergunte se está tudo bem, se tem alguma dúvida ou se o cliente está gostando do produto. Inegavelmente, manter esse relacionamento de confiança com o cliente permite que você seja a primeira opção na hora de fazer uma nova compra.

Covid-19: compra da vacina para funcionários será proibida.

O governo federal disse a empresários, em reunião virtual realizada na quarta-feira e promovida pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo ( Fiesp ), que a aquisição de vacinas por empresas para imunização de funcionários será proibida , apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Respondendo à principal dúvida de executivos e donos de negócios, alguns dos quais já se movimentavam para importar doses, representantes dos Ministérios da Saúde, das Comunicações e da Casa Civil foram taxativos: a vacinação ficará a cargo do governo, que garantiu ter imunizantes para toda a população.

A reportagem conversou com duas fontes que participaram da reunião. Um deles disse ter saído do encontro “mais tranquilo” do que entrou. Alguns dos presentes, no entanto, fizeram críticas à comunicação contraditória do governo em relação à vacinação.

Além de afastar a possibilidade de o setor privado fazer uma vacinação paralela, o governo também afirmou que já tem cerca de 500 milhões de doses contratadas. Outro recado foi de que, pelo fato de ter um programa de imunização já estabelecido, o Brasil poderá recuperar o “tempo perdido” em relação a nações que já vêm vacinando há mais de um mês.

Do lado do governo, participaram o ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Netto; o ministro das Comunicações, Fábio Faria; e o secretário-geral do Ministério da Saúde, Élcio Franco. Os empresários convidados para a reunião fazem parte de um grupo reunido pela Fiesp, chamado Diálogo Brasil, que visa a aproximar o setor produtivo das decisões do Palácio do Planalto.

Uma das propostas das empresas, na tentativa de ajudar a acelerar a imunização, era doar uma dose para o programa nacional de imunização para cada vacina aplicada em um funcionário. No entanto, o argumento oficial para descartar a oferta foi de que, com a produção tanto pelo Instituto Butantan quanto pela Fiocruz, não haverá falta de imunizantes. A expectativa do governo é de que o País possa até se tornar exportador de vacinas mais para o fim deste ano.

A exemplo do que foi comunicado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazzuello, a previsão da reunião foi de que a vacinação no País deverá começar ainda na semana que vem, entre os dias 19 e 20.

Informações do Estado de São Paulo

Já está em vigor novo salário mínimo de R$ 1.100

Fonte: Agência Senado

Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1º de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleceu o reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro. Com a mudança, o valor diário do salário mínimo passou a ser de R$ 36,67 e o valor horário, R$ 5.

O reajuste repôs perdas com a inflação e, portanto, não teve aumento real. Mas está acima dos R$ 1.088 previstos pelo Poder Executivo na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro. Isso porque o governo levou em consideração a alta, principalmente, dos preços dos alimentos e a revisão da bandeira tarifária da energia elétrica. Para o reajuste, a equipe econômica usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo.

“Dessa forma, para que não houvesse perdas para os trabalhadores, utilizou-se o dado posteriormente divulgado do INPC para novembro, o qual não era disponível quando da produção da grade de parâmetros, referência para a PLOA-2021 [Projeto de Lei Orçamentário Anual]”, explica a equipe econômica na exposição de motivos da medida provisória.

Senadores

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) considerou o reajuste “mais uma crueldade” com o trabalhador, em plena pandemia de coronavírus. Em entrevista à Agência Senado, ela disse que o governo tem acabado com a política de valorização do salário mínimo, aumentando as desigualdades sociais.

— Na prática, significa que o trabalhador chegará ao mercado e verá que o arroz, o feijão, o óleo, a carne, o leite e seus derivados aumentaram mais de 10%, enquanto o salário somente 5,2%.

Já o senador Elmano Ferrer (PP-PI) afirmou que o aumento do salário mínimo está acima da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) projetada pelo mercado para 2020. Em sua conta no Twitter, ele escreveu que a maioria dos brasileiros vai ter ganho real de renda em 2021.

“Uma boa notícia para começar o ano”, comemorou.

Nova correção

Segundo o Ministério da Economia, no dia 12 de janeiro, quando o INPC de dezembro será divulgado, o novo valor do salário mínimo poderá ser novamente corrigido para assegurar a preservação do poder de compra definida pela Constituição. Isso ocorreu na virada de 2019. Em 31 de dezembro de 2019, foi anunciado que o salário mínimo de 2020 seria de R$ 1.039. Em janeiro, quando foi divulgado o INPC de dezembro — que ficou acima da projeção inicial —, o valor foi ajustado para R$ 1.045.

Impacto

Cada aumento bruto de R$1 no salário mínimo gera crescimento nas despesas de aproximadamente R$ 351,1 milhões sobre os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Já o impacto líquido, ou seja, considerando o ganho na Receita Previdenciária, é de R$ 315,4 milhões para cada R$ 1 de aumento, conforme demonstrado nas informações complementares ao PLOA-2021.

Para os exercícios seguintes, estima-se que o impacto seja de R$ 357,8 milhões para 2022 e R$ 365,4 milhões para 2023. Com impacto líquido de R$ 320 milhões e R$ 326,8 milhões para 2022 e 2023, respectivamente.

Obrigação constitucional

A equipe econômica salientou que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.

Apesar de já estar em vigor, o reajuste precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional, uma vez que o governo o fez por meio de uma medida provisória.

Com informações da Agência Brasil 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

53% dos consumidores pretendem usar roupa nova no Réveillon.

Levantamento realizado em parceria com a Offer Wise Pesquisas mostra que média de gastos com a virada do ano deverá ser de R$ 292. Pesquisa aponta aumento no número de pessoas que pretendem comemorar a virada do ano em casa

A virada do ano é um momento bastante aguardado pelas pessoas. Passado o período de Natal, o comércio se prepara para atender os consumidores que pretendem manter a tradição de passar a virada do ano com alguma peça de roupa nova. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, revela que mais da metade (53%) dos consumidores pretende comprar alguma peça de roupa, sapatos ou acessórios para festejar a chegada de 2021, o gasto médio com estes itens será de R$ 242.

Para os supersticiosos, a cor da roupa também é um detalhe que será levado em consideração nas comemorações da virada. 42% dos entrevistados pretendem usar branco no réveillon. O amarelo, que para muitos simboliza dinheiro, será opção de 6% das pessoas, seguido pelo azul (5%), vermelho (3%) e preto (3%).

As simpatias de Ano Novo também não ficaram de fora para 33% dos entrevistados, principalmente para ganhar mais dinheiro (14%), conseguir um emprego (7%) e encontrar ou manter um amor (6%).

O levantamento aponta ainda que 38% dos entrevistados pretendem festejar em casa, um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao ano passado, enquanto 10% pretendem viajar, (especialmente as classes A/B), e 10% planejam passar a virada na casa dos pais. Os gastos com as compras e celebrações do Réveillon, como viagens ou ceia, deverão ser, em média, de R$ 292.

“Mesmo com a pandemia, o brasileiro vai comemorar a passagem de ano e manter a tradição de passar a virada com uma peça de roupa nova. Os dias seguintes ao Natal são um período em que muitos consumidores realizam a troca de presentes e o comércio aproveita o momento para atrair novas vendas”, explica o presidente da CNDL, José César da Costa.

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Fonte: CNDL

Brasileiros que vão comemorar o Natal pretendem desembolsar, em média, R$ 225 com a ceia.

De acordo com levantamento realizado em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mais da metade dos entrevistados deve passar a data em casa e 31% planejam dividir despesas com a ceia entre a família

Este ano, os brasileiros devem gastar, em média, R$ 225 com a ceia de Natal. É o que aponta levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas.

De acordo com a pesquisa, mais da metade (56%) dos entrevistados pretende celebrar a data em casa, um aumento de 13 pontos percentuais em comparação com o ano passado. Apenas 16% pretendem comemorar na casa dos pais. Além disso, 31% dos entrevistados planejam dividir as despesas da festa compartilhando os custos entre os familiares, enquanto outros 26% afirmaram que cada família levará um prato. Apenas 15% disseram que vão arcar com todas as despesas.

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância das famílias planejarem os gastos para evitar excesso de despesa no fim do ano.

“Esse ano, diante da insegurança causada pela pandemia, as pessoas deverão comemorar as festas em grupos menores, entre os familiares. Além disso, em um cenário de incertezas é ainda mais importante que as pessoas tenham cautela com os gastos. Dividir as despesas é uma estratégia interessante, pois evita que os custos sobrecarreguem o bolso de uma única pessoa”, destaca Costa.

O levantamento revela ainda a intenção das pessoas em renovar o guarda-roupa para passar o Natal. Em cada dez brasileiros que vão comemorar a data, seis (63%) disseram que vão comprar alguma peça nova de vestuário ou acessório. Os que não pretendem comprar roupa nova representam 26% da amostra e 11% não se decidiram. O gasto médio previsto deve ser de R$ 254.

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Fonte: CNDL

9,3 milhões de brasileiros devem ir às compras de Natal na última hora.

Pesquisa realizada em parceria com a Offer Wise Pesquisas aponta que expectativa por promoções, falta de tempo e pagamento do 13º salário são principais justificativa dos ‘atrasadinhos’

Cerca de 9,3 milhões de consumidores deixarão para fazer as compras de Natal na última hora. É o que aponta levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com a Offer Wise Pesquisas. O dado corresponde a 9% dos consumidores que têm a intenção de fazer alguma compra na semana que antecede o Natal, número próximo aos 10% registrado no ano passado.

De acordo com a pesquisa, a expectativa por promoções (61%), que ajudam a economizar no orçamento, é a principal justificativa dos entrevistados para postergar as compras. Outros 15% destacaram a falta de tempo, enquanto 15% estão à espera do pagamento da segunda parcela do 13º salário. Há ainda 10% de entrevistados que culpam a preguiça de fazer compras, empurrando a tarefa para o limite da data comemorativa.

A pesquisa ainda mostra que a maior parte dos consumidores (40%) pretendia realizar as compras de Natal na primeira quinzena de dezembro, enquanto 33% esperava se organizar e garantir os presentes ao longo do mês de novembro.

Compras de última hora podem causar aglomerações e atrapalhar orçamento

Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, o consumidor deve ficar atento esse ano aos riscos de ocorrerem aglomerações. “Esse é um ano atípico. Diante da pandemia da Covid-19, as aglomerações devem ser evitadas”, orienta José César.

O dirigente também chama atenção para o fato de que lojas muito cheias dificultam as negociações e a pesquisa de preços. “O recomendado é se organizar, preparar uma lista de todos os presentes, estipular um teto de gastos e só levar para as compras o dinheiro disponível. Isso ajuda a evitar que o consumidor gaste além do valor previsto”, aconselha.

“Para quem deixou para a última hora, é importante saber que muitas lojas on-line já não conseguem entregar o produto antes do Natal, então este consumidor deve se atentar ao prazo de entrega antes de realizar suas compras, e pode precisar recorrer às lojas físicas. A dica para quem ainda não garantiu os presentes é analisar o orçamento e dar preferência para ir ao comércio em horários com menos fluxo de pessoas. Esse ano temos a grande preocupação de evitar aglomerações e filas, que podem trazer riscos à saúde da população”, alerta o presidente da CNDL.

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Fonte: CNDL

Senado aprova LDO e salário mínimo de R$ 1.088

Logo após a Câmara dos Deputados aprovar o texto-base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, a proposta foi aprovada no Senado e agora segue para sanção presidencial. A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público.

Na proposta, consta a correção do salário mínimo para R$ 1.088 a partir de janeiro. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.045. Foi feita apenas a correção com base na previsão da inflação acumulada no ano, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Não houve, portanto, aumento real. A regra que previa aumento real, o aumento acima da inflação, deixou de vigorar no ano passado.

O texto aprovado nesta quarta-feira (16) estabelece como meta fiscal no próximo ano déficit primário de R$ 247,1 bilhões. Ontem (15), o governo federal modificou o texto, enviado ao Congresso em abril, para ampliar a meta do déficit, inicialmente prevista em R$ 149,61 bilhões. A nova meta indica déficit de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) para 2021, sem considerar os juros da dívida pública.

O relator, senador Irajá (PSD-TO), destacou como prioridade o programa de habitação popular Casa Verde Amarela. Irajá incluiu a prorrogação da desoneração da folha de pagamento em 2021.

O senador também incluiu um dispositivo no texto para dar mais rapidez à execução das emendas parlamentares impositivas no Orçamento da União. O texto reduz de 90 para 45 dias o prazo para o Executivo publicar os procedimentos e o cronograma de execução das emendas individuais.

Fonte: Agência Brasil

46% das pessoas pretendem comprar presentes para si mesmo no Natal.

Pesquisa realizada em parceria com a Offer Wise aponta que o ato de se auto presentear teve uma queda de 19 pontos percentuais em comparação com o ano passado. 72 milhões de pessoas devem ir às compras neste ano com este objetivo

A pandemia da Covid-19 alterou a forma como as pessoas irão comemorar o Natal. A crise econômica e a insegurança a respeito dos próximos meses deixaram os brasileiros mais cautelosos em relação às compras de final de ano. Levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, nas 27 capitais brasileiras, aponta que 46% consumidores devem se auto presentear na data — uma queda de 19 pontos percentuais em relação a 2019. A expectativa é de que 72 milhões de pessoas comprem algum presente para si mesmas neste fim de ano, o que promete injetar cerca de R$ 25 bilhões na economia.

O ato de se auto presentear é comum no final do ano, tanto pelo aspecto emocional em suprir uma necessidade, quanto à reconfortante ideia do “eu mereço”. De acordo com o levantamento, entre os que estão dispostos a comprar presentes para si mesmos, 44% afirmam que o fazem por precisar de algum produto e, por essa razão, aproveitam esta época. Outros 39% justificam ser uma recompensa por terem trabalhado muito em 2020, enquanto 15% admitem que o Natal é somente um pretexto para comprar.

O gasto médio do presente será de R$ 163, sendo que 41% têm intenção gastar até R$ 150 com cada item. Em média, a pesquisa mostra que os consumidores planejam comprar dois presentes para si próprios. Os itens mais desejados são roupas (54%), calçados (34%), perfumes e cosméticos (24%), acessórios (19%), Smartphone (15%) e livros (12%).

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, apesar da cautela da população, o Natal ainda é a principal data de compras do ano e tem uma função importante na economia do país.

“O setor já esperava alguma insegurança por parte da população, mas o brasileiro deve manter a tradição de comprar presentes e também de se auto presentear, mesmo que com mais cautela”, diz José César. “O varejo aguarda ansioso pelas vendas de final de ano para a retomada das suas atividades, tão impactadas pela pandemia”, destaca.

52% dos pais admitem que filhos influenciam na escolha dos presentes que vão ganhar; 18% afirmam que deixarão de pagar alguma conta para atender vontade das crianças

A pesquisa também mostra que os filhos seguem tendo grande influência na escolha dos presentes que vão ganhar. Se por um lado, o estudo revela que 42% dos consumidores com filhos dizem comprar sozinhos os presentes das crianças, outros 52% admitem que os filhos são os verdadeiros influenciadores na hora da escolha: 39% permitem que os filhos tenham a palavra final sobre o presente, enquanto 13% escolhem conjuntamente com os pais.

Outro dado significativo refere-se ao peso do presente dos filhos no orçamento doméstico. Quase 18% dos entrevistados admitem que vão deixar de pagar alguma conta para atender às vontades de seus filhos, um aumento de 7 pontos percentuais em relação ao ano passado, sendo que a maioria (12%) ainda não sabe qual conta deixará de pagar, enquanto 4% afirmam que deixarão de pagar o cartão de crédito e 3% os impostos de início de ano.

“Mesmo com o 13º, as promoções incentivando as compras e a insistência dos filhos, os pais não devem esquecer o planejamento financeiro para evitar entrar no próximo ano endividados” alerta a especialista em finanças da CNDL, Merula Borges. “Manter um teto de gastos é fundamental para não comprometer o orçamento familiar e o pagamento das contas”, lembra.

METODOLOGIA

Público-alvo: Consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem comprar presentes para o Natal.

Método de coleta: pesquisa realizada via web e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.

Tamanho amostral da Pesquisa: 968 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Natal. Em seguida, continuaram a responder o questionário 606 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Natal. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 3,1 p.p e 4,0 p.p para um intervalo de confiança a 95%.

Data de coleta dos dados: 14 a 20 de outubro de 2020.

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Fonte: CNDL

Governo vai lançar eSocial para micro e pequena empresa.

O governo vai fazer uma nova rodada de ajustes no eSocial. No próximo ano, será lançada uma versão web do eSocial destinada para que as micro e pequenas empresas possam apresentar, diretamente na plataforma do governo, as informações de seus funcionários no mesmo moldes do empregador doméstico e MEI (Microempreendedor Individual). O foco é atender companhias com até 50 funcionários, o que representa 70% dos empregadores do país.

Ainda em 2021, a substituição de obrigação acessória será intensificada. Neste ano, foram substituídas seis obrigações e no próximo ano deixarão de ser exigidas outras oito: Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT); Comunicação de Dispensa (CD); Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP); Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF); Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF); Manual Normativo de Arquivos Digitais (MANAD); Folha de pagamento; Guia de Recolhimento do FGTS (GRF).

Até o fim deste ano, o governo ainda quer permitir que o empregador possa fazer o registro de seu funcionário no momento em que faz o registro da empresa na junta comercial. “Essa será uma das últimas entregas desse ano. Até dia 30 de dezembro entra no ar”, disse ao Valor o secretário Adjunto de Trabalho, Ricardo de Souza Moreira.

Fonte: Valor Investe

Amigo secreto deve movimentar R$ 5,6 bilhões na economia.

33% dos consumidores pretendem participar da brincadeira, enquanto 41% dos que não participarão querem evitar aglomerações devido à pandemia da COVID-19

O “Amigo Secreto”, também conhecido como “Amigo Oculto”, seguirá como tradição em 2020, pelo menos para 33% dos consumidores que vão presentear no Natal. É o que mostra pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas – CNDL, em parceria com a Offer Wise Pesquisas. Segundo o estudo, o dado representa uma queda de 9 pontos percentuais em relação a 2019. Ainda assim, diante dos efeitos da pandemia, a previsão é de que cerca de R$ 5,6 bilhões sejam injetados na economia.

Estima-se ainda que 52,2 milhões de pessoas participem de pelo menos algum “Amigo Secreto” no trabalho ou na família. As principais motivações apontadas pelos entrevistados foram o fato de gostar desse tipo de celebração (53%) e considerar a brincadeira uma boa maneira de se economizar com presentes (39%). Há ainda aqueles que, apesar de entrar na brincadeira, sinalizaram não gostar desse tipo de comemoração: 17% disseram que participam para não serem vistos como antissociais.

Entre os 49% que não pretendem participar: 41% querem evitar a aglomeração de pessoas devido as restrições impostas pela pandemia, 33% não gostam da brincadeira e 22% porque parentes, amigos e colegas de trabalho não têm o costume de fazer esta brincadeira.

Metade (50%) dos entrevistados pretendem participar de apenas um evento e outros 39% de dois. Em média, os consumidores pretendem participar de 1,7 eventos de amigo secreto. A maioria (72%) realizará a brincadeira entre os familiares, seguidos daqueles que farão o amigo secreto entre amigos (36%) e colegas de trabalho (30%).

Em média, os consumidores ouvidos pretendem gastar R$ 64 com cada presente, sendo que 46% planejam desembolsar até R$ 50. “O amigo secreto é uma maneira das pessoas presentearem sem gastar muito, não só nas confraternizações do trabalho, mas também entre os familiares”, explica o presidente da CNDL, José César da Costa.

METODOLOGIA

Público alvo: Consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem comprar presentes para o Natal.

Método de coleta: pesquisa realizada via web e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.

Tamanho amostral da Pesquisa: 968 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Natal. Em seguida, continuaram a responder o questionário 606 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Natal. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 3,1 p.p e 4,0 p.p para um intervalo de confiança a 95%.

Data de coleta dos dados: 14 a 20 de outubro de 2020.

BAIXE A PESQUISA COMPLETA: https://bit.ly/2VJWgWO

Fonte: CNDL